-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
'Não queremos imposições', disse Lula à UE antes de cúpula do Mercosul
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira(4) na Argentina que não aceitará "imposições" da União Europeia para alcançar um acordo de livre comércio, e reiterou que entre "parceiros" não pode haver uma "espada na cabeça" ao dialogar.
"Queremos discutir o acordo, mas não queremos imposições", afirmou o presidente em entrevista de Puerto Iguazú à TV Brasil, pouco antes da cúpula de chefes de Estado do bloco sul-americano.
"É um acordo de companheiros, de parceiros estratégicos. Então, nada de um parceiro estratégico colocar a espada na cabeça do outro. Vamos sentar, vamos tirar as nossas diferenças", afirmou o líder de esquerda, que nesta terça-feira assume a Presidência 'pro-tempore' rotativa do Mercosul.
O Mercosul, que reúne Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai, tenta concretizar um tratado de livre comércio com a UE após chegar a um acordo de princípios em 2019, após mais de duas décadas de duras negociações, sem que ainda seja ratificado.
Espera-se que o tema esteja sobre a mesa quando Lula se reunir com seu colega argentino Alberto Fernández, o uruguaio Luis Lacalle Pou e o paraguaio Mario Abdo, com as imponentes Cataratas do Iguaçu como cenário, para discutir o futuro do Mercosul.
O retorno de Lula, em janeiro, ao poder no Brasil deu um novo impulso ao diálogo com a UE, estancado durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022).
No entanto, uma carta adicional ao acordo apresentada em março pelos europeus, com exigências ambientais relativas ao setor agropecuário, gerou ressentimento entre os sul-americanos.
"Eles mandaram uma carta nos impondo algumas condições, nós não aceitamos a carta", disse Lula. "É inaceitável".
O presidente indicou que seu governo prepara uma contraproposta para chegar a Bruxelas, que será sede de 17 a 18 de julho de uma cúpula entre a UE e a Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), a primeira em oito anos. Lula não confirmou sua participação.
"Ninguém no mundo tem autoridade moral de discutir conosco a questão de energia limpa", apontou.
O.Gaspar--PC