-
Juiz ordena que governo autorize retorno para os EUA de venezuelanos deportados para El Salvador
-
Venezuela adia aprovação de histórica lei de anistia
-
Ucrânia acusa Rússia de campanha de desinformação sobre seus atletas
-
Atlético-MG anuncia demissão de Jorge Sampaoli
-
Imagens de iranianas sem véu exibidas pela TV estatal incomodam críticos
-
Thomas Partey, ex-Arsenal, recebe nova acusação de estupro
-
Governo Trump encerra operação contra imigrantes em Minnesota
-
'Fórmula E com esteroides', diz Verstappen sobre novos carros da F1
-
Ucraniano do skeleton recorre contra desclassificação olímpica no TAS
-
Polícia prende nove suspeitos de fraude milionária em ingressos do Louvre
-
Alpine seguirá na F1, mas deixará Mundial de Endurance no final do ano
-
México envia ajuda humanitária a Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Governo Trump encerra operação especial contra imigrantes em Minnesota
-
Iga Swiatek cai nas quartas de final do WTA 1000 de Doha
-
Desmatamento na Amazônia Legal segue em declínio
-
Mbappé não treina e é dúvida no Real Madrid contra Real Sociedad
-
Cresce conflito por portos do Canal do Panamá, Hutchison ameaça Maersk
-
Índia aprova compra de caças Rafale franceses
-
Enviado especial de Trump a Minneapolis anuncia fim de operação especial contra imigrantes irregulares
-
Lucas Pinheiro Braathen quer deixar sua marca dentro e fora das pistas de esqui
-
Muitos familiares de jihadistas desapareceram do campo sírio de Al-Hol
-
Operação policial busca desmantelar rede de fraude em ingressos do Louvre
-
Uefa se distancia da Fifa e não cogita readmissão da Rússia
-
Dono do Manchester United lamenta 'escolha de palavras' em declaração contra imigração
-
WhatsApp e Telegram enfrentam bloqueios e restrições na Rússia
-
Processo de Trump contra BBC por US$ 10 bilhões será julgado em fevereiro de 2027
-
Emissões chinesas de CO2 ficaram estáveis ou em leve queda em 2025, aponta análise
-
Preço dos ingressos para Copa do Mundo 2026 dispara no site de revenda da Fifa
-
Pedidos de casamento cinematográficos conquistam a cidade do amor
-
Thomas Tuchel renova contrato com seleção inglesa até Eurocopa 2028
-
Festival de Berlim inicia edição que busca defender a 'liberdade artística'
-
'Escolas deveriam ser seguras': canadenses lamentam vítimas de ataque a tiros
-
Bangladesh comparece às urnas um ano após revolta popular
-
Governo Trump se prepara para revogar texto-base das normas climáticas dos EUA
-
Venezuela antecipa aprovação de histórica lei de anistia
-
Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra
-
Presidente israelense diz que antissemitismo na Austrália é 'assustador'
-
Líder norte-coreano consolida a filha como possível herdeira, afirma Seul
-
Reforma trabalhista de Milei avança no Senado em meio a protestos
-
Trump ordena que Pentágono compre eletricidade de centrais de carvão
-
Presidente de Taiwan adverte que ambições da China 'não vão parar' em caso de anexação da ilha
-
Diretor do Instagram rejeita noção de 'dependência clínica' das redes sociais
-
De Maduro a presos políticos: procurador aposta em 'pacificação real' da Venezuela com anistia
-
Nottingham Forest demite técnico Sean Dyche
-
Visita de secretário de Trump à Venezuela antecipa fim de embargo petrolífero
-
EUA começará 'em algumas semanas' a pagar os bilhões que deve à ONU
-
Policiais rebelados suspendem protesto em cidade argentina
-
Venezuela pós-Maduro expulsa guerrilhas para Colômbia, diz ministro colombiano à AFP
-
Real Sociedad vence Athletic Bilbao (1-0) e abre vantagem na semifinal da Copa do Rei
-
Messi sofre lesão muscular e Inter Miami adia amistoso em Porto Rico
Uefa se distancia da Fifa e não cogita readmissão da Rússia
O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, afirmou nesta quinta-feira (12) que a confederação europeia segue favorável à exclusão dos clubes e da seleção da Rússia das competições internacionais, enquanto o presidente da Fifa, Gianni Infantino, declarou recentemente ser favorável a uma readmissão.
"A posição da Uefa é clara e não mudou", afirmou Ceferin em entrevista coletiva em Bruxelas, onde acontece o 50º Congresso da Uefa, recusando-se a "interferir" nas conversas mantidas por outras partes.
Desde o início da guerra na Ucrânia, a Uefa condicionou claramente o retorno dos russos ao final do conflito.
"Não posso comentar o que a Fifa faz ou o que os governos dizem", acrescentou o dirigente esloveno, que ressaltou que acompanha "diariamente o que acontece".
"O mundo muda. Vamos ver o que o futuro nos reserva", prosseguiu.
Em uma entrevista concedida no dia 3 de fevereiro à emissora Sky News, Gianni Infantino respondeu afirmativamente a uma pergunta sobre o fim do veto à Rússia desde a invasão em grande escala à Ucrânia, há quatro anos.
"Temos que considerar isso, sem dúvida" disse Infantino, assumindo uma postura inédita sobre o assunto.
Embora o conflito ainda continue em curso, o Comitê Olímpico Internacional (COI) recomendou recentemente às federações esportivas que autorizem as equipes russas a participarem de competições juvenis, não profissionais.
"Esta exclusão não contribuiu em nada, só gerou mais frustração e ódio. O fato de as meninas e os meninos russos poderem jogar futebol em outras regiões da Europa seria algo positivo", argumentou Infantino.
O dirigente acrescentou que a Fifa deveria considerar uma mudança em suas regras para que nenhum país possa ser excluído das competições: "Na realidade, nunca deveríamos proibir um país de jogar futebol devido aos atos de seus líderes políticos".
Pouco depois, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, elogiou em uma entrevista coletiva as palavras de Infantino.
V.F.Barreira--PC