-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
Carro invade casa em Andwil após fuga da polícia; edifício é considerado inseguro
Brasil vence Espanha (4-2) e vai enfrentar EUA na final olímpica do futebol feminino
O Brasil disputará a final do futebol feminino contra os Estados Unidos, sua primeira desde 2008, após vencer a campeã mundial Espanha por 4 a 2 nesta terça-feira (6), em Marselha, com uma grande exibição.
As brasileiras abriram o placar com um gol contra logo no início da capitã espanhola Irene Paredes (6'), e ampliaram por meio de um chute da atacante Gabi Portilho nos acréscimos do primeiro tempo (45'+4).
Na segunda etapa, Adriana marcou o terceiro de cabeça (72') e Kerolin fez o quarto (90'+1).
Os gols da Espanha foram marcados pela atacante Salma Paralluelo (85' e 90'+12).
O Brasil, que nunca conquistou a medalha de ouro no futebol feminino, vai enfrentar os Estados Unidos pela terceira vez em uma final olímpica depois das disputadas em Atenas-2004 e Pequim-2008, ambas perdidas.
A estrela da equipe, a veterana Marta, de 38 anos, assistiu das tribunas mais uma grande exibição das companheiras, que haviam eliminado a anfitriã França (1-0) nas quartas de final.
Ela foi suspensa por dois jogos após ser expulsa na derrota para a própria Espanha (2-0) na fase de grupos, e estará disponível para disputar a final no estádio Parque dos Príncipes, em Paris.
- Brasil abre placar com gol contra -
A classificação para a terceira final representa uma alegria para o futebol brasileiro, no momento em que a seleção masculina (ouro na Rio-2016 e em Tóquio-2020) sequer se classificou para o torneio olímpico na capital francesa.
Já a Espanha, embora tenha desembarcado na França com o único objetivo de conquistar a medalha de ouro, terá o consolo de conquistar sua primeira medalha, o bronze, contra a Alemanha na sexta-feira, em Lyon.
As campeãs mundiais, comandadas pelo técnico Montse Tomé, pareceram não ter se recuperado do duro golpe sofrido logo no início do jogo, num erro da goleira Cata Coll, que voltou a jogar com uma máscara preta para proteger o nariz fraturado.
Pressionada por Priscila, ela tentou afastar a bola de qualquer maneira, mas seu chute desviou levemente na atacante, acertou o quadril de Paredes e voltou para o próprio gol.
Lideradas pela artilheira Jenni Hermoso, e com a estrela Alexia Putellas começando o jogo no banco, a Espanha equilibrou a partida com o passar dos minutos, mas as brasileiras levavam perigo constantemente no contra-ataque e pressionavam a saída de bola.
- Rolo compressor -
A seleção brasileira se mostrou à vontade com a mudança tática proposta pelo técnico Arthur Elias de começar com três zagueiras (3-4-3), provavelmente para esconder os sensíveis desfalques da lateral-esquerda Tamires e da zagueira Rafaelle, lesionadas.
Com a torcida fazendo barulho, apesar do estádio do Olympique de Marselha ter apenas um quinto da sua capacidade de 67 mil espectadores ocupada, o Brasil levou ainda mais perigo com bolas longas nas costas das defensoras espanholas.
A ponta-esquerda Yasmim aproveitou essa fragilidade mandando um cruzamento e a atacante Gabi Portilho pegou de primeira de pé direito fazendo 2 a 0.
E as brasileiras queriam mais. Priscila puxou um contra-ataque pela esquerda e tocou para na área para Adriana, que chutou de primeira e a bola explodiu no travessão. Na sobra, Gabi Portilho desviou com uma cabeçada para Adriana mergulhar e marcar o terceiro, de cabeça.
A Espanha diminuiu também com uma cabeçada de Paralluelo que contou com um desvio de Duda Sampaio e chegou a acreditar no empate.
Mas Kerolin, num contra-ataque em que mandou a bola por entre as pernas da goleira Cata Coll, jogou um balde de água fria na seleção espanhola.
Com eternos 15 minutos de acréscimos, a Espanha conseguiu diminuir para 4 a 2 por meio de Paralluelo após um escanteio. Mas era tarde demais.
O Brasil comemorou a classificação para uma final olímpica após 16 anos e vai lutar contra os Estados Unidos pela inédita e tão sonhada medalha de ouro.
J.Oliveira--PC