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Após prisão por agressão nos EUA, Antônio Pizzonia diz que agiu em defesa do filho
O ex-piloto de Fórmula 1 Antônio Pizzonia, preso nos Estados Unidos por agressão, afirmou nesta terça-feira (13) que agiu "instintivamente" para defender o filho.
Pizzonia, de 45 anos, foi detido na tarde do último sábado no condado de Montgomery, ao norte da região metropolitana da cidade de Houston, no estado do Texas, acusado de agressão e foi liberado no domingo após pagar uma fiança de US$ 750 (cerca de R$ 4 mil na cotação atual), informou a polícia à AFP.
"Pessoal, estou bem. Estou em casa. De fato, houve um episódio no qual, hoje, eu teria reagido de forma diferente. Entendi naquele momento que meu filho, uma criança, estava sendo coagido por outro adulto e, instintivamente, o defendi", escreveu o ex-piloto em uma publicação no Instagram.
Em vídeos sem som divulgados pela imprensa, Pizzonia, que correu na Fórmula 1 entre 2003 e 2005, aparece chutando e depois socando um homem que estava perto de seu filho, que participava de uma corrida de kart no circuito Speedsportz Racing Park, em New Caney, no Texas.
A polícia do condado de Montgomery não divulgou até o momento os detalhes do incidente.
Antônio Pizzonia estreou na Fórmula 1 em 2003 pela equipe Jaguar, mas foi substituído durante a temporada.
Em 2004, voltou ao padoque como piloto reserva da Williams, posição que também ocupou na temporada 2005.
Após sua carreira na Fórmula 1, na qual participou de um total de 20 Grandes Prêmios e conquistou oito pontos, Pizzonia também competiu em outras categorias, como a Auto GP Series e a Superleague Formula.
X.Brito--PC