-
Volvo 850 T-5R: O desportivo familiar que redefiniu a marca nos anos 90
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
Membros de gangues matam sete policiais na Guatemala após repressão a motins
O governo da Guatemala acusou neste domingo (18) grupos criminosos de matar sete policiais em vários atentados, por sua recusa a negociar com essas gangues a transferência de seus líderes para uma prisão menos restritiva.
As gangues Barrio 18 e sua rival Mara Salvatrucha (MS-13), consideradas "organizações terroristas" por Estados Unidos e Guatemala, são acusadas no país de assassinatos, extorsão e tráfico de drogas.
As mortes ocorreram um dia depois que membros de gangues fizeram 46 reféns em três presídios do país. Uma das prisões já foi recuperada.
A maior parte dos reféns eram agentes penitenciários. Neste domingo, com operações para retomar o controle das unidades prisionais, autoridades conseguiram libertar nove deles.
"Estou muito consternado pela morte de sete agentes da Polícia Nacional Civil que foram atacados covardemente por esses terroristas em resposta às ações que o Estado da Guatemala realiza contra eles", disse o ministro do Interior, Marco Antonio Villeda. Segundo ele, outros dez policiais foram feridos nos ataques e um suposto membro de um grupo criminoso foi morto.
Desde a manhã de ontem, membros de gangues mantinham 45 agentes penitenciários e um psiquiatra como reféns, para exigir que seus líderes sejam levados para prisões com menos medidas restritivas, um pedido que foi negado pelo governo.
"Não estou disposto a pactuar ou devolver a eles seus privilégios, ou mesmo conceder algum tipo de consideração", disse Villeda.
- Primeiro presídio liberado -
Neste domingo, autoridades conseguiram retomar o controle do presídio de segurança máxima Renovación I, na localidade de Escuintla, e libertar nove reféns mantidos por membros de grupos criminosos.
Ao amanhecer, militares entraram com tanques e lançaram gás lacrimogêneo. Após 15 minutos, conseguiram controlar o presídio e retirar os reféns.
O Ministério do Interior publicou no X um vídeo que mostra os agentes levando algemado e com manchas de sangue o suposto líder da organização criminosa Barrio-18 na Guatemala.
"Foi uma operação que se desenrolou sem baixas de nenhum dos lados e na qual conseguiu-se resgatar com vida os nove reféns", afirmou Villeda.
Os membros de gangues ainda mantêm 28 reféns no centro prisional Fraijanes II e outros nove em Preventivo, a leste e na periferia da capital guatemalteca, respectivamente.
O ministro informou que o governo está "dialogando" com os amotinados para conseguir a libertação, mas insistiu em que o Estado "não vai se ajoelhar diante desses criminosos".
Em outubro, autoridades guatemaltecas informaram que 20 líderes da facção Barrio 18 haviam fugido de uma prisão, o que provocou o afastamento da cúpula de segurança. Seis deles foram recapturados e outro foi morto a tiros.
E.Paulino--PC