-
Produção industrial brasileira cai 0,8% em setembro
-
Brasil gera 121,3 mil empregos formais em setembro
-
Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75%
-
Dólar recua após eleições nos EUA; Ibovespa sobe
-
Governo publica MP com alíquotas do Imposto Seletivo para 2027
-
Desigualdade de rendimentos atinge nível recorde na Alemanha
-
Bateria de ião-lítio causou incêndio que vitimou bombeiro em Boston
-
Tianjin restaura vilas históricas na antiga Concessão Italiana para uso público
Árbitro somali barrado pelos EUA apitará na Supercopa da Uefa
O árbitro somali Omar Artan, que teve a entrada negada pelos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, foi designado, nesta quinta-feira (11), para apitar na Supercopa da Uefa, anunciou a entidade do futebol europeu.
"Após conversas com sua confederação irmã, a Confederação Africana de Futebol (CAF), a Uefa nomeou hoje o árbitro somali Omar Artan para apitar a Supercopa da Uefa de 2026", informou a entidade em um comunicado.
A Supercopa será disputada em 12 de agosto, em Salzburg, na Áustria, entre o campeão da Liga dos Campeões, Paris Saint-Germain, e o vencedor da Liga Europa, Aston Villa.
"O futebol existe para unir as pessoas e a Uefa deseja demonstrar seu respeito a Omar e às suas notáveis capacidades de arbitragem", declarou o presidente da entidade europeia, Aleksander Ceferin, citado no comunicado.
A decisão de designar o árbitro de 34 anos "foi tomada no âmbito de um acordo recentemente assinado entre a Uefa e a CAF, com o objetivo de incentivar a cooperação em numerosos âmbitos, incluindo a arbitragem", detalhou a organização europeia.
As duas confederações "estão unidas pela vontade comum de desenvolver o futebol em todos os níveis e de promover os valores fundamentais de unidade, igualdade e não discriminação", prossegue.
Omar Artan foi barrado no sábado, ao chegar ao aeroporto internacional de Miami (Flórida, Estados Unidos).
Uma autoridade do Departamento de Estados dos EUA declarou à AFP na terça-feira que o árbitro "é suspeito de estar vinculado a supostos integrantes de organizações terroristas", o que "inabilita o viajante para ser admitido nos Estados Unidos".
"É lamentável o que aconteceu com Omar. Mas, novamente, não controlamos tudo", afirmou o presidente da Fifa, Gianni Infantino, em uma coletiva de imprensa no México na quarta-feira.
"Tentamos encontrar soluções, mas devemos respeitar que não somos os reis do mundo que podem impor sua vontade a governos e forças policiais", acrescentou.
Nogueira--PC