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Ucrânia detém suspeito de matar ex-presidente do Parlamento
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta segunda-feira (1º) a prisão de um suspeito do assassinato do ex-presidente do Parlamento Andrii Parubii.
O Ministério do Interior ucraniano sugeriu que o ataque deste sábado foi planejado cuidadosamente, apoiando a versão de Zelensky de que se tratou de uma ação intencional.
Figura de destaque dos movimentos pró-Europa e presidente do Parlamento de 2016 a 2019, Parubii, 54, foi morto a tiros neste sábado, na cidade de Lviv.
Zelensky disse que foi informado sobre a prisão do suspeito pelo ministro do Interior e pelo chefe do serviço de segurança. "As investigações necessárias estão em andamento. Agradeço às nossas forças de ordem por seu trabalho rápido e coordenado", publicou nas redes sociais.
Após conversar com o chefe do Ministério Público, Ruslan Kravchenko, Zelensky acrescentou: "O suspeito prestou seu depoimento inicial. Investigações urgentes estão em andamento para determinar todas as circunstâncias desse assassinato."
O chefe da inteligência militar ucraniana, Kirilo Budanov, afirmou no aplicativo Telegram que Parubii havia sido "assassinado pelas balas do inimigo", em referência à Rússia. Já o ministro do Interior destacou na mesma plataforma que dezenas de policiais e agentes de segurança haviam participado da operação para prender o suspeito.
"No momento, não haverá muitos detalhes. Direi apenas que o crime foi planejado cuidadosamente. O horário dos deslocamentos da vítima foi estudado, a rota foi traçada e um plano de fuga foi elaborado", informou Igor Klimenko.
O canal de TV público ucraniano Suspilne citou fontes segundo as quais o atirador estava vestido como entregador e usava uma bicicleta elétrica. Já a imprensa da Rússia destacou que Parubii era procurado por autoridades russas desde 2023.
J.Oliveira--PC