-
'Julián está realmente mal', diz CEO do Atlético de Madrid
-
Alison dos Santos, o atleta que superou suas cicatrizes
-
Dirigente comemora evolução do futebol feminino no Brasil: "Hoje temos várias Martas"
-
Trump assina decreto que muda nome do Lago Ontário para Lago América
-
Novos protestos em Ceuta geram confrontos quase um mês após entrada de migrantes
-
Kremlin chama de "alarmistas" as informações sobre risco de ataque russo à Otan
-
Alison dos Santos bate recorde mundial dos 400 m com barreiras
-
Ministro israelense apresenta plano de 'judaização' de áreas com população árabe significativa
-
Alcaraz e Djokovic podem se enfrentar nas semifinais do US Open
-
Barcelona contrata goleiro da seleção croata Dominik Livakovic
-
Ataque com drones em plena luz do dia deixa um morto e vários feridos na Ucrânia
-
Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA
-
Musiala seguