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Bolsonaro prestará depoimento à PF sobre 'tentativa de golpe'
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) prestará depoimento nesta quinta-feira (22) à Polícia Federal para responder por seu suposto envolvimento em uma "tentativa de golpe de Estado" idealizado para que ele se mantivesse no poder após perder as eleições de 2022.
Bolsonaro é suspeito de ter participado de uma conspiração que buscava desacreditar o processo eleitoral e impedir que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumisse o poder em janeiro do ano passado.
O ex-mandatário diz ser inocente e assegura ser vítima de uma "perseguição implacável".
A investigação levou a polícia a lançar, em 8 de fevereiro, a operação Tempus Veritatis, com dezenas de buscas, apreensões de passaportes e prisões no entorno do ex-presidente, que foi proibido de sair do país.
A audiência, na sede da PF em Brasília, ocorre a três dias de uma manifestação de rua convocada pelo ex-presidente (2019-2022) em São Paulo para repudiar tais acusações.
Na quarta-feira, Bolsonaro disse que só falará se sua defesa tiver acesso ao conteúdo do processo contra ele. O ex-presidente comparecerá junto de outros aliados suspeitos, incluindo os ex-ministros Walter Braga Neto (Defesa), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) e Anderson Torres (Justiça).
Além dos ex-membros da esplanada, Valdemar da Costa Neto, presidente do PL, e Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha, também terão que se explicar à polícia.
"Ninguém tentou dar um golpe no Brasil, essa é grande verdade", reafirmou à rádio CBN Recife.
Esta é a sexta vez que o ex-presidente vai à PF prestar depoimento desde que deixou a presidência.
No ano passado, ele teve que comparecer pela suposta falsificação de certificados de vacinação contra a covid-19, assim como pela entrada irregular no Brasil de joias presenteadas pela Arábia Saudita.
Também teve que depor por suspeita de ter instigado os distúrbios de 8 de janeiro de 2023, que culminaram no ataque às sedes dos Três Poderes.
- Um decreto, um vídeo -
Naquele dia, uma semana depois de Lula ter iniciado seu terceiro mandato, milhares de bolsonaristas, inconformados com a derrota nas eleições de outubro de 2022, invadiram o palácio do Planalto, a sede do Congresso e a do Supremo Tribunal Federal.
Bolsonaro, que havia viajado para os Estados Unidos dias antes da cerimônia de posse, nega qualquer incitação ao motim e rechaça que ele tenha feito parte de um plano pré-concebido. Sugeriu ainda que não se tratava de seus apoiadores.
No entanto, de acordo com polícia, cerca de dois meses antes, Bolsonaro recebeu e modificou um decreto em que previa prender o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, e convocar novas eleições.
No inquérito do suposto plano de golpe de Estado também contém um vídeo de uma reunião realizada em 5 de julho de 2022, três meses antes das eleições das quais Lula saiu vitorioso.
A gravação, divulgada pelo STF em 9 de fevereiro, mostra Bolsonaro incentivando vários de seus ministros a empreenderem uma campanha contra as urnas eletrônicas.
"Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições, vai ter o caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha", disse aos seus ministros no vídeo.
- Relação tensa -
Os depoimentos sobre a suposta trama golpista foram determinados por Moraes, à frente de várias investigações contra o ex-presidente e seu entorno.
Moraes, também ministro do STF, é alvo constante de críticas de Bolsonaro.
A defesa solicitou o afastamento de Moraes do caso alegando que lhe falta "a imparcialidade objetiva e subjetiva para decidir nesses autos", já que Moraes aparece no processo como um dos alvos da suposta trama golpista.
Os advogados do ex-presidente também pediram o adiamento de seu depoimento à polícia.
O STF negou os dois pedidos.
Bolsonaro pode "ficar em silêncio" durante sua audiência, mas "não pode decidir" quando comparecer, declarou Moraes, segundo um comunicado do STF.
- "Evento pacífico" em São Paulo -
Apesar das diversas investigações de que é alvo desde que deixou a presidência há 14 meses, o ex-capitão do Exército, de 68 anos, continua liderando a oposição.
Embora, em junho, tenha sido considerado inelegível até 2030 por ter disseminado desinformação sobre o sistema eleitoral brasileiro, na quarta-feira ele disse estar "convencido" de que poderá reverter essa "injustiça".
Sobre a manifestação de domingo em São Paulo, prometeu que será um "evento pacífico" para mostrar "para o Brasil e para o mundo uma fotografia de verde e amarelo" e se defender das acusações contra ele.
A.Motta--PC