-
Sporting goleia o Rio Ave por 4-0 e assume liderança provisória da I Liga
-
BYD instalará mil carregadores Flash Charging no Brasil em 2027
-
Seis usados econômicos e equipados custam até R$ 45 mil
-
Leapmotor prepara três novos elétricos para o Brasil em 2027
-
Gasolina envelhecida ameaça motores de híbridos plug-in
-
Três jogos de rodas renovam Argo, Onix e Frontier
-
Xiaomi testa proteção de tela semelhante à do Galaxy S26 Ultra
-
Controle Xbox X25 chegará ao Brasil por R$ 799
-
Patente da Meta prevê trava física para câmeras de óculos
-
Prévia de GTA 6 reúne Phil Collins, Lil Wayne e Depeche Mode
-
Descontos levam Chevrolet Onix Plus a menos de R$ 101 mil
-
Fim de semana libera beta de Modern Warfare 4 e outros jogos
-
CyberLeek retira mais de R$ 1,4 milhão de token ligado a GTA 6
-
Alex Atala prepara beach club e complexo gastronômico em Búzios
-
Santos Dumont retoma operações após acidente e mantém 12 cancelamentos
-
Nova definição universal reorganiza os tipos de infarto por causa clínica
-
Guia compara nove tablets voltados a jogos em 2026
-
Oito tablets equilibram preço e recursos em 2026
-
Brave lança aliases para ocultar e-mail real em cadastros
-
Automação do iPhone pode enviar selfie e localização após roubo
-
Motorista de aplicativo zera bateria do BYD Dolphin e sobrevive graças à topografia
-
Bombeiros encontram terceiro corpo em incêndio em São Cristóvão
-
Colunista define narcisismo como 'doença da alma' e aponta humildade como cura
-
Justiça do Equador condena ex-presidente por corrupção
-
Juiz rejeita confissões de suposto autor intelectual do 11/9 (NYT)
-
Kane confirma que iniciou conversas para renovar com Bayern de Munique
-
Alavés vence Villarreal (1-0) e assume liderança provisória do Espanhol
-
Marquinhos marca nos acréscimos e PSG arranca empate contra o Lille (2-2) pela 2ª rodada da Ligue 1
-
Manchester City goleia na visita ao Crystal Palace (4-1) com gols de Haaland e Cherki
-
A caótica saga dos shows de Kanye West na Rússia
-
Queda de parapente deixa homem gravemente ferido em São Conrado
-
Haaland e Cherki comandam vitória do Manchester City sobre o Crystal Palace
-
Di Ferrero defende permanência de Abel Ferreira no Palmeiras por toda a carreira
-
Jon Secada destaca vínculo com fãs brasileiros antes de apresentação no Rio
-
Ancelotti observará três partidas europeias antes de convocar a Seleção
-
Safonov sofre choque no aquecimento, mas é liberado para defender o PSG
-
Garotinho contesta restrições impostas pelo TRE-RJ à campanha
-
São Gonçalo abre inscrições para formação gratuita em esporte adaptado
-
Rock in Rio terá 7.680 agentes e equipes contra furtos de celulares
-
Tatiana Queiroz propõe reforço de efetivo e integração na segurança do Rio
-
Garotinho afirma que manterá campanha após decisão preliminar do TRE-RJ
-
OSB apresenta concerto dedicado a Rossini no Teatro Carlos Gomes
-
Rock in Rio terá operação com mais de 7 mil agentes e sistema antidrone
-
Zé Felipe reage a provocação com foto de Virginia e Vini Jr. em Barretos
-
Badarik González relata demissão e afastamento dos filhos após separação
-
Professor é atacado com nove facadas durante aula particular em Manaus
-
Dora e André vivem primeira noite juntos em “Quem Ama Cuida”
-
Lula defende filho e promete não interferir em investigação da Polícia Federal
-
Chevrolet confirma produção do Captiva PHEV no Ceará em 2026
-
Fiat reduz Toro 2027 em até R$ 42.500 com troca por picape usada
Situação humanitária em Gaza se agrava por falta de combustível
A falta de combustível interrompeu o envio de ajuda a Gaza, segundo a ONU, e provocou a morte de 24 pacientes em dois dias no hospital Al Shifa, de acordo com o movimento islamista Hamas, no poder no território palestino, que está sob fogo israelense há 42 dias.
O Ministério da Saúde do Hamas indicou nesta sexta-feira (17) que 24 pacientes morreram no hospital Al Shifa da cidade de Gaza, o principal da Faixa, "porque equipamentos médicos vitais deixaram de funcionar devido aos cortes de eletricidade", ao não ter combustível para seus geradores.
Pouco antes, o gabinete de guerra israelense autorizou a entrada diária de dois caminhões com combustível a pedido dos Estados Unidos, "para as necessidades da ONU (...) sob a condição de que não cheguem ao Hamas".
