-
Orlando Magic demite técnico Jamahl Mosley após eliminação nos playoffs da NBA
-
Papa Leão XIV receberá Marco Rubio na quinta-feira, anuncia Vaticano
-
Irã dispara mísseis como 'advertência' contra navios militares dos EUA
-
Ex-ministro espanhol nega corrupção em julgamento por compra de máscaras na pandemia
-
Chelsea perde em casa para Nottingham Forest e segue em queda livre no Inglês
-
Atropelamento na Alemanha deixa dois mortos
-
Suprema Corte dos EUA restabelece temporariamente acesso à pílula abortiva por correio
-
Ataque russo deixa nove mortos na Ucrânia
-
Ferland Mendy sofre nova lesão e volta a ser desfalque no Real Madrid
-
ONG de Israel denuncia maus-tratos em prisão de ativistas da flotilha para Gaza
-
Destróieres americanos entram no Golfo para escoltar navios
-
Hantavírus, um mal potencialmente fatal que se espalha por meio de roedores
-
Irã dispara mísseis 'de advertência' perto de destróieres dos EUA em Ormuz
-
Reunidos na Armênia, Europa e Canadá unem forças contra Trump
-
Guiana afirma na CIJ que disputa com a Venezuela por Essequibo tem 'importância existencial'
-
Trump anuncia operação para liberar o Estreito de Ormuz e Irã ameaça atacar forças americanas
-
Ex-prefeito de Nova York Giuliani está hospitalizado em condição 'crítica', diz porta-voz
-
Trump diz que EUA e Irã mantêm conversas 'positivas' e apresenta plano para conduzir navios em Ormuz
-
Leclerc perde duas posições na classificação final do GP de Miami após sanção
-
Com gol de Endrick, Lyon vence Rennes (4-2) e se consolida em 3º na Ligue 1
-
Trump diz que EUA conduzirá navios para fora do Estreito de Ormuz a partir de segunda-feira
-
Ampla operação é lançada para buscar dois soldados americanos desaparecidos no Marrocos
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid vence Espanyol (2-0) e adia título do Barça
-
Inter de Milão conquista o campeonato italiano pela 21ª vez na história
-
Antonelli dedica sua vitória no GP de Miami ao falecido Alex Zanardi
-
Tottenham vence na visita ao Aston Villa (2-1) e sai da zona de rebaixamento
-
Três mortos em possível surto de hantavírus em cruzeiro entre Argentina e Cabo Verde
-
Alex Ferguson foi hospitalizado antes da partida do Manchester United
-
Filha de Maradona diz que 'havia um plano' para controlar seu pai, que 'fugiu das mãos'
-
Kimi Antonelli (Mercedes) vence GP de Miami de F1, seu 3º triunfo seguido; Bortoleto é 12º
-
Gladbach vence Dortmund (1-0); St. Pauli fica mais perto do rebaixamento
-
Manchester United vence Liverpool (3-2) e volta à Liga dos Campeões após dois anos
-
Encontradas novas provas contra atirador em jantar com presença de Trump
-
Marco Rubio se reunirá com o papa Leão XIV após críticas de Trump
-
Duas mulheres morrem asfixiadas em barco de migrantes a caminho do Reino Unido
-
Síndrome respiratória aguda mata 2 em cruzeiro entre Argentina e Cabo Verde
-
Barça vence Bayern e chega à sua 6ª final consecutiva da Liga dos Campeões feminina
-
Sinner atropela Zverev e conquista seu primeiro Masters 1000 de Madri
-
Hadjar é penalizado e larga em último no GP de Miami; Bortoleto ganha posição e sai em 21º
-
Achávamos que 'ia morrer' em 3 de janeiro, diz filho de Maduro sobre o pai à imprensa
-
Choque de ordem ameaça as icônicas barracas de comida de rua de Bangcoc
-
Adnoc, petroleira estatal dos Emirados, promete investir US$ 55 bi em 2 anos
-
Marco Rubio visitará o Vaticano após confronto entre papa e Trump
-
Ataques cruzados deixam três mortos na Ucrânia e dois na Rússia
-
Sem Emirados, Opep+ aumenta suas cotas de produção
-
Sob a lua cheia, a 'loba' Shakira encanta uma multidão em Copacabana
-
Irã desafia EUA a escolher entre um 'acordo ruim' e uma operação militar impossível
-
Opep+ aumenta suas cotas de produção e não comenta saída dos Emirados
-
Corte israelense prorroga detenção de Thiago Ávila e ativista espanhol-palestino
-
F1 antecipa horário do GP de Miami devido à previsão de tempestade
Ex-CEO da Audi é condenado no escândalo 'Dieselgate'
O ex-CEO da Audi Rupert Stadler, primeiro executivo do grupo Volkswagen julgado pelo caso "Dieselgate", foi condenado nesta terça-feira (27) na Alemanha a 21 meses de prisão com suspensão condicional da pena, depois de se declarar culpado no escândalo mundial de motores manipulados.
