-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
São Paulo enfrenta greve dos transportes contra plano de privatizações
Os moradores da cidade de São Paulo enfrentam dificuldades de deslocamento nesta terça-feira (28), devido a uma greve dos transportes contra um plano de privatizações do governo estadual, que prometeu não recuar.
A paralisação foi convocada pelos sindicatos ferroviários e metroviários em repúdio a um projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa paulista que prevê a privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Os sindicatos também são contra os planos de permitir a iniciativa privada no próprio setor dos transportes.
Trata-se da terceira greve nos transportes este ano em São Paulo, onde vivem mais de 11,4 milhões de pessoas.
O protesto afeta total ou parcialmente quatro linhas de metrô e quatro de trens.
Os ônibus viajavam lotados, enquanto algumas estações de trem fechadas exibiam faixas alertando sobre a paralisação e com mensagens contra as privatizações.
“Péssimo! Estou andando na rua desde as 5h da manhã, tentando pegar um ônibus para chegar no trabalho e está difícil”, disse à AFP o cabeleireiro Richard Pencov, de 30 anos.
“Não aceitar essa posição é não aceitar o resultado das urnas, não aceitar a opinião diferente”, acrescentou.
Freitas afirmou que seu governo enviou aos sindicatos um comunicado para advertir sobre possíveis sanções aos grevistas caso não mantenham um serviço mínimo, de acordo com uma decisão da justiça trabalhista.
Nogueira--PC