-
Volvo 850 T-5R: O desportivo familiar que redefiniu a marca nos anos 90
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
Ataque russo a centro de ajuda humanitária na Ucrânia deixa cinco mortos
Cinco pessoas morreram na Ucrânia em um bombardeio russo a um centro de distribuição de ajuda humanitária em Orikhiv (centro), de acordo com um novo balanço divulgado nesta segunda-feira (10) pelo governador regional, Yuri Malashko, que denunciou um "crime de guerra".
"Infelizmente, já há cinco [mortos]. Acabaram de retirar o corpo de um homem dos escombros", disse o governador Malashko, citado pela agência de notícias Interfax-Ucrânia.
O balanço anterior era de quatro óbitos.
O procurador-geral ucraniano disse, em um comunicado, que o ataque aconteceu no domingo por volta das 13h20 (7h20 em Brasília) e também feriu 13 pessoas.
De acordo com o Ministério ucraniano do Interior, o ataque teve uma universidade como alvo, "quando civis recebiam ajuda humanitária".
"Uma bomba aérea destruiu totalmente o edifício", disse o ministério no Telegram, explicando que prédios residenciais e infraestrutura civil próximos também foram danificados.
Orikhiv, uma cidade que tinha cerca de 14.000 habitantes antes da guerra, fica na região de Zaporizhzhia, um dos quatro territórios ucranianos que a Rússia alega ter anexado em 2022, embora seus militares não os controlem totalmente.
A cidade fica perto da linha de frente, onde as forças ucranianas tentam, desde o início de junho, retomar posições das forças russas.
H.Silva--PC