-
Papa se reúne com jovens durante visita a Assis
-
Uruguai anuncia Diego Forlán como técnico após saída de Bielsa
-
Homem que atropelou manifestantes em Munique em 2025 é condenado a prisão perpétua
-
Iranianos ajustam gastos para sobreviver após cinco meses de guerra
-
Irã anuncia acordo com Omã sobre Ormuz mas diz que reabertura depende dos Estados Unidos
-
Trump nega escassez de munições e ameaça quem sugere o contrário
-
Kast anuncia pacote de reformas legislativas contra o crimen organizado no Chile
-
Alphabet reestrutura divisão de IA do Google
-
Ceuta alerta que situação dos menores migrantes é 'insustentável'
-
Alemanha alerta para ‘nova ameaça’ após incidente em aeroporto-chave para envios à Ucrânia
-
Mohamed Salah é recebido por multidão na Turquia e veste camisa do Trabzonspor
-
Fifa tenta superar crise com pedidos de desculpas e 'apoio total' a Infantino
-
Copom volta a reduzir Selic, a 14%, para conter a inflação
-
Favorito, Zverev perde em sua estreia contra Griekspoor no Masters 1000 de Montreal
-
Filhote de hipopótamo da colônia de Escobar morre após ser resgatado na Colômbia
-
Parte de um foguete da SpaceX colidiu com a Lua, segundo cientistas
-
Chega ao fim erupção do Vulcão de Fogo na Guatemala, após evacuação em massa
-
Com vários reservas, PSG perde (3-0) amistoso contra o Mallorca, da 2ª divisão espanhola
-
Newcastle nomeia Matthias Jaissle como seu novo treinador
-
Colômbia alerta para possíveis 'atos de terrorismo' na posse de De la Espriella
-
EUA reembolsou cerca de US$ 100 bilhões em tarifas de Trump
-
Esquerda venezuelana se divide diante da aproximação com os EUA
-
Termina erupção do Vulcão de Fogo, que forçou evacuação maciça na Guatemala
-
Presidente do Irã diz que comunicação com líder supremo é "muito difícil neste momento"
-
João Fonseca vence Tsitsipas e vai enfrentar Ruud na 3ª rodada em Montreal
-
Rybakina vence Kasatkina e avança à 3ª rodada do WTA 1000 de Toronto
-
Jornalista da AFP que perdeu uma perna em ataque israelense será homenageada pelo CPJ
-
Eclipse total dá aos cientistas chance de investigar mistérios do Sol
-
Rebeldes houthis do Iêmen afirmam ter atacado dois petroleiros sauditas
-
Homem armado detido em campo de golfe de Trump na Califórnia é alvo de acusações
-
Luis Figo pede renúncia de Infantino, a quem chama de 'desonesto'
-
Crises diplomáticas do Brasil com EUA e Argentina se agravam
-
Goleiro uruguaio Rochet passa por cirurgia e desfalca Inter
-
Flávio Bolsonaro escolhe deputado conservador Alfredo Gaspar como candidato a vice
-
EUA anuncia novas acusações e recompensas contra chefes do cartel mexicano CJNG
-
Argentina renova acordo de swap cambial com a China por cinco anos
-
Sheinbaum pede que México seja incluído na visita do papa à América Latina
-
João Fonseca vence Tsitsipas e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Montreal
-
Noosha Aubel: Czy poradzi sobie z problemami Poczdamu?
-
Noosha Aubel: Είναι σε θέση να αντιμετωπίσει τα προβλήματα του Πότσδαμ;
-
Noosha Aubel: Klarar hon av Potsdams problem?
-
نوشا أوبيل: هل هي على مستوى التحديات التي تواجهها بوتسدام؟
-
Noosha Aubel: Zvládne problémy Postupimi?
