-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
Diddy pede a tribunal de apelações dos EUA que revogue sua pena
Os advogados de Sean "Diddy" Combs instaram, nesta quinta-feira (9), um tribunal de apelações em Nova York a revogar a pena de prisão de mais de quatro anos imposta ao rapper, produtor musical e empresário americano por crimes relacionados à prostituição.
Combs, de 56 anos, foi condenado em outubro após um julgamento que detalhou os supostos "freak-offs" que ele organizava: maratonas sexuais com a participação de homens contratados, sua ex-namorada Casandra Ventura e outra mulher não identificada.
Um júri o considerou culpado no ano passado por dois crimes relacionados ao transporte de pessoas com fins de prostituição, mas o absolveu das acusações mais graves, como tráfico sexual e crime organizado.
O artista, também conhecido como Puff Daddy ou P. Diddy, não esteve presente nesta quinta no tribunal em Manhattan. Sua advogada, Alexandra Shapiro, tentou convencer um painel de três juízes de que a sentença de quatro anos e dois meses era injustificadamente longa para os crimes cometidos.
"As provas em que o juiz se baseou eram totalmente alheias e, na verdade, correspondiam a condutas pelas quais ele foi absolvido", afirmou Shapiro.
A advogada alegou que o juiz distrital Arun Subramanian não deveria ter levado em consideração as provas que indicavam que Combs proferiu ameaças contra Ventura e a outra mulher, já que estavam relacionadas às acusações das quais ele foi absolvido.
Os promotores discordaram e apontaram um incidente em que Combs mostrou a Ventura vídeos dela participando de festas sexuais, horas antes de ocorrer outro "freak-off", numa aparente tentativa de assegurar que sua ex-namorada continuasse participando.
"Esses incidentes estão especificamente vinculados ao transporte", declarou ao tribunal a promotora Christy Slavik.
Em determinado momento, Slavik recorreu a uma analogia com uma pizza para ilustrar seu argumento de como certas "fatias" das provas eram pertinentes para a decisão final sobre a sentença.
O tribunal não emitiu uma decisão imediata no caso, qualificado como "excepcionalmente difícil" pelo juíz William Nardini.
Combs recorreu de sua condenação, embora esse aspecto não tenha sido abordado em detalhes durante a audiência desta quinta. Atualmente ele está detido na prisão de baixa segurança de Fort Dix, em Nova Jersey, e sua libertação está prevista para 2028.
A.Magalhes--PC