Stadler, que comandou a empresa, filial da Volkswagen, entre 2007 e 2018, também foi condenado a pagar multa de 1,1 milhão de euros (1,2 milhão de dólares, 5,7 milhões de reais) por um tribunal de Munique.
Vestido com um terno azul escuro, Stadler não demonstrou reação quando a decisão foi proferida.
O ex-executivo, de 60 anos, teve "conhecimento" em julho de 2016 "no mais tardar" de que dispositivos ilegais estavam sendo instalados em modelos da marca Audi e VW, mas não tomou as "medidas necessárias" para interromper sua comercialização, explicou o juiz Stefan Weickert durante a leitura da sentença.
No início da investigação e ao longo das audiências, que começaram em setembro de 2020, o ex-CEO de 60 anos negou as acusações apresentadas. Mas no final do processo, em maio, ele se declarou culpado, por proposta do tribunal, para ser beneficiado por uma pena menor aos 10 anos de prisão a que poderia ser condenado. Em 2018, ele passou quatro meses em prisão preventiva.
O escândalo "Dieselgate" abalou a reputação da indústria automobilística alemã.
Em 2015, após acusações da Agência de Proteção do Meio Ambiente dos Estados Unidos (EPA), a Volkswagen admitiu que 11 milhões de motores do tipo "EA 189" de seus veículos a diesel foram equipados com um software que apresentava resultados menos poluentes em testes de laboratório e nas estradas.
- Clemência -
No processo também foram julgados Wolfgang Hatz, ex-diretor da Audi e Porsche, e seu braço direito na Audi, Giovanni Pamio. Os dois confessaram que adulteraram os motores de veículos para que não superassem os limites legais das emissões de poluentes durante os testes, mas não nas estradas.
Nesta terça-feira, Hatz foi condenado a uma pena suspensa de dois anos de prisão e a pagar multa 400.000 euros (437.000 dólares, 2,08 milhões de reais). Pamio foi condenado a uma pena suspensa de 21 meses de prisão e a pagar multa de 50.000 euros (55.000 dólares, 262.000 reais).
A declaração de culpa dos acusados e as penas relativamente brandas propostas pelo tribunal provocaram críticas na Alemanha, devido à dimensão do caso.
"Um gigantesco escândalo econômico, milhões de clientes enganados em todo o mundo, bilhões de euros de multas para a empresa. E o único alto executivo julgado até o momento sai com uma condenação tão clemente?", questionou o jornal Süddeutsche Zeitung.
A remuneração de Rupert Stadler era de quase 5 milhões de euros (US$ 5,4 milhões, R$ 17,8 milhões na cotação da época) em 2017, antes de ser demitido, de acordo com o relatório anual da Volkswagen.
Stadler provocou perdas de até 41 milhões de euros (45 milhões de dólares, 214,6 milhões de reais na cotação atual) pela comercialização equivocada de 17.000 veículos entre 2016 e 2018, segundo o julgamento.
- Questões sem respostas -
O grupo Volkswagen teve que pagar desde então mais de 30 bilhões de euros (33 bilhões de dólares, 157 bilhões de reais) a título de reembolsos, indenizações e custas de processos judiciais. A maior parte da quantia foi paga nos Estados Unidos.
Stadler é o primeiro alto executivo do grupo Volkswagen condenado por este escândalo, mas o processo deixou muitas perguntas sem respostas: Quem iniciou a fraude? Quais outros executivos da Volkswagen estavam a par e permitiram que a fraude prosseguisse?
Todos os olhares estão voltados agora para o tribunal de Brunswick (norte), perto da sede histórica da montadora, onde outro grande processo penal começou em setembro de 2021 contra quatro ex-diretores da Volkswagen acusados de fraude.
Audiências estão programadas para acontecer até 2024, mas sem a presença do principal acusado, Martin Winterkorn, que era CEO da empresa no momento do escândalo, mas que foi dispensado do julgamento por razões médicas.
Os investidores também pedem indenizações, pois as ações da Volkswagen caíram quase 40% nos dias posteriores à explosão do escândalo.
S.Caetano--PC