-
Inter e Milan empatam (1-1) em amistoso na Austrália
-
Neymar se envolve em confusão na vitória do Santos sobre o Remo pela Copa do Brasil
-
Irã diz ter alcançado acordo com Omã sobre nova rota de navegação em Ormuz
-
Seis membros da mesma família são assassinados em Honduras por supostos vínculos com tráfico
-
Atacante ucraniano Mudryk volta a jogar pelo Chelsea após 21 meses de suspensão
-
Bayer Leverkusen contrata lateral Miguel Gutiérrez após saída de Grimaldo
-
Filhote de hipopótamo da colônia de Escobar é resgatado na Colômbia
Rússia quer proibir o 'movimento LGBT internacional' por ser 'extremista'
A Rússia pediu, nesta sexta-feira (17), a proibição do "movimento público internacional LGBT" por considerá-lo "extremista", em uma nova demonstração da onda ultraconservadora de Moscou, acentuada desde o início de sua ofensiva contra a Ucrânia e a qual várias ONGs qualificaram como homofóbica.
O Ministério da Justiça russo informou a decisão em um comunicado, no entanto não especificou se faz referência ao movimento em geral de defesa dos direitos de identidade de gênero e de orientações sexuais minoritárias, ou a organizações específicas de defesa de direitos.
A entidade também não respondeu às tentativas de contato da AFP.
No comunicado, a instituição anunciou que "apresentou uma reclamação legal administrativa perante o Supremo Tribunal (...) para reconhecer o movimento público internacional LGBT como extremista e proibir a sua atividade na Rússia".
O tribunal analisará o pedido a partir de 30 de novembro.
O presidente russo, Vladimir Putin, implementa há anos uma política qualificada como homofóbica e transfóbica por numerosos representantes da comunidade LGBTQIAP+ (lésbicas, gays, trans, bissexuais e outros) e por ONGs.
Desde o início da ofensiva contra Kiev, em fevereiro de 2022, o Kremlin multiplicou as medidas contra este grupo, com o argumento de que está defendendo crianças frente a condutas que considera inaceitáveis, e apresentando-se como um baluarte moral contra o declínio do Ocidente.
O governo russo garante que as pessoas podem ter qualquer orientação sexual, mas que a Rússia deve proteger as crianças da propaganda ocidental que, segundo Moscou, nega a existência de um sexo biológico.
O anúncio do Ministério da Justiça foi denunciado por organizações especializadas.
"O poder russo esquece mais uma vez que a comunidade LGBT+ são pessoas, cidadãos deste país e também de outros. E agora eles não só querem nos fazer desaparecer do espaço público, mas também nos proibir como grupo social", disse à AFP Dilia Gafurova, diretora da fundação "Sphere" para a defesa dos direitos das pessoas LGBTQIAP+.
"É uma medida típica de regimes repressivos e não democráticos: perseguir os mais vulneráveis", acrescentou, prometendo "lutar" pelos direitos da comunidade na Rússia.
- "Propaganda" proibida -
Em julho, os deputados russos aprovaram uma lei que proíbe operações cirúrgicas e terapias hormonais destinadas a mudar de sexo. O texto também priva as pessoas trans do direito de adotar crianças.
Desde 2013, uma lei no país proíbe a "propaganda" de "relações sexuais não tradicionais" direcionada a menores de idade, texto que foi denunciado por ONGs como instrumento de repressão à comunidade LGBTQIAP+.
Essa legislação foi ampliada no final de 2022 e agora proíbe também a "propaganda" LGBTQIAP+ dirigida a qualquer público, seja na mídia, na internet, em livros ou em filmes.
Desde 2020, a Constituição russa especifica que o casamento é a união entre um homem e uma mulher, impedindo uniões entre pessoas do mesmo sexo.
A principal ONG que defende os direitos desta comunidade na Rússia, LGBT-Set, foi classificada em 2021 como "agente estrangeira", o que dificulta seu funcionamento e a expõe a multas e até à sua proibição.
X.Matos--PC