-
João Fonseca desiste do US Open devido a lesão no abdômen
-
Chefe do Exército do Paquistão se reúne com presidente do Irã
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia
-
Lazio de Gattuso estreia no Italiano com vitória sobre o Bologna
-
"Até onde o corpo aguentar": dois meses dos terremotos na Venezuela
-
Palmeiras renova com Gustavo Gómez até 2030
-
Palmeiras chega a acordo para venda de Allan ao Manchester City
-
Fabinho assina com Trabzonspor e reencontra Salah na Turquia
-
EUA promete asfixiar economicamente o Irã
-
Arábia Saudita investirá US$ 7 bilhões em parques temáticos perto de Paris
-
Ucrânia concederá acesso ao Reino Unido a dados de IA sobre campo de batalha
-
Netanyahu afirma que Irã tentou matar um de seus filhos
-
Trump anuncia que aumentará para 50% as tarifas sobre carros e aço do Canadá
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de imigrantes em situação irregular
-
Julián Álvarez vive encruzilhada no Atlético de Madrid
-
Guterres propõe ONU como 'facilitadora' do transporte de fertilizantes em Ormuz
-
Sheinbaum descarta volta ao cargo de governador acusado de tráfico pelos EUA
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar das ameaças russas
-
Presidente colombiano anuncia início da reconstrução após terremoto
-
Príncipe Harry deixa ONG africana envolvida em escândalo
-
Tenista tcheca Marketa Vondrousova recorre na CAS contra suspensão por recusar teste antidoping
-
Escaladores do Empire State se beijam em frente a tribunal
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de migrantes em situação irregular
-
Liverpool precisa melhorar após temporada 'inaceitável', diz Van Dijk
-
França busca assinar acordo sobre parque temático de 'Dragon Ball' durante visita de príncipe saudita
-
Samuel Eto'o declara apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino
-
Justiça da Noruega analisa licenças petroleiras questionadas por ambientalistas
-
Trump anuncia que vai aumentar em 50% tarifas sobre carros e aço do Canadá em 2027
-
Trump afirma que Irã está em colapso após ameaça do 'Dia D econômico'
-
Noosha Aubel: Hur mycket administrativt misslyckande tål Potsdam till?
-
Noosha Aubel: Πόση διοικητική αποτυχία μπορεί να αντέξει ακόμα το Πότσδαμ?
-
Ataques contra Cruz Vermelha na RD Congo 'dificultam' luta contra o ebola
-
Reino Unido reafirma apoio à Ucrânia antes de reunião dos aliados em Kiev
-
Primeiro-ministro da Austrália quer proibir centros de dados perto de escolas
-
Noosha Aubel: Kolik administrativních selhání ještě Potsdam snese?
-
Noosha Aubel: Ile jeszcze nieudolności administracyjnej wytrzyma Poczdam?
-
Нуша Аубель: Сколько ещё Потсдам сможет выдержать административных провалов?
-
Noosha Aubel: Quanta mais ineficiência administrativa é que Potsdam ainda consegue suportar?
-
Нуша Аубель: Скільки ще Потсдам витримає адміністративних провалів?
-
نوشا أوبيل: إلى أي مدى ستتحمل بوتسدام المزيد من الفشل الإداري؟
-
努莎·奧貝爾:波茨坦還能承受多少行政失職?
-
누샤 아우벨: 포츠담은 행정 실패를 얼마나 더 견뎌낼 수 있을까?
-
ヌーシャ・オーベル:ポツダムは、あとどれだけの行政の失態に耐えられるのか?
-
नूशा ऑबेल: पॉट्सडैम और कितनी प्रशासनिक विफलता सहन कर सकता है?
-
Gavi sofre 'contusão' na estreia do Campeonato Espanhol
-
Harry, o retorno do filho pródigo ao Reino Unido
-
Tesla faz recall de milhões de carros na China por motivos de segurança
-
Irã desafia ameaça americana de 'Dia D econômico'
-
Ucrânia recebe aliados europeus em momento de intensificação dos ataques russos
-
Gigante do comércio digital Shein quer arrecadar US$ 1,7 bilhão com entrada na Bolsa
Coalizão do chefe de Governo alemão em apuros após resultados das eleições europeias
O duro revés nas eleições europeias abalou a coalizão do chefe de Governo na Alemanha, Olaf Scholz, já em apuros, e aumenta a pressão contra o líder, em meio a apelos a uma mudança de rumo ou mesmo a eleições antecipadas.
