-
"Vamos dar tudo", garante Son antes da estreia da Coreia do Sul na Copa contra a República Tcheca
-
Inglaterra encerra sua preparação para Copa do Mundo com vitória sobre a Costa Rica (3-0)
-
Seleção francesa chega a Boston para disputa da Copa do Mundo
-
África do Sul pronta para encarar o México no estádio Azteca, na abertura da Copa de 2026
-
México buscará tirar proveito da vantagem de jogar em casa na Copa, diz técnico Aguirre
-
Vice-presidente dos EUA diz que Netanyahu 'cometeu alguns erros'
-
Ícone do pop francês Patrick Bruel é acusado de estupro e agressão sexual
-
Portugal vence a Nigéria (2-1) em amistoso antes da Copa; CR7 passa em branco
-
Polícia usa canhões de água em segunda noite de protestos na Irlanda do Norte
-
Goleiro mexicano Guillermo Ochoa chega a sua 6ª Copa em meio a elogios e dúvidas quanto à idade
-
Fifa nega ter controle sobre vistos para a Copa do Mundo
-
Importância da parte elétrica dos motores de F1 diminuirá em 2027 e 2028
-
Jogadores terão representação no Conselho da Fifa, anuncia FIFPro
-
Papa abençoa torre mais alta da Sagrada Família, em Barcelona, após missa majestosa
-
Raphinha espera retribuir Ancelotti, seu ex-rival nos clássicos Barça-Real Madrid
-
Mboko se lesiona em jogo de simples em Queen's e é dúvida para torneio de duplas com Serena
-
"É a Copa dele", diz diretor técnico da seleção espanhola, sobre Yamal
-
Marrocos tem três desfalques no treino a três dias de enfrentar o Brasil na Copa
-
Seleção holandesa abre as portas ao público em seu primeiro treino em Kansas City
-
Chefe da Nasa defende tripulação da missão Artemis III, composta apenas por homens
-
Milhares marcham na Bolívia contra governo, que avalia decretar estado de exceção
-
Criança morre baleada em manifestação em defesa das mulheres no Afeganistão
-
Mais do que fincar uma bandeira, o plano é 'viver' na Lua, diz cientista da Nasa sobre Artemis
-
Treino da Seleção Brasileira tem aniversário de Ancelotti e visita de Spike Lee
-
'Nunca vitimizei ninguém', diz Bill Gates em audiência sobre caso Epstein
-
Estádio Azteca, templo de Pelé e Maradona, revive sua história em mais uma Copa do Mundo
-
Chefe do Pentágono visita Guantánamo e adverte Cuba sobre compra de armas
-
Consórcio alemão espera construir novo caça após fracasso do projeto SCAF
-
Ingressos restantes para jogos do México são os mais caros no mercado de revenda da Copa de 2026
-
Inflação dos EUA sobe ao nível mais alto em três anos e pressiona Trump
-
Belfast se prepara para novos incidentes após protestos anti-imigração
-
Bill Gates comparece ao Congresso dos EUA para depor sobre caso Epstein
-
México promete blindar Copa do Mundo de 2026
-
Além do futebol, Copa do Mundo se transforma em uma vitrine musical
-
Protestos ressurgem em uma Venezuela sem a mão de ferro de Maduro
-
Trump alerta que Irã pagará o preço por demorar 'demais' a negociar
-
Papa abençoará a Sagrada Família em Barcelona, a igreja mais alta do mundo
-
Copa do Mundo é momento de risco para dependentes de apostas esportivas
-
Pelúcias de Messi como 'GOAT' fazem sucesso entre torcedores na China
-
Julian Barnes vence o prêmio Princesa das Astúrias de Letras
-
Valeria, uma jovem ucraniana que enfrenta as cicatrizes psicológicas da guerra
-
Suspeito de ataque em Belfast comparece a tribunal após noite de violência
-
Árbitro impedido de entrar nos Estados Unidos é recebido como herói na Somália
-
Nova companhia aérea saudita inicia operações durante guerra no Oriente Médio
-
Número de mortos em terremoto nas Filipinas sobe para 46
-
Candidato republicano apoiado por Trump disputará o governo da Califórnia
-
Irã e EUA anunciam ataques e possibilidade de acordo de paz fica mais distante
-
Com gol de Messi, Argentina vence Islândia (3-0) em amistoso preparatório para Copa
-
EUA bombardeia Irã após acusá-lo de derrubar helicóptero
-
Colômbia vence Paraguai (4-3) e é campeã da Liga das Nações Feminina
Manifestantes pró-União Europeia mantêm mobilização na Geórgia
Milhares de manifestantes partidários da adesão da Geórgia à União Europeia (UE) se concentraram, na noite desta segunda-feira (2), em frente ao Parlamento em Tibilissi pelo quinto dia consecutivo, mas foram dispersos pela polícia, em um momento em que a crise se aprofunda neste país do Cáucaso.
