-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
Primeiro-ministro israelense promete avançar com polêmica reforma judicial
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu neste domingo (18) levar adiante a polêmica reforma judicial promovida por seu governo, que desencadeou uma onda de protestos no país.
"Vamos nos reunir esta semana e iniciar medidas práticas", disse Netanyahu no início de uma reunião de gabinete em Jerusalém.
A reforma visa enfraquecer a autoridade da Suprema Corte e dar mais poder aos políticos na nomeação de juízes.
Desde a sua apresentação em janeiro, provocou grandes manifestações semanais com dezenas de milhares de pessoas.
No sábado, multidões se manifestaram em Tel Aviv e outras cidades do país pela 23ª semana consecutiva.
O Executivo defende que a reforma judicial servirá para equilibrar o poder entre o Parlamento e a Suprema Corte, instituição que a atual coalizão de governo, a mais direitista da história de Israel, considera politizada.
Os opositores, por outro lado, consideram que a reforma pode levar o país a um modelo iliberal ou autoritário.
Netanyahu anunciou uma "pausa" em 27 de março para dar uma "chance [...] de diálogo". Mas os dois principais líderes da oposição, Yair Lapid e Benny Gantz, abandonaram as discussões na quarta-feira.
As principais autoridades políticas do país culpam umas às outras pelo fracasso das negociações.
Netanyahu prometeu neste domingo prosseguir com o projeto "de maneira comedida e responsável", mas não forneceu mais detalhes.
F.Cardoso--PC