A extrema direita e os líderes conservadores exigiram a convocação de eleições antecipadas, mas essa possibilidade não foi considerada "em nenhum momento, nem por um segundo", disse o porta-voz do chanceler, Steffen Hebestreit, nesta segunda-feira (10).
Os social-democratas do SPD registraram uma derrota histórica que poderá questionar a eventual nova candidatura de Scholz às eleições legislativas marcadas para o outono de 2025 (primavera no Brasil).
Com 13,9% dos votos, segundo os resultados provisórios, os social-democratas obtiveram o pior resultado em uma eleição nacional desde 1949, ainda pior do que nas eleições europeias de 2019 (15,8%), que já apresentaram um declínio acentuado em relação às eleições legislativas de 2021 (25,7%).
Assim, ficaram atrás dos conservadores (30%) e da extrema direita do AfD (15,9%), apesar de este partido ter sido alvo de vários escândalos recentes.
Os parceiros governamentais de Scholz, os Verdes (11,9%) e os Liberais (5,2%), também não se saíram bem.
Esta "coalizão de perdedores", como descreveu o jornal de centro-esquerda Süddeutsche Zeitung, alcançou resultados ainda mais desastrosos no leste da Alemanha, onde, em setembro, serão realizadas eleições regionais em três "länder". Nessas regiões, a extrema direita venceu por ampla margem no domingo.
- "Risco de paralisia" -
"Scholz esteve fortemente envolvido nesta campanha e não adiantou nada. Pelo contrário, talvez a sua forte presença tenha reforçado a tendência de queda" do SPD, observou o semanário Der Spiegel. "Depois desta derrota pessoal, ele deve dizer como quer continuar governando [...]. Caso contrário, o país corre o risco de uma paralisia", alertou.
Ao contrário do presidente francês, Emmanuel Macron, Scholz não reagiu aos resultados no domingo.
"Para Olaf Scholz, as palavras 'consequências' e 'grandeza' são chinesas, quando se trata do papel" de chefe de Governo, criticou o jornal conservador Die Welt.
"Emmanuel Macron mostrou o que significa aceitar as consequências [...] Olaf Scholz deveria fazer o mesmo. Um chanceler não pode pertencer a um partido que obtém um resultado de 14%", acrescentou o jornal.
Nesta segunda-feira, o conservador bávaro Markus Söder apelou à organização de eleições "o mais rápido possível" e a um "novo começo" para o país.
Scholz deve "abrir o caminho para novas eleições, em vez de governar por mais um ano contra uma grande maioria da população", disse a co-presidente da AfD, Alice Weidel, na rede social X.
Até agora, o SPD fechava fileiras atrás do seu líder, mas os resultados de domingo viraram o jogo. "Com 14%, ninguém tem o direito indiscutível de liderar o SPD", lançou o ex-líder dos social-democratas Sigmar Gabriel.
- O melhor candidato -
Entre os potenciais substitutos está o popular ministro da Defesa, Boris Pistorius. A questão de saber se será o melhor candidato para 2025 "voltará com força", considerou o Süddeutsche Zeitung.
Para os ambientalistas, o resultado mostra que o clima não mobiliza mais a população, depois de terem obtido quase 9 pontos a mais em 2019, quando alcançaram 20,5% dos votos.
"Há cinco anos, o combate à mudança climática era uma questão que permitia marcar pontos, agora é um fardo", confirmou Der Spiegel.
A coalizão de Scholz terá que enfrentar em breve as consequências do seu fracasso, já que as negociações para o orçamento de 2025 começarão no início de julho. Perante os cortes exigidos pelo ministro das Finanças, Christian Lindner (liberal), a batalha com os ambientalistas e os social-democratas parece complicada diante dos olhares dos eleitores, que no domingo expressaram seu cansaço com as disputas de poder.
E.Borba--PC