-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
Carro invade casa em Andwil após fuga da polícia; edifício é considerado inseguro
Australiana se defende após piadas por apresentação de breaking nos Jogos de Paris
Uma competidora australiana de breaking nos Jogos Olímpicos de Paris, cujo estilo foi motivo de piadas nas redes sociais, se defendeu dos ataques reivindicando sua "criatividade" e liberdade.
Rachel 'Raygun' Gunn, de 36 anos, não conseguiu nenhum ponto nas três batalhas que participou na competição em Paris, onde o breaking, arte da dança procedente da cultura hip-hop, estreou como modalidade olímpica.
Mas a "batalha" desta professora da Universidade de Sydney não foi só no palco da Praça da Concórdia. Foi também nas redes sociais.
Seus movimentos geraram uma onda de comentários, a maioria hostis, com internautas que a comparavam com um canguru saltando e com o personagem de desenho animado Homer Simpson dando voltas no chão.
A decisão de 'Raygun' de competir com o uniforme oficial dos atletas olímpicos australianos, ao invés da roupa urbana como os outros competidores, também foi muito comentada.
Em uma mensagem no Instagram, Rachel Gunn disse que está "ansiosa para ver o mesmo nível de exigência de vestimenta se aplica aos garotos" em sua competição neste sábado (10).
"Fiz o que faço de melhor, mostrei minha criatividade, meu estilo, um pouco da personalidade australiana, para tentar conquistar um lugar no cenário mundial", disse a B-girl à emissora de TV Nine Network.
Sobre o uniforme australiano, ela afirmou que era unicamente "uma questão de orgulho" em relação a seu país.
"Não tenha medo de ser diferente, vá lá e se represente, você nunca sabe onde isso vai te levar", concluiu 'Raygun' no Instagram.
Depois de seis horas de batalhas entre 16 B-girls, a japonesa Ami, bicampeã mundial (2019 e 2022), se tornou na sexta-feira a primeira campeã olímpica da modalidade.
F.Ferraz--PC