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Oito feridos em ataque 'terrorista' contra protesto por reféns israelenses nos EUA
Pelo menos oito pessoas ficaram feridas no domingo quando um homem, gritando "Palestina Livre!", usou um lança-chamas caseiro para atacar um grupo de manifestantes nos Estados Unidos que exigiam a libertação de reféns israelenses em Gaza.
O FBI está investigando o incidente em Boulder, Colorado, como um "ataque terrorista direcionado" e identificou o suspeito como Mohamed Sabry Soliman, de 45 anos.
O homem foi preso pouco antes da meia-noite desta segunda-feira(2) sob várias acusações, e sua fiança foi fixada em US$ 10 milhões (R$ 57 milhões). A Fox News e a CBS citaram autoridades americanas afirmando que Soliman é cidadão egípcio.
A polícia de Boulder, cidade de pouco mais de 100.000 habitantes no oeste dos Estados Unidos, afirmou que era cedo para determinar os motivos do ataque ocorrido em frente ao um shopping.
A Liga Antidifamação, um grupo ativista judaico, informou no X que o ataque ocorreu durante o evento "Run for Their Lives", um encontro semanal pacífico da comunidade judaica em apoio aos reféns tomados durante o ataque do grupo islamista Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra em Gaza.
"O ataque ocorreu durante um evento semanal pacífico programado", confirmou à imprensa o agente do FBI Mark Michalek.
"As testemunhas informam que o sujeito usou um lança-chamas improvisado e lançou um artefato incendiário contra a multidão", afirmou.
Também ouviram o "suspeito gritar: 'Palestina livre!'", acrescentou Michalek.
A polícia de Boulder informou que os oito feridos, quatro homens e quatro mulheres, têm entre 52 e 88 anos e foram levados a hospitais.
O suspeito também ficou ferido.
- Visto vencido -
Um vídeo que foi atribuído ao ataque mostra um homem sem camisa com garrafas transparentes nas mãos caminhando de um lado para o outro enquanto a grama em frente a ele pega fogo.
Também é possível ouvir quando ele grita "Acabemos com os sionistas!" e "São assassinos!", dirigindo-se a várias pessoas com blusas vermelhas que atendem alguém no chão.
O subchefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, afirmou na rede social X que o homem era um cidadão estrangeiro que "excedeu ilegalmente (o prazo de) seu visto".
A Casa Branca anunciou que o presidente Donald Trump foi "informado" do incidente.
O atentado aconteceu quase duas semanas após o ataque mortal a tiros contra dois funcionários da embaixada israelense em frente ao museu judaico de Washington.
O ministro das Relações Exteriores de Israel condenou no X o "terrível atentado terrorista antissemita direcionado a judeus em Boulder".
"Isso é puro antissemitismo, alimentado pelas calúnias de sangue divulgadas nos meios de comunicação", acrescentou.
O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, afirmou em um comunicado que "o terrorismo contra os judeus não termina na fronteira de Gaza; ele já está incendiando as ruas dos Estados Unidos".
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, denunciou um ataque contra "pessoas pacíficas que queriam expressar sua solidariedade aos reféns mantidos pelo Hamas, simplesmente por serem judeus", segundo um comunicado de seu gabinete.
"Os ataques antissemitas em todo o mundo são uma consequência direta das calúnias assassinas contra o Estado e o povo judeus, e devem acabar", acrescentou.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, também descreveu o incidente como um "ataque terrorista direcionado", enquanto a procuradora-geral, Pam Bondi, o chamou de "ataque antissemita horrível".
F.Moura--PC