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Avanços em objetivos de desenvolvimento sustentável são insuficientes, alerta ONU
Mais acesso à internet e menos à alimentação: dez anos após a sua adoção, os objetivos de desenvolvimento sustentável melhoraram a sorte de milhões de pessoas em todo o mundo, mas seus avanços continuam sendo insuficientes, advertiu a ONU nesta segunda-feira (14).
Em 2015, os Estados-membros aprovaram 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, destinados, principalmente, a erradicar a pobreza extrema e a fome no mundo até 2030. Em relatório divulgado hoje, a cinco anos desse prazo, a ONU ressalta que 35% dos objetivos avançam, cerca da metade estagnou e o restante retrocedeu.
Na última década, o acesso à eletricidade aumentou até cobrir 92% da humanidade, o uso da internet passou de 40% para 68% no mundo e 110 milhões de crianças a mais frequentam a escola. Também aumentou a prevenção da malária, e o índice de mortalidade materna caiu de 228 a cada 100 mil nascimentos em 2015 para 197 em 2023.
Entre os avanços, no entanto, houve retrocessos, com a fome liderando essa lista. Em 2023, 757 milhões de pessoas (9,1% da população mundial) sofriam com a fome, contra 713 milhões em 2019 (7,5%), segundo o relatório.
Apesar dos avanços da última década, mais de 800 milhões de pessoas vivem na pobreza extrema, segundo a ONU. Nesse sentido, a organização ressalta que o fim da miséria econômica não consta mais do calendário para 2030.
"A erradicação da pobreza extrema até 2030 parece, agora, muito improvável, devido à recuperação lenta da pandemia de Covid-19, à instabilidade econômica, às perturbações climáticas e ao crescimento fraco da África Subsaariana", aponta o relatório.
"Enfrentamos uma emergência de desenvolvimento global", disse em entrevista coletiva o secretário-geral da ONU, António Guterres, que alertou para a intensificação dos efeitos da crise climática sobre a situação dos mais pobres e defendeu a necessidade dos objetivos de desenvolvimento: "Se esses objetivos não tivessem sido definidos, os avanços alcançados não teriam sido possíveis."
M.Carneiro--PC