-
Justiça dos EUA suspende restrição de Trump ao voto por correio
-
Inflação, apagões e menos medo: a vida na Venezuela sem Maduro
-
Nepal enfrenta ameaça de novas inundações após avalanche que matou mais de 550 pessoas
-
Renault apresenta Trafic Van E-Tech no IAA Transportation 2026
-
Justiça dos EUA declara ilegais as sanções do governo contra a Anthropic
-
Tailândia adverte que turistas 'problemáticos' poderão ser expulsos
-
Harald V, rei e 'símbolo' da Noruega, morre aos 89 anos
-
Nepal ordena que equipes de resgate procurem proteção diante de risco de novas inundações
-
Montenegro defende 'entendimento nacional' para reforma da Segurança Social antes das eleições
-
João Victor Gonçalves fala sobre descoberta LGBT e triângulo amoroso em 'Quem ama cuida'
-
Navio paga valor histórico de US$ 5,3 milhões para atravessar o Canal do Panamá
-
Tablets de tela grande em 2026: Guia completo com 7 modelos disponíveis no Brasil
-
Rei Harald V da Noruega morre aos 89 anos
-
Kherson ordena evacuação após ataque russo a usina de aquecimento
-
Esfinge-do-loendro confirmada pela primeira vez em Portugal
-
ALMA revela mapa químico detalhado da região de formação estelar Orion KL
-
Controladores aéreos deixaram seus postos antes de acidente em Nova York
-
Bundesliga começa com o desafio de encontrar um rival para o Bayern
-
Armas, drogas e perseguições: prévia do GTA VI chega à Netflix após vazamentos
-
Welbeck marca seu 1º gol pelo Chelsea em vitória sobre o Luton (2-0) na Copa da Liga
-
Com gol de Raphinha, Barça vence Athletic Bilbao (2-0) e assume liderança na estreia de Rodri
-
MLS suspende técnico do Inter Miami por um jogo
-
Trump diz que Rússia "não atacará" território da Otan
-
'Julián está realmente mal', diz CEO do Atlético de Madrid
-
Alison dos Santos, o atleta que superou suas cicatrizes
-
Dirigente comemora evolução do futebol feminino no Brasil: "Hoje temos várias Martas"
-
Trump assina decreto que muda nome do Lago Ontário para Lago América
-
Novos protestos em Ceuta geram confrontos quase um mês após entrada de migrantes
-
Kremlin chama de "alarmistas" as informações sobre risco de ataque russo à Otan
-
Alison dos Santos bate recorde mundial dos 400 m com barreiras
-
Ministro israelense apresenta plano de 'judaização' de áreas com população árabe significativa
-
Alcaraz e Djokovic podem se enfrentar nas semifinais do US Open
-
Barcelona contrata goleiro da seleção croata Dominik Livakovic
-
Ataque com drones em plena luz do dia deixa um morto e vários feridos na Ucrânia
-
Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA
-
Musiala seguirá afastado, mas responde bem ao tratamento, garante técnico do Bayern
-
Sorteio define caminho difícil para PSG e Barça na Champions; Real Madrid tem mais sorte
-
Enchentes entre Nepal e Tibete deixam quase 400 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Tragédia no Nepal e Tibete: mais de 380 mortos e três portugueses desaparecidos
-
Os adversários dos principais favoritos na fase de liga da Champions
-
Jenni Hermoso retorna ao Atlético de Madrid
-
Galaxy S26 FE vs S25 FE: Principais diferenças e qual vale a pena
-
Piloto argentino Franco Colapinto renova com Alpine até fim da temporada de 2027
-
iCaur confirma chegada de três SUVs ao Brasil em 2027
-
Kremlin rejeita 'histórias alarmistas' sobre o risco de ataque russo à Otan
-
Bouaddi está 'pronto' para jogar pelo Manchester City, diz Maresca
-
Conselho de administração do Atlético de Madrid apoia decisão de não transferir Julián Álvarez para o Barça
-
Sheinbaum quer proibir dupla nacionalidade para altos funcionários no México
-
Uefa 'suspende' ameaça de boicotar competições da Fifa para esta temporada
-
Tottenham segue se reforçando e contrata egípcio Marmoush, do Manchester City
Guerra entre Israel e Hamas já provocou 20.000 mortes em Gaza, segundo o Hamas
A ofensiva israelense na Faixa de Gaza provocou a morte de 20.000 palestinos desde 7 de outubro, anunciou nesta quarta-feira (20) o Hamas, cujo líder viajou ao Egito para discutir sobre um cessar-fogo.
Segundo a organização islamista palestina, que governa em Gaza, cerca de 8.000 menores de idade e 6.000 mulheres perderam a vida por causa das operações e bombardeios do Exército israelense.
O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, radicado no Catar, chegou nesta quarta-feira ao Egito para participar de negociações sobre um cessar-fogo.
