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Marinha peruana realiza buscas por desaparecidos após deslizamento que deixou 12 mortos
Brigadas da Marinha estão à procura de pelo menos 30 desaparecidos, após um deslizamento de terra que afundou duas embarcações nesta segunda-feira (1º), que estavam ancoradas, e matou 12 ocupantes, entre eles quatro crianças, na região central do Peru.
O deslizamento ocorreu de madrugada no remoto porto fluvial de Iparia, na região de Ucayali.
"São 12 falecidos. Inicialmente tínhamos 20 pessoas feridas, que já receberam alta", disse à AFP o diretor regional de Saúde, Patrich Pantoja, por telefone.
O deslizamento atingiu as duas embarcações que estavam ancoradas, uma das quais havia partido horas antes do porto de Pucallpa, capital de Ucayali, com cerca de 65 ocupantes com destino a comunidades indígenas afastadas.
O outro barco estava desocupado. "Temos aproximadamente entre 30 e 36 desaparecidos", acrescentou Pantoja. A maioria das vítimas é indígena.
Imagens transmitidas pelo canal UTV Noticias de Ucayali no Facebook mostraram várias pessoas correndo desesperadas pela margem arenosa enquanto, ao fundo, era possível ver malas e mercadorias flutuando.
"Caiu um barranco muito grande e a embarcação afundou muito rápido. As pessoas saíram pelas janelas para se salvar", disse Victorino, um dos sobreviventes, ao site Comunidad Nativa Puerto Belen em Iparia.
A autoridade regional de saúde detalhou que há quatro crianças entre os falecidos.
- Busca difícil -
A Marinha está à frente dos trabalhos de busca com um barco e o apoio aéreo da polícia.
O Ucayali é um rio caudaloso com a presença de troncos e redemoinhos, o que dificulta os trabalhos, afirmou Jonathan Novoa, em contato telefônico com a AFP de Pucallpa, que fica a cerca de 14 horas de barco do local da tragédia.
"Estamos em época de cheia [...] e na hora do acidente havia neblina e as tarefas são complicadas", afirmou o capitão.
As forças de resgate seguiam atrás do paradeiro dos desaparecidos na tarde desta segunda.
Contudo, o oficial acrescentou que os trabalhos poderiam ser suspensos com o avançar da noite por "problemas de visibilidade", até a manhã de terça-feira.
As autoridades investigam se o bote chegou a Iparia com excesso de passageiros.
O diretor regional de Saúde não descartou que o transporte dessas pessoas tivesse sido feito de "maneira informal", sem as respectivas medidas de segurança.
O último acidente fluvial com um número elevado de vítimas tinha ocorrido no rio Huallaga, na Amazônia peruana, em agosto de 2021, quando duas embarcações de passageiros colidiram de frente em meio à neblina.
Vinte e duas pessoas morreram nesse acidente e uma das embarcações estava com excesso de passageiros, de acordo com as autoridades.
A.Seabra--PC