-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
Carro invade casa em Andwil após fuga da polícia; edifício é considerado inseguro
Estádios com pouco público marcam primeiros dias do futebol olímpico
Embora os organizadores dos Jogos Olímpicos de Paris-2024 comemorem ter batido recordes de venda de ingressos, os dois primeiros dias dos torneios de futebol, tanto masculino quanto feminino, tiveram públicos baixos em alguns dos estádios.
Na quarta-feira (24), durante o primeiro dia do torneio masculino, enquanto a anfitriã França jogou diante de quase 60 mil espectadores em Marselha na vitória por 3 a 0 sobre os Estados Unidos, Guiné e Nova Zelândia duelaram em Nice diante de 5 mil pessoas em um estádio com capacidade para 35 mil.
Em Paris, as duas partidas do primeiro dia no Parque dos Príncipes (Espanha-Uzbequistão e Mali-Israel) atraíram o maior número de espectadores, mas, em Bordeaux, o duelo Japão-Paraguai teve 12 mil espectadores em um estádio para 41 mil, enquanto a partida entre Ucrânia e Iraque em Lyon foi disputada com grande parte das arquibancadas vazias.
O torneio feminino começou nesta quinta-feira (25) com dois duelos de destaque: Alemanha-Austrália em Marselha e Canadá-Nova Zelândia em Saint-Étienne. Mas ambos tiveram apenas alguns milhares de espectadores em grandes estádios, com capacidade para 65 mil e 42 mil pessoas, respectivamente.
No caso da partida em Saint-Étienne, menos de 3 mil pessoas acompanharam nas arquibancadas o jogo entre canadenses e neozelandesas. Este é um dos piores públicos da história do futebol olímpico, sem contar os Jogos de Tóquio em 2021, que foi disputado com portões fechados e em uma bolha sanitária devido à pandemia de covid-19.
"É decepcionante, especialmente para os Jogos Olímpicos. Sei que todo mundo está em Paris", lamentou a zagueira canadense Vanessa Gilles.
Os organizadores dos Jogos optaram, em alguns casos, como em Bordeaux, por não fornecer números oficiais exatos de público.
T.Resende--PC