O Exército israelense afirmou à AFP que segue vasculhando, pelo terceiro dia consecutivo, o imenso complexo em busca de esconderijos dos combatentes do movimento islamista, que nega ter bases no hospital.
Desde o ataque do Hamas contra seu território em 7 de outubro, que deixou 1.200 mortos, a maioria civis, Israel prometeu "aniquilar" o movimento islamista, considerado um grupo "terrorista" por Estados Unidos, União Europeia e Israel.
Além disso, os combatentes do Hamas sequestraram quase 240 reféns, que foram levados para Gaza.
Desde então, as tropas israelenses bombardeiam incessantemente o pequeno território palestino e em 27 de outubro iniciaram uma operação terrestre, o que provocou intensos combates com os combatentes do Hamas e a morte de 51 soldados.
Em Gaza, a ofensiva israelense deixou 11.500 mortos, incluindo 4.710 crianças, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.
- "Indícios" dos reféns -
A comunidade internacional mostra uma crescente preocupação com os quase 2.300 civis que, segundo a ONU, estão no interior do hospital Al Shifa.
O diretor do centro hospitalar, Mohammed Abu Salmiya, denunciou uma situação catastrófica no complexo, onde não há "água nem comida".
Israel acusa o Hamas de utilizar os hospitais do território como bases e de usar os pacientes como "escudos humanos".
O Exército assegurou ter encontrado material militar e a entrada de um túnel no hospital Al Shifa, além de "imagens relacionadas aos reféns" capturados pelo Hamas.
"Temos fortes indícios de que (os reféns) estavam detidos no hospital Al Shifa e esta é uma das razões pela qual entramos. Os reféns estavam lá, mas foram transferidos", disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ao canal americano CBS.
O Exército anunciou nesta sexta-feira que encontrou o corpo de Noa Marciano, uma militar de 19 anos sequestrada pelo Hamas, "em uma estrutura anexa" ao hospital Al Shifa.
Na quinta-feira, indicou que havia encontrado o corpo de Yehudit Weiss, uma refém de 65 anos "assassinada pelos terroristas da Faixa de Gaza".
- Corte das telecomunicações -
O pequeno território está sob cerco total desde 9 de outubro, quando Israel cortou o abastecimento de água, energia elétrica, alimentos e remédios.
A agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA), disse na quinta-feira que não pode mais coordenar a distribuição de ajuda por causa do corte das telecomunicações, também provocado pela falta de combustível para os geradores.
Pelo segundo dia consecutivo, a ajuda não pôde entrar em Gaza pela passagem de Rafah (sul, limítrofe com o Egito), já que os caminhões da UNRWA não tinham combustível, afirmou a ONU.
"Não temos energia elétrica nem água potável ou comida (...) Milhares de mulheres, crianças, doentes e feridos estão em perigo", declarou à AFP o porta-voz do Ministério da Saúde do Hamas, Ashraf al Qidreh.
A ONU calcula que o conflito provocou o deslocamento de 1,65 milhão dos 2,4 milhões de habitantes de Gaza, que enfrentam, segundo o Programa Mundial de Alimentos (PMA), uma "possibilidade imediata de morrer de fome".
- Sete mortos na Cisjordânia ocupada -
A ONU e vários líderes internacionais pedem um cessar-fogo por razões humanitárias, mas Netanyahu se nega a aceitar a medida e exige que os reféns sejam libertados antes.
Uma caminhada de parentes de reféns que partiram na terça-feira de Tel Aviv deve chegar nesta sexta-feira à entrada do gabinete do primeiro-ministro em Jerusalém. As famílias exigem um acordo imediato sobre o tema.
Negociações estão em curso, com o Catar como mediador, mas são "muito delicadas", admitiu o chanceler egípcio Sameh Shukry, que afirmou estar "em contato com o Hamas, com outras partes internacionais afetadas e com Israel".
O líder do Hamas no exílio, Ismail Haniyeh, advertiu que Israel só conseguirá "a libertação dos presos ao preço estabelecido pela resistência".
A violência também aumentou na Cisjordânia ocupada, tanto com as agressões dos colonos contra os palestinos como com as crescentes incursões do Exército israelense.
As Forças Armadas israelenses anunciaram nesta sexta-feira que mataram "ao menos cinco terroristas" em um acampamento de refugiados de Jenin.
O Ministério da Saúde palestino informou que duas pessoas morreram em Hebron, no sul, "atingidas por tiros do Exército israelense", que confirmou tal balanço.
O presidente turco, Recep Tayip Erdogan, pediu o fim dos "ataques de Israel contra terras palestinas", durante uma reunião em Berlim com seu contraparte alemão, Frank-Walter Steinmeier, segundo a presidência turca.
Além disso, os bombardeios israelenses contra depósitos de armas do movimento Hezbollah perto da capital síria, Damasco, mataram dois combatentes pró-Irã, informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).
P.Mira--PC