-
Sem Arrascaeta, Flamengo enfrenta Independiente Medellín na Libertadores
-
Primeiro contágio de hantavírus em cruzeiro não poderia ter ocorrido no navio ou em escala, segundo OMS
-
Rússia pede a diplomatas que evacuem Kiev diante de possível ataque
-
Anthropic utilizará centros de dados da SpaceX para sua IA
-
'Não levaram o problema suficientemente a sério', diz passageiro de cruzeiro com hantavírus
-
PSG elimina Bayern e vai enfrentar Arsenal na final da Champions
-
Democratas acusam secretário de Comércio de Trump de encobrir caso Epstein
-
Trump considera 'muito possível' acordo de paz com Irã, mas mantém ameaças
-
Em um ano eleitoral difícil, Lula visita Trump em Washington
-
Trump vê possibilidade de acordo com Irã, mas mantém ameaças
-
Ex-presidente francês Sarkozy não precisará usar tornozeleira eletrônica novamente
-
Fora da Copa, mas com Sinner: tênis desafia reinado do futebol na Itália
-
Anistia Internacional designa dois líderes indígenas na Guatemala como 'prisioneiros de consciência'
-
Países asiáticos ainda não assinaram acordo para transmitir a Copa do Mundo
-
Fifa amplia punição do argentino Prestianni, que pode cumprir suspensão na Copa
-
Ted Turner, fundador e 'alma' da CNN, morre aos 87 anos
-
Neymar e Robinho Jr. fazem as pazes após briga em treino
-
Trump aumenta pressão para alcançar acordo de paz e ameaça Irã com novos bombardeios
-
Ted Turner, fundador da CNN, morre aos 87 anos
-
Navio de cruzeiro com surto de hantavírus vai atracar nas Canárias
-
Prêmio Princesa de Astúrias reconhece criatividade do Studio Ghibli
-
Tribunal israelense rejeita libertação de Thiago Ávila e de ativista espanhol-palestino
-
Bienal de Veneza inicia com polêmica por presença da Rússia
-
Eleições locais no Reino Unido, um teste difícil para um governo trabalhista em baixa
-
Tradição, Trump e tênis: cinco pontos sobre o papa Leão XIV
-
Pontificado de Leão XIV: um ano de moderação ofuscado pela crise com Trump
-
Passageiros com suspeita de hantavírus são retirados de navio e levados aos Países Baixos
-
Papa Leão XIV celebrará missa na Sagrada Família de Barcelona em 10 de junho
-
Venezuela defende na CIJ seu direito 'irrenunciável' à região de Essequibo
-
Rússia ataca Ucrânia durante cessar-fogo decretado por Kiev
-
Rolling Stones lançarão novo álbum 'Foreign Tongues' em 10 de julho
-
Casemiro acha "difícil" United renovar seu contrato, apesar dos apelos da torcida
-
Trump suspende operação de escolta de navios em Ormuz para impulsionar acordo com Irã
-
Palmeiras vence Sporting Cristal (2-0) e assume liderança do Grupo F da Libertadores
-
Adolescente abre fogo em escola no Acre e deixa dois mortos
-
Musk 'ia me bater', diz cofundador da OpenAI em julgamento nos EUA
-
Hulk assina com Fluminense até o fim de 2027
-
Luis Díaz e Olise, os parceiros de Kane na 'operação virada' contra o PSG
-
Três casos suspeitos de hantavírus em cruzeiro serão evacuados para Cabo Verde
-
Bombardeios russos na Ucrânia deixam mais de 20 mortos horas antes de possível trégua
-
Arsenal vence Atlético de Madrid (1-0) e vai à final da Champions
-
Transportadores fazem greve e bloqueiam estradas na Bolívia devido à crise de combustíveis
-
Corinthians aposta em Lingard para tentar garantir classificação antecipada na Libertadores
-
Exército dos EUA diz estar preparado para retomar combates contra Irã se receber ordem para isso
-
Trump diz perante grupo de crianças que faz exercícios 'um minuto por dia'
-
Morre José 'Piculín' Ortiz, lenda do basquete porto-riquenho
-
Edin Terzic é o novo técnico do Athletic Bilbao
-
Estêvão volta ao Brasil para tratar lesão com objetivo de ir à Copa do Mundo
-
Lula pode se reunir com Trump em Washington na quinta-feira
-
Molière volta aos palcos graças a peça criada com IA
Quase 6 mil pessoas morreram em protestos no Irã, afirma ONG dos EUA
Um grupo de direitos humanos com sede nos Estados Unidos declarou nesta segunda-feira (26) que confirmou a morte de quase 6 mil pessoas nas manifestações duramente reprimidas no Irã, onde os Estados Unidos nunca descartaram uma intervenção militar.
