-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
Carro invade casa em Andwil após fuga da polícia; edifício é considerado inseguro
Maratonista queniano Lawrence Cherono é suspenso por 7 anos por doping
O queniano Lawrence Cherono, vencedor das maratonas de Boston e de Chicago em 2019, foi suspenso por sete anos por doping, anunciou a Unidade de Integridade do Atletismo (AIU) nesta quarta-feira (10).
O fundista de 35 anos, 12º melhor maratonista da história com o tempo de 2h03:04, conseguido em 2020, testou positivo para trimetazidina, um medicamento utilizado para prevenir a angina, em um exame realizado no dia 23 de maio de 2022.
"A AIU suspendeu Lawrence Cherono pelo período de sete anos a partir de 16 de julho de 2022 [data do início da suspensão provisória] pela presença/utilização de uma substância proibida e manipulação ou tentativa de manipulação no teste antidoping", informou o órgão em comunicado.
O exame positivo rendeu ao atleta quatro anos de suspensão e o resto da punição se deu pelas "falsas declarações e apresentação de documentos fraudulentos para justificar seu teste positivo", explicou a AIU.
Cherono, quarto colocado na maratona dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2021, está suspenso, portanto, até julho de 2029.
O queniano não participa de uma prova desde abril de 2022 (segundo na Maratona de Boston) e recebeu a suspensão provisória pouco antes do Mundial de Atletismo de Eugene (Estados Unidos), realizado em julho daquele ano.
O Quênia e seus atletas especialistas em corridas de resistência protagonizaram diversos casos de doping nos últimos anos.
A AIU, órgão independente encarregado especialmente dos testes e das investigações desde 2017, denunciou em abril de 2023 que existia um sistema de dopagem em grande escala no país africano.
V.F.Barreira--PC