-
Volvo 850 T-5R: O desportivo familiar que redefiniu a marca nos anos 90
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
Japão ainda está longe de alcançar a paridade de gênero nas eleições legislativas
A proporção de mulheres candidatas nas eleições legislativas do Japão de 8 de fevereiro aumentou muito pouco, apesar de Sanae Takaichi ter se tornado a primeira mulher a chefiar o governo do país no ano passado, informou a mídia local nesta quarta-feira (28).
Takaichi assumiu o cargo em outubro, mas nomeou um governo predominantemente masculino, apesar de sua promessa de promover a paridade de gênero.
Segundo o jornal Asahi Shimbun e outros veículos de comunicação, 24% dos 1.285 candidatos à Câmara Baixa são mulheres, um recorde, mas apenas 1% a mais do que nas eleições legislativas anteriores.
Em 2020, o governo estabeleceu a meta de que 35% dos candidatos à Câmara Baixa — a casa mais poderosa do Parlamento — seriam mulheres até 2025.
"A posse da primeira-ministra Takaichi não parece ter desencadeado um movimento forte dentro do Partido Liberal Democrático (PLD, no poder) para aumentar significativamente o número de candidatas", disse Yuki Tsuji, professora da Universidade Tokai e cientista política, à AFP.
Segundo a agência de notícias Jiji Press, a proporção de candidatas mulheres no PLD é de cerca de 12,8%, uma queda de mais de três pontos percentuais em comparação com a última eleição.
A presença de mulheres ou candidatos que representam a diversidade também é escassa em alguns partidos da oposição, destaca Tsuji.
A especialista atribui isso, em parte, à dissolução inesperada da Câmara Baixa na semana passada, que "deixou pouco tempo para nomear candidatos".
O partido com a maior proporção de mulheres é o Sanseito, pequena formação ultranacionalista em plena ascensão, que conta com 82 mulheres entre seus 190 candidatos, ou seja, cerca de 43%.
Apesar de sua promessa de alcançar níveis de representatividade "ao estilo nórdico" em seu governo, Takaichi nomeou apenas duas mulheres para um gabinete de 19 membros.
A.S.Diogo--PC