Os protestos que sacodem a República Islâmica começaram no fim de dezembro contra o custo de vida, mas se transformaram em um movimento contra o regime teocrático estabelecido desde a revolução de 1979.
Grupos de direitos humanos acusaram as autoridades de atirar diretamente contra os manifestantes e de bloquear o acesso à Internet desde 8 de janeiro para ocultar a dimensão da repressão.
Os líderes religiosos seguem no poder apesar do desafio representado pelos protestos, e opositores do sistema veem na intervenção externa o motor mais provável de mudança.
O presidente americano, Donald Trump, mantém sobre a mesa a opção de uma intervenção militar e informou que Washington enviou uma frota da Marinha à região.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã reagiu nesta segunda-feira e advertiu que responderia de forma "contundente" a qualquer "agressão".
As ONGs que monitoram o número de vítimas da repressão denunciaram que seu trabalho foi dificultado pelo bloqueio da Internet. Também advertiram que os números citados pelas autoridades provavelmente são muito inferiores ao total real de vítimas.
A organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, afirmou ter confirmado a morte de 5.848 pessoas, entre elas 209 integrantes das forças de segurança.
No entanto, o grupo acrescentou que ainda investiga outras 17.091 possíveis mortes. Segundo a organização, ao menos 41.283 pessoas foram detidas.
Em seu primeiro balanço oficial dos protestos, as autoridades iranianas informaram na semana passada 3.117 mortes, a maioria de integrantes das forças de segurança ou de transeuntes inocentes assassinados por "vândalos".
- "Estamos vigiando o Irã" -
O observatório Netblocks confirmou que o bloqueio da Internet segue em vigor e afirmou que busca ocultar "a dimensão da repressão mortal contra a população civil".
No fim de semana passado, o canal de televisão em farsi Iran International, com sede no exterior, afirmou que mais de 36.500 pessoas foram mortas pelas forças de segurança entre 8 e 9 de janeiro, citando relatórios, documentos e fontes. Não foi possível verificar imediatamente essa informação.
Enquanto isso, os Estados Unidos concentram forças na região e Trump mantém aberta a possibilidade de uma intervenção militar, após ameaçar Teerã no auge dos protestos.
"Estamos vigiando o Irã", afirmou o presidente americano. "Prefiro que nada aconteça, mas estamos vigiando muito de perto", insistiu.
A imprensa americana informou que Washington enviou o porta-aviões USS Abraham Lincoln à região.
Em junho, os Estados Unidos intervieram brevemente na guerra de Israel contra o Irã, atacando instalações nucleares iranianas.
Israel também bombardeou o programa de mísseis balísticos de Teerã e matou vários altos funcionários de segurança iranianos durante os 12 dias de conflito.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, advertiu contra uma eventual intervenção e disse que o país tinha "confiança em suas próprias capacidades".
"A chegada de um navio de guerra desse tipo não afetará a determinação e a seriedade do Irã para defender a nação", afirmou, em aparente referência ao USS Abraham Lincoln.
F.Carias--PC