-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
ONU alerta para riscos à saúde com as mudanças climáticas
As mudanças climáticas representam uma ameaça para a saúde por causa do aumento dos desastres meteorológicos e do calor extremo, advertiu a ONU nesta quinta-feira (2), razão pela qual pediu serviços de alerta mais eficientes para atenuar os efeitos mais nocivos.
Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), das Nações Unidas, a informação sobre o clima não está suficientemente integrada no planejamento dos serviços de saúde.
"As mudanças climáticas ameaçam anular décadas de avanços para uma saúde e um bem-estar melhores, principalmente nas comunidades mais vulneráveis", advertiu a OMM.
O relatório anual da OMM sobre os serviços climáticos indica que é necessária informação adaptada sobre esta área para ajudar o setor da saúde diante de condições meteorológicas cada vez mais extremas, da má qualidade do ar, de doenças infecciosas e da insegurança alimentar e hídrica.
A OMM aponta que de todas as condições climáticas extremas, as fortes ondas de calor são a causa de maior mortalidade, mas que só metade dos tomadores de decisão nos países afetados tem acesso a serviços de alerta.
Entre 2000 e 2019, estima-se que cerca de 489.000 pessoas tenham morrido a cada ano devido ao calor, segundo a OMM.
Menos de um quarto dos ministérios da Saúde dispõe de um sistema de vigilância sanitária baseado na informação meteorológica para monitorar os riscos para a saúde relacionados com o clima.
Segundo o informe da OMM, os países com alertas limitados têm uma mortalidade por desastres oito vezes maior do que aqueles com alertas completos.
O número de desastres de média ou grande escala "deverá alcançar 560 por ano, ou seja, 1,5 por dia, até 2030", ressaltou a agência.
"A crise climática é uma crise de saúde, que implica fenômenos meteorológicos mais graves e imprevisíveis, alimenta epidemias e contribui para o aumento das taxas de doenças não transmissíveis", disse o diretor da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
M.Carneiro--PC