-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
-
Europa se prepara para queda de geração de energia durante eclipse
-
Luca Zidane deixa Granada e assina com Leganés
-
Rybakina derrota Li e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
-
Rebeca Andrade tira nota mais alta do mundo no salto em 2026
-
Rússia nega estar por trás do drone com explosivos encontrado em aeroporto alemão
-
De la Espriella: um milionário pró-Trump na Presidência da Colômbia
-
Vasco anuncia contratação do atacante argentino Facundo Colidio
-
Ex-advogado de Trump pronto para ser confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Espanha lança ultimato à Itália para que levante controles fronteiriços
-
Obras do salão de baile de Trump são bloqueadas em recurso
-
Cambridge revisará seu processo de contratação após escândalo por suposto plágio
-
Novo técnico da Bélgica conversará com Courtois sobre seu futuro na seleção
-
Diretor da McLaren exalta 'harmonia reforçada' entre Norris e Piastri
-
Real Madrid empresta Mastantuono à Fiorentina
-
México e Peru restabelecem relações diplomáticas após ruptura por asilo
-
Bayern de Munique vence Aston Villa em amistoso em Hong Kong
Lágrimas e gritos de alegria em Tel Aviv após libertação de quatro reféns
Uma multidão reunida em uma praça de Tel Aviv gritou quando telas gigantes mostraram o momento da libertação de quatro mulheres israelenses, após mais de 470 dias em cativeiro na Faixa de Gaza.
Centenas de pessoas se reuniram na manhã deste sábado (25) na chamada "Praça dos Reféns", onde foram instalados telões, como na semana passada, quando ocorreu a primeira libertação.
Neste local, centenas de milhares de israelenses se reuniram por 15 meses para pedir a libertação dos sequestrados no ataque sem precedentes do grupo islamista palestino Hamas em Israel em 7 de outubro de 2023.
Neste sábado, a multidão olhava para as telas que mostravam os veículos da Cruz Vermelha chegando à Praça da Palestina, na Cidade de Gaza.
Quando as silhuetas das mulheres apareceram, houve uma explosão de alegria. No meio da multidão, duas mulheres mais velhas se abraçaram emocionadas e jovens choraram de alegria.
- "Todos" -
Uma mulher segurando uma fotografia de Naama Levy, uma das quatro soldados que prestavam serviço militar perto da Faixa de Gaza quando foi sequestrada, estava aos prantos.
Em seus braços, sob o retrato da jovem, sua idade na época do ataque, 19 anos, foi riscada e corrigida. Ela completou 20 anos em cativeiro.
As emissoras de televisão israelenses acompanharam ao vivo a libertação das quatro mulheres, sua posterior transferência ao Exército e o reencontro com suas famílias após 477 dias de cativeiro.
A emoção ressurgiu pouco depois, quando o contra-almirante Daniel Hagari, porta-voz do Exército, apareceu nas telas e anunciou que elas haviam deixado o território de Gaza.
Na multidão, foram vistos cartazes recordando às pessoas que a luta deve continuar para que todos os reféns sejam libertados. Faltam 87. O Exército israelense acredita que 34 deles estejam mortos, mas o número pode ser maior.
Em 7 de outubro de 2023, 251 pessoas foram feitas reféns. Cem foram libertadas em uma primeira trégua em novembro de 2023 e outras foram recuperadas, vivas ou mortas, em operações dos militares israelenses.
O acordo de cessar-fogo assinado entre Israel e Hamas, que entrou em vigor em 19 de janeiro, prevê a libertação de 33 reféns nas primeiras semanas da trégua, em troca da soltura de 1.900 palestinos detidos em Israel.
"Tragam eles para casa agora!", gritou um grupo de mulheres, ecoando o slogan do Fórum das Famílias, a principal associação dos familiares dos sequestrados.
Parte do governo israelense de Benjamin Netanyahu, apoiado pela extrema direita, quer retomar os combates ao final da primeira fase do acordo, o que provavelmente condenaria os últimos reféns.
T.Vitorino--PC