-
Volvo 850 T-5R: O desportivo familiar que redefiniu a marca nos anos 90
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
Economia global caminha para 'pouso suave', diz FMI
A economia mundial caminha para um "pouso suave", declarou a porta-voz do FMI, Julie Kozack, nesta quinta-feira (11), ao observar que a inflação ao redor do mundo pode ser moderada sem registrar recessão.
No ano passado, a economia foi "mais resiliente do que esperávamos", disse Kozack em uma coletiva de imprensa em Washington, dias antes de uma atualização das previsões econômicas do Fundo Monetário Internacional (FMI).
A instituição financeira espera que esta resiliência se mantenha em 2024.
"Nossa visão geral nas previsões é que nos direcionamos para um pouso suave da economia global", ressaltou a porta-voz, utilizando uma expressão que faz referência a uma moderação da inflação que não gera recessão devido às altas taxas de juros adotadas em todo o mundo para conter o aumento dos preços.
A elevação nestas taxas encarece o crédito e desestimula o consumo e o investimento, o que acaba reduzindo a pressão sobre os preços.
Em outubro, o FMI estimou que o crescimento mundial seria de 3% em 2023, um pouco melhor do que a previsão anterior. Para 2024 é esperada uma expansão de 2,9%.
Kozack sinalizou em particular que países com baixas arrecadações estão tendo dificuldades para "se recuperarem da série de choques" recebidos, "incluindo a pandemia" e o aumento no preço dos alimentos e do petróleo.
C.Amaral--PC