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Empresária do caso Ronaldinho é enviada para a prisão no Paraguai
A Justiça do Paraguai enviou para a prisão nesta segunda-feira (13) uma empresária paraguaia acusada de ter fornecido documentos falsificados a Ronaldinho Gaúcho, motivo pelo qual o ex-jogador brasileiro ficou detido por quase seis meses em 2020, em Assunção.
Dalia López foi detida no último dia 2 na capital paraguaia, após passar seis anos foragida, e estava sob custódia em uma sede da polícia. O juiz Francisco Acevedo alegou hoje "risco de fuga" e determinou que Dalia deve permanecer em prisão preventiva em Emboscada, a 35 km de Assunção.
Dalia é acusada de associação criminosa e de ter fornecido documentos falsos a Ronaldinho e a seu irmão e empresário, Roberto de Assis Moreira. A empresária, 55, havia organizado a visita de Ronaldinho Gaúcho ao Paraguai para participar de um evento beneficente. Ao chegar ao país, o ex-jogador foi detido por apresentar passaporte e documento de identidade falsos.
Ronaldinho passou quase um mês na prisão do Grupo Especializado da Polícia de Assunção e teve que pagar uma fiança de US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 8 milhões) antes de ser colocado em prisão domiciliar juntamente com seu irmão. Os dois ficaram hospedados em um hotel na capital paraguaia até conseguirem a liberdade.
Até o momento, 18 pessoas foram indiciadas por ligação com o caso.
A.Aguiar--PC