Horas antes, o primeiro-ministro georgiano, Irakli Kobakhidze, prometeu "não negociar" com a oposição, indignada com a decisão do partido governista Sonho Georgiano de adiar os diálogos de adesão à UE, após ser proclamado vencedor das eleições de 26 de outubro.
Esse partido, no poder desde 2012, é acusado por seus críticos de ter um viés autoritário pró-russo.
A Geórgia está mergulhada em uma crise política desde que o Sonho Georgiano proclamou vitória nas legislativas, em meio a denúncias de fraude da oposição e da presidente pró-Ocidente, Salomé Zurabishvili.
Nesta segunda, manifestantes agitaram bandeiras da Geórgia e da União Europeia em frente ao Parlamento, epicentro das tensões, constatou uma jornalista da AFP.
Assim como ocorreu no domingo, as forças de segurança, dispostas em frente ao edifício, usaram jatos d'água para dispersá-los.
Em seguida, reprimiram os manifestantes que ocupavam a praça em frente ao Parlamento, mas milhares continuaram marchando pela avenida Rustavi por volta da 00h30 de terça-feira (17h30 de segunda, horário de Brasília), segundo correspondentes da AFP.
Milhares de manifestantes pró-UE se uniram na cidade portuária de Batumi, a segunda do país, noticiaram veículos de comunicação locais.
Kobakhidze, acusado por seus críticos de ser pró-russo, afirmou, nesta segunda, que os protestos são "financiados pelo exterior" e prometeu que "não haverá revolução na Geórgia".
Ele criticou os países ocidentais por não condenarem a "violência organizada" durante as marchas e pelas críticas contra o uso excessivo da força por parte da polícia.
- Protestos continuam -
Em Tibilissi, os manifestantes se declararam decididos a não voltar atrás.
"Não nos importam suas ordens, violam a lei todos os dias", declarou à AFP Giorgi, de 35 anos. "Temos que ficar aqui e protestar contra essa ditadura que se avizinha".
A presidente Zurabishvili afirmou, nesta segunda, que a mobilização pró-UE não dá sinais de "parar" no país.
"Outra noite impressionante na qual os georgianos defenderam firmemente sua Constituição e sua eleição europeia", escreveu na rede social X.
"A determinação nas ruas não dá mostras de parar", assegurou a presidente, que tem poderes muito limitados e esta em ruptura com o governo.
O partido Sonho Georgiano decidiu, na semana passada, adiar para 2028, as negociações de adesão à União Europeia.
Isso desencadeou protestos maciços contra ele, apesar de a situação sustentar que quer que o país integre a UE até 2030.
A adesão ao bloco europeu consta da Constituição do país, de 11 milhões de habitantes, situado às margens do Mar Negro.
- Mais de 200 detidos -
No domingo, os manifestantes se concentraram em Tibilissi e outras cidades, onde foram dispersos com jatos d'água e gases lacrimogêneos pela polícia, que foi alvo de projéteis e rojões disparados por alguns manifestantes.
O Ministério do Interior informou, nesta segunda, que 21 policiais ficaram feridos nos protestos e distúrbios na mobilização de domingo.
Desde que as manifestações começaram, na quinta-feira passada, mais de 200 pessoas foram detidas, segundo o Ministério.
O movimento de protesto não tem líderes, mas os georgianos mobilizados se dizem determinados a continuar defendendo a aproximação do país da Europa.
Veículos locais reportaram, nesta segunda, paralisações em escolas e empresas. Universidades e escolas "expressam sua solidariedade com os manifestantes em todas as partes da Geórgia", comemorou a presidente Zurabishvili.
Kobajidze descartou convocar novas eleições após a vitória do Sonho Georgiano. "Obviamente que não", respondeu a jornalistas que lhe perguntaram a respeito.
Durante os protestos de domingo, a multidão repetiu palavras de ordem hostis a Moscou.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, declarou, nesta segunda-feira, que o governo georgiano tenta "recuperar a calma".
A Geórgia ainda está muito marcada pela invasão russa em uma breve guerra em 2008 e pela ameaça de uma nova ofensiva, como a da Ucrânia.
A ex-república soviética obteve o status de candidata a integrar a UE em dezembro de 2023, mas o processo foi congelado por Bruxelas, que acusa o Executivo georgiano de adotar medidas que minam a democracia.
C.Cassis--PC