-
Andrea Gaudenzi é reeleito para terceiro mandato como presidente da ATP
-
Clubes gastaram quase R$ 10 bilhões na janela de transferências de janeiro
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Para Trump, líderes latino-americanos são 'astutos' por mandar 'gente ruim' aos EUA
-
Trump ataca sistema eleitoral antes das eleições legislativas de meio de mandato
-
Favorito às presidenciais da Colômbia sofre revés nas primárias
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Venezuela avança com anistia sem perdão a violações de direitos humanos
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Starmer descarta renunciar apesar da pressão por caso Mandelson
-
Energia retorna ao leste de Cuba após apagão
-
Ucrânia e Rússia realizam nova troca de prisioneiros
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Cotação do bitcoin registra menor nível desde a reeleição de Trump
-
Manifestantes do Greenpeace protestam contra patrocinador olímpico
-
Brasil, à conquista de Hollywood
-
Aonishiki, lutador de sumô no Japão que fugiu da guerra na Ucrânia
-
Corte de internet vira instrumento de repressão cada vez mais frequente, diz executivo da Proton
-
Governo Trump investiga Nike por suposta discriminação contra pessoas brancas
-
Apresentadora americana pede prova de vida aos sequestradores da mãe
-
Ucrânia, Rússia e EUA prosseguem com negociações de paz nos Emirados Árabes Unidos
-
Leste de Cuba enfrenta apagão
-
Apresentadora americana suplica pela vida de sua mãe aos sequestradores
-
Coroa da imperatriz Eugénie, danificada em roubo no Louvre, será restaurada
-
Expira o último tratado de não proliferação nuclear entre EUA e Rússia
-
Indígenas protestam contra exploração de rios amazônicos para exportação de grãos
-
Apostas no Super Bowl enlouquecem com apresentação de Bad Bunny
-
Guterres considera fim do acordo nuclear entre EUA e Rússia um 'momento sério' para a paz
-
EUA e Irã terão conversas nucleares nesta semana em Omã
-
Lesionado, Shai Gilgeous-Alexander está fora do All-Star Game da NBA
-
Stuttgart vence Holstein Kiel (3-0) e se garante nas semifinais da Copa da Alemanha
-
City volta a vencer Newcastle e vai à final da Copa da Liga contra o Arsenal
-
Com golaço de Endrick, Lyon vence Laval (2-0) e vai às quartas da Copa da França
-
Governo Trump provoca 'erosão democrática' na América Latina, alerta ONG
-
Vítimas de tragédia em Mariana esperam justiça por 'um crime muito grande'
-
Hayes, do Lakers, é suspenso por empurrar mascote do Washington Wizards
-
Envolvido no Caso Epstein, chefe dos Jogos de Los Angeles 2028 é pressionado a renunciar
-
Rússia afirma que não está mais ligada ao tratado Novo Start
-
Martínez segue retido na Venezuela enquanto Corinthians aguarda
-
Principal cartel colombiano suspende diálogos de paz após acordo entre Petro e Trump
-
EUA anuncia retirada 'imediata' de 700 agentes de imigração de Minnesota
-
Pogba fica fora de lista de jogadores do Monaco para mata-mata da Liga dos Campeões
-
Panamá rejeita ameaça da China por anulação de contrato portuário no canal
-
Argentina escolhe Kansas City como base para Copa do Mundo de 2026
-
Após Musk, proprietário do Telegram critica premiê espanhol por seus planos para redes sociais
-
EUA anuncia alianças sobre terras raras com UE, Japão e México
-
Ataques israelenses deixam ao menos 25 mortos em Gaza
-
Após Musk, proprietário do Telegram critica Sánchez por seus planos para redes sociais
Peregrinos muçulmanos rezam no Monte Arafat, ponto culminante do hajj
Peregrinos muçulmanos rezaram nesta quinta-feira (5) no Monte Arafat, ponto culminante da peregrinação do hajj, depois que as autoridades pediram que os fiéis evitem permanecer ao ar livre durante as horas mais quentes do dia.
Milhares de pessoas começaram a se reunir antes do amanhecer ao redor da colina e da planície adjacente, onde se acredita que o profeta Maomé pronunciou seu último sermão.
Alguns chegaram muito cedo, quando está um pouco menos quente, e muitos permanecerão na área por várias horas para as orações e recitações do Alcorão, o momento mais árduo do hajj.
Após o pôr do sol, os peregrinos seguirão para Muzdalifah, no meio do caminho entre Arafat e a cidade de tendas de Mina, onde recolhem pedra para o simbólico "apedrejamento do diabo".
"Isso é algo que eu via todos os anos na televisão durante o hajj e pensava: 'Eu gostaria de estar lá'", comentou Ali, paquistanês de 33 anos e um dos 1,5 milhão de peregrinos que chegaram à Arábia Saudita para a peregrinação.
"Tentei vir (...) nos últimos três anos", acrescentou olhando para o monte. "Me sinto muito abençoado".
Centenas de peregrinos vestidos de branco se aglomeraram no monte, com muitos outros na parte baixa, onde rezam ou registram o momento com fotos.
As autoridades sauditas pediram aos peregrinos que permaneçam em suas tendas nesta quinta-feira entre 10h00 e 16h00, quando o sol do deserto é mais intenso.
As temperaturas superaram 40ºC este ano, durante uma das maiores congregações religiosas do mundo. As autoridades intensificaram os esforços para evitar a repetição do que aconteceu no hajj do ano passado, quando 1.301 pessoas morreram sob temperaturas que chegaram a 51,8ºC.
"Cheguei cedo para (evitar) o sol e depois vou rezar dentro da minha tenda", declarou o sírio Adel Ismail, de 54 anos.
- Infraestrutura -
As autoridades ampliaram este ano a infraestrutura, mobilizaram milhares de funcionários adicionais e disponibilizaram um arsenal de ferramentas de alta tecnologia para ajudar a controlar as multidões.
Também aumentaram as áreas com sombra em 50.000 metros quadrados, convocaram milhares de médicos adicionais e instalaram mais de 400 unidades de resfriamento, informou à AFP o ministro para o Hajj.
Segundo as autoridades, a maioria das mortes de 2024 foi de peregrinos não registrados, sem acesso a serviços como tendas e ônibus com ar condicionado.
Também endureceram o controle dos peregrinos não registrados que tentam entrar em Meca, com operações e vigilância com drones.
As permissões para o hajj são distribuídas nos países sob um sistema de cotas e entregues por sorteio aos indivíduos. O custo elevado, no entanto, leva inclusive pessoas que recebem a permissão a tentar cumprir a peregrinação de maneira ilegal, apesar do risco de detenção e deportação.
As grandes multidões na peregrinação já provocaram tragédias, como em 2015, quando um tumulto durante o "apedrejamento do diabo" em Mina deixou 2.300 mortos.
A Arábia Saudita, sede dos santuários islâmicos de Meca e Medina, arrecada bilhões de dólares com o hajj e outras peregrinações anuais.
E.Paulino--PC