Após mais de dois meses de guerra e diante da pressão internacional, as duas partes parecem dispostas a estabelecer uma segunda trégua. A primeira, que durou uma semana, resultou na libertação de 105 reféns sequestrados pelo Hamas e de 240 palestinos detidos em prisões israelenses.
À frente de uma delegação de "alto nível", Haniyeh deve se reunir com o diretor do serviço de Inteligência egípcio, Abbas Kamel.
As discussões se concentram em "interromper a agressão e a guerra, preparar um acordo sobre a libertação de prisioneiros (palestinos) e acabar com o cerco imposto à Faixa de Gaza", afirmou na terça-feira à AFP uma fonte do Hamas, classificado como organização terrorista pelos Estados Unidos, pela União Europeia e Israel.
No encontro, serão abordadas "várias propostas, incluindo a de uma trégua de uma semana em troca da libertação pelo Hamas de 40 prisioneiros israelenses", afirmou outra fonte do grupo islamista, em referência aos reféns mantidos em Gaza.
Um dirigente do Hamas afirmou, contudo, que "um cessar-fogo total e a retirada do Exército de ocupação israelense de Gaza são condições necessárias para qualquer troca" entre reféns israelenses e prisioneiros palestinos.
Segundo uma fonte da Jihad Islâmica, um movimento palestino aliado do Hamas, o líder da organização, Ziad al Nakhala, também viajará ao Cairo na próxima semana.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, declarou na terça-feira que o país está "preparado para outra pausa humanitária e uma ajuda humanitária adicional para facilitar a libertação de reféns".
Já o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, descartou qualquer possibilidade de cessar-fogo sem primeiro ter conseguido "a eliminação" do Hamas.
"Continuaremos a guerra até o fim. Ela continuará até a eliminação do Hamas, até a vitória. Aqueles que acham que vamos parar vivem desconectados da realidade", disse Netanyahu em um vídeo divulgado por seu gabinete, após as exigências do Hamas de um cessar-fogo para permitir a libertação de reféns.
Israel prometeu "aniquilar" o Hamas, que está no poder em Gaza desde 2007, depois que o movimento palestino atacou o país em 7 de outubro, uma ofensiva que matou quase 1.140 pessoas, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado nos dados oficiais mais recentes divulgados pelas autoridades israelenses.
Quase 250 pessoas foram tomadas como reféns no ataque, e 129 delas continuam em Gaza, segundo o governo de Israel.
- Negociações nos bastidores -
Segundo o portal americano de notícias Axios, o diretor do serviço de Inteligência israelense Mossad, David Barnea, reuniu-se na Europa com o primeiro-ministro do Catar, Mohamed bin Abdulrahman Al Thani, e com o diretor da CIA, Bill Burns, para discutir um possível acordo de libertação de reféns.
Uma fonte próxima a essas negociações disse à AFP que "as conversas continuam", depois de "uma reunião construtiva no início dessa semana em Varsóvia".
"O objetivo é chegar a um acordo sobre a libertação dos reféns (...) em troca de uma trégua e de uma eventual libertação de (prisioneiros) palestinos", acrescentou.
As negociações também prosseguirão nesta quarta-feira na ONU. Desde segunda-feira, o Conselho de Segurança não consegue votar uma resolução para acelerar o envio de ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
A votação foi adiada duas vezes, e os membros do Conselho buscam a fórmula adequada para evitar o veto dos Estados Unidos, principal aliado de Israel.
- Crise humanitária -
Enquanto as negociações continuam, Israel mantém a ofensiva contra Gaza.
Fontes do Hamas afirmaram pela manhã que pelo menos 11 pessoas morreram em bombardeios noturnos em Rafah, Khan Yunis (sul), Deir el Balah (centro) e no norte da cidade de Gaza.
Horas depois, o Ministério da Saúde de Gaza, dirigido pelo Hamas, denunciou que pelo menos 12 pessoas morreram em Rafah.
"Acordamos com uma explosão enorme", afirmou Samar Abu Luli, que mora no acampamento de refugiados de Shabura, em Rafah, à AFPTV. "Conseguimos escapar por um milagre [...] Mas para onde devemos ir? Não há nenhum lugar, nenhuma escola, nenhuma mesquita, clínica, ou hospital. Tudo foi destruído".
O Exército de Israel, que perdeu 134 soldados desde o final de outubro, disse que, desde terça-feira, bombardeou 300 alvos e que efetuou uma operação em um centro de controle e comando do Hamas em Khan Yunis, no sul do território palestino.
Sob cerco total de Israel desde 9 de outubro, o território palestino enfrenta uma profunda crise humanitária: a maioria dos hospitais está fora de serviço, e 85% de sua população, ou seja, 1,9 milhão de pessoas, fugiu da destruição no norte do enclave para buscar refúgio no sul.
Um relatório do Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU publicado nesta quarta-feira destaca que metade da população sofre de fome extrema, ou grave.
V.Fontes--PC