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'Diddy' Combs recebe pena de mais de 4 anos de prisão
O rapper e empresário musical Sean "Diddy" Combs foi condenado nesta sexta-feira (3) a quatro anos e dois meses de prisão, por acusações de tráfico de pessoas com fins de prostituição.
A promotoria havia pedido 11 anos de prisão, mas o juiz Arun Subramanian anunciou uma sentença de 50 meses e uma multa de 500 mil dólares (2,6 milhões de reais).
A audiência de sentença teve início hoje em um tribunal de Nova York, na presença da família de Diddy. Ao se dirigir ao local, o rapper disse que estava "verdadeiramente arrependido" de suas ações, e pediu ao juiz "uma nova chance": "Peço misericórdia."
Ao final, Subramanian se dirigiu às vítimas que testemunharam no julgamento, expressando solidariedade. "Nós as ouvimos", afirmou, após relatos detalhados e dolorosos sobre abusos prolongados, coercitivos e devastadores atribuídos a Combs.
"O número de pessoas atingidas é incalculável", acrescentou o magistrado, em referência às ex-companheiras do artista, que não compareceram à audiência. "Elas enfrentaram o poder. Não é fácil."
Segundo o juiz, a lei o obrigava a impor uma sentença proporcional à gravidade dos crimes, que "causaram danos irreparáveis a duas mulheres". Também observou que a pena aplicada ficou abaixo da recomendação da equipe de condicional, de 70 a 87 meses.
"Espero que o senhor aproveite esta segunda chance", disse ele a Combs.
Entre lágrimas, o rapper pediu desculpas à família e às vítimas antes da sentença. Chamou seu comportamento de "repugnante, vergonhoso e doentio" e alegou que estava "doente, perdido nas drogas e fora de controle".
Durante a audiência, os seis filhos adultos de Combs realizaram uma emotiva súplica a favor de seu pai, e o mais velho, Quincy Brown, afirmou que ele era "um homem mudado". "Por favor, por favor, deem à nossa família a oportunidade de nos curarmos juntos", pediu uma de suas filhas, D'Lila Combs.
- Carta ao juiz -
Em carta enviada ontem ao juiz, Diddy, 55, pediu perdão e "misericórdia", e disse estar "arrasado" pelo que fez após se perder "nas drogas e nos excessos".
"Peço misericórdia ao meritíssimo", disse. "Imploro misericórdia ao meritíssimo."
Em julho, após dois meses de deliberações, o júri rejeitou as acusações mais graves de tráfico sexual e conspiração contra o rapper, o que evitou uma pena de prisão perpétua. No entanto, Diddy foi condenado por duas acusações de tráfico de pessoas com fins de prostituição.
A cantora Cassie Ventura, que namorou o rapper entre 2007 e 2018, pediu que o juiz levasse em conta "as muitas vidas que Sean Combs afetou".
"Ainda tenho pesadelos, flashbacks diários e continuo precisando de tratamento psicológico", escreveu em carta, afirmando que ela e sua família deixaram Nova York por medo de represálias caso o astro ficasse em liberdade.
Diddy, que durante o julgamento aparentava mais idade, com cabelo e barba grisalhos, foi acusado de obrigar mulheres — incluindo Cassie e uma parceira mais recente que prestou depoimento sob o pseudônimo de "Jane" — a participar de maratonas sexuais com garotos de programa enquanto ele se masturbava ou filmava.
O rapper também foi acusado de criar uma rede criminosa para organizar essas atividades, conhecidas como "freak-offs" ou "noites no hotel".
"Toda a sala do tribunal viu imagens reais de Combs me chutando e socando enquanto eu tentava escapar de uma 'freak-off' em 2016", escreveu Cassie.
Após proferir a sentença, o juiz Subramanian enfatizou que o tempo na prisão não seria para o resto da vida. "Vocês vão superar isso," disse o juiz a ele e à sua família.
L.E.Campos--PC