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China anuncia negociação com EUA para reduzir tarifas
A China concordou em trabalhar com os Estados Unidos para reduzir as tarifas que afetam dezenas de bilhões de dólares em produtos das duas partes, segundo um comunicado do governo chinês publicado nesta quarta-feira (20), poucos dias após a visita do presidente Donald Trump a Pequim.
As duas maiores economias do mundo passaram boa parte de 2025 envolvidas em uma guerra comercial intensa, até que os dois presidentes, Trump e Xi Jingping, estabeleceram uma trégua de um ano durante um encontro na Coreia do Sul, em outubro.
Como resultado da reunião de cúpula na semana passada, os países criaram um conselho comercial, no qual "as partes concordaram, em princípio, em debater um acordo-quadro para a redução recíproca de tarifas sobre produtos de escala equivalente", segundo o comunicado divulgado pelo Ministério do Comércio chinês.
Os cortes tarifários previstos afetarão mercadorias no valor de "30.000 dólares ou mais para cada parte", acrescenta o documento publicado na internet e atribuído a um funcionário sob anonimato.
A China espera que "a parte americana cumpra o compromisso" assumido durante a recente rodada de negociações, acrescentou a pasta, que pediu uma prorrogação dos acordos de trégua comercial estabelecidos no ano passado.
O Ministério do Comércio também informou que o país restabelecerá os registros de alguns exportadores de carne bovina dos Estados Unidos, após sua expiração no ano passado, no momento de maior tensão com Washington.
Ao confirmar outro resultado da reunião entre Xi e Trump, o ministério afirmou que a China comprará 200 aviões do grupo americano Boeing, mas não citou o modelo.
A imprensa americana informou nos últimos meses que Pequim estava prestes a fazer um grande pedido ao grupo Boeing que incluiria 500 aviões de corredor único 737 MAX e quase 100 modelos 787 Dreamliners e 777 de maior porte.
A respeito das terras raras, um setor crítico dominado pela China e alvo de severas restrições às exportações implementadas no ano passado, o comunicado não revela muitos detalhes.
"As partes trabalharão juntas para estudar e resolver as preocupações legítimas e legais de cada uma", afirma.
F.Ferraz--PC