-
Atacante Lennart Karl é cortado da seleção da Alemanha para Copa do Mundo
-
Hegseth insta Europa a combater a 'invasão' de migrantes e a se rearmar
-
Seleção do Irã inicia viagem ao México após imbróglio com os EUA para retirada de vistos
-
Policiais e manifestantes se enfrentam em desbloqueio viário na Bolívia
-
'O papa é de todos os times, mas Prevost é do Real Madrid', diz Leão XIV
-
Companhias aéreas criticam UE por compensações a passageiros por atrasos
-
Bélgica goleia Tunísia (5-0) em último amistoso antes da Copa do Mundo
-
Tem alta cidadão americano que contraiu ebola na RDCongo
-
Kimi Antonelli faz a pole position do GP de Mônaco de F1
-
Nova York, o reino das filas de espera
-
Andreeva vence Chwalinska e é campeã de Roland Garros aos 19 anos
-
África Central tem quase 500 casos confirmados de ebola (OMS)
-
Granollers e Zeballos são bicampeões nas duplas masculinas em Roland Garros
-
Irã acusa EUA de 'tratamento discriminatório' por negar vistos para a Copa
-
Brasileiro Guto Miguel é campeão do torneio juvenil de Roland Garros
-
Suspensas as buscas pelos dois últimos homens presos em caverna no Laos
-
Irã lança mísseis contra Bahrein e Kuwait após novo ataque dos EUA
-
Austrália registra quarto ataque mortal de tubarão desde o começo do ano
-
Ucrânia lança centenas de drones contra a Rússia no encerramento de fórum econômico
-
Papa pede fim das 'narrativas divisivas' no 1º dia de sua visita à Espanha
-
Morre, aos 93 anos, Bernadette Chirac, ex-primeira-dama da França
-
Alemanha corta Lennart Karl por lesão e convoca Ouédraogo para Copa
-
Canadá empata com Irlanda (1-1) em seu último amistoso preparatório antes da Copa
-
Após protestos, Fifa permitirá garrafas de água descartáveis nos estádios da Copa do Mundo
-
Argentina e Colômbia se classificam para Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil
-
Paraguai se despede de sua torcida com goleada sobre a Nicarágua (4-0) em amistoso antes da Copa
-
Com Messi se recuperando, Argentina avalia situação de seu elenco para amistoso contra Honduras
-
Candidato de esquerda à Presidência do Peru diz que buscará relações 'respeitosas' com EUA
-
Panamá quer surpreender e fazer história na Copa do Mundo de 2026
-
Argentina vai estender a outra província estudo de roedores por hantavirus
-
Embaixador dos EUA na Turquia confirma vistos para jogadores iranianos para a Copa do Mundo
-
Pochettino se diz frustrado com condição física do zagueiro dos EUA Chris Richards
-
Após retornar em Queen's, Serena Williams anuncia que jogará duplas em Berlim
-
Tuchel descarta que condições adversas sirvam de 'desculpa' para a Inglaterra na Copa do Mundo
-
Grupo L da Copa tem Inglaterra favorita e Croácia de Luka Modric
-
Candidato da esquerda à Presidência do Peru diz que buscará relações 'respeitosas' com EUA
-
Futebol vai destronar NFL nos EUA, prevê arquiteto da Copa do Mundo de 1994
-
Jovem Lennart Karl pode ficar fora da Copa por lesão, admite técnico da Alemanha
-
Messi é selecionado para o All-Star Game da MLS pela terceira vez
-
Lamine Yamal é eleito o melhor jogador da temporada da LaLiga
-
Hamilton lidera dobradinha da Ferrari nos treinos livres do GP de Mônaco de F1
-
Policiais e militares desbloqueiam em La Paz rota crítica para passagem de alimentos
-
Lesão de Arrascaeta foi "golpe duro" para o Uruguai, diz Bentancur
-
Sicília se prepara para festa de casamento de Dua Lipa e Callum Turner
-
EUA: Senado bloqueia renovação de poderes de inteligência para espionagem no exterior
-
Entregadores emergem como um eleitorado disputado no Brasil
-
Putin nega colapso da economia no 'Davos russo'
-
Zverev elimina algoz de João Fonseca e vai à final de Roland Garros
-
Presidente eleito do Peru conseguirá resistir ao poder do Congresso?
-
Neymar pode voltar aos treinos na semana que vem, diz Ancelotti
Irã lança mísseis contra Bahrein e Kuwait após novo ataque dos EUA
O Irã respondeu, neste sábado (6), a um ataque americano com o disparo de vários mísseis contra o Bahrein e o Kuwait, aliados de Washington no Golfo, em novas hostilidades que ameaçam a trégua vigente desde abril.
Semanas de negociações complexas, marcadas por ameaças e episódios de violência, não resultaram em um acordo para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz, crucial para o comércio global de combustíveis.
Divergências sobre a gestão desta passagem, o programa nuclear iraniano e as sanções contra Teerã, assim como os combates no Líbano entre Israel e o movimento Hezbollah pró-iraniano, dificultam os avanços diplomáticos.
Neste sábado, o pequeno reino insular do Bahrein, que abriga o quartel-general da Quinta Frota americana, denunciou o lançamento de sete mísseis contra seu território e contra o Kuwait, no segundo ataque em três dias.
Comunicados governamentais dos dois países condenaram a "agressão descarada" do Irã e advertiram contra uma "escalada perigosa".
Jornalistas da AFP ouviram fortes explosões em Manama, capital bahreinita, e perto do aeroporto internacional do Kuwait, onde uma pessoa morreu em outro ataque na quarta-feira.
"Fomos acordados por uma enorme explosão. As explosões eram muito fortes", contou à AFP no Kuwait a egípcia Reem, mãe de dois filhos. "Meus filhos ficaram apavorados e não conseguia acalmá-los", acrescentou.
Desde o início da guerra, em 28 de fevereiro, com o ataque israelense-americano contra o Irã, as ricas monarquias do Golfo, antes consideradas um refúgio seguro na região, se viram na linha de fogo da represália iraniana.
- "Em ponto morto" -
Após mais de um mês de ataques que dizimaram a cúpula do poder iraniano, entrou em vigor em 8 de abril um frágil cessar-fogo, respeitado em grande parte, mas salpicado por hostilidades esporádicas.
Na sexta-feira, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou que suas forças "derrubaram quatro drones" que se dirigiam ao Estreito de Ormuz e atacaram duas instalações de radares no Irã.
O Centcom assegurou que não houve feridos em suas fileiras, nem danos em sua infraestrutura militar.
Em resposta, o Irã atacou com mísseis "bases inimigas na região", afirmou, mais cedo neste sábado, a Guarda Revolucionária, exército ideológico do Irã.
O Ministério das Relações Exteriores iraniano denunciou ataques noturnos americanos contra instalações de radar e de vigilância costeira no Golfo e os qualificou de uma "violação flagrante do cessar-fogo".
Trata-se de "uma agressão militar contra a soberania nacional e a integridade territorial da república islâmica do Irã", afirmou a Chancelaria em um comunicado, no qual condenou "o comportamento hostil e provocador do regime americano".
Os esforços diplomáticos se viram estagnados mais de uma vez, enquanto o conflito abala os mercados mundiais e aumenta a pressão política sobre o presidente americano, Donald Trump, antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, em novembro.
"As negociações estão em ponto morto e Trump deve romper este ponto morto", declarou Mohsen Rezaei, assessor militar do líder supremo iraniano, aiatolá Mojtaba Khamenei, em entrevista à CNN na sexta-feira.
O conselheiro do aiatolá deu como condição para avançar o desbloqueio de 24 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 123 bilhões) de ativos iranianos no exterior, que estão congelados pelas sanções americanas.
"Esse é nosso dinheiro, não o dinheiro dos Estados Unidos", afirmou.
- O front libanês -
Outra exigência de Teerã é o fim dos combates no Líbano, arrastado para a guerra quando o Hezbollah atacou Israel em 2 de março para vingar a morte do anterior líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei.
Após uma trégua em meados de abril que nenhuma das partes respeitou, representantes israelenses e libaneses chegaram a um novo acordo esta semana em Washington, que tampouco interrompeu as hostilidades.
Neste sábado, o exército libanês informou que um ataque israelense no sul do país tinha provocado a morte de três militares, "dois oficiais - um general e um capitão - assim como de um soldado".
O pacto sujeita o cessar-fogo à "cessação total" dos disparos do Hezbollah e prevê que o exército israelense possa manter suas operações no sul do Líbano.
O Hezbollah o rejeitou e exigiu um cessar-fogo "global" e a retirada total de Israel do país.
Diante do fracasso desta nova trégua, o presidente libanês, que exige o desarmamento do Hezbollah, instou o Irã a não interferir em seus assuntos.
O chanceler iraniano, Ahbas Araghchi, respondeu rapidamente e recomendou que Aoun se concentre em Israel. "Salve o Líbano do seu verdadeiro inimigo, senhor presidente", afirmou.
Os ataques israelenses contra o Líbano deixaram mais de 3.560 mortos desde o início do conflito, segundo o último balanço oficial. Do lado israelense, 27 militares e um funcionário terceirizado civil morreram.
burx-roc/jnd/arm/cr/dbh/pc/mvv
F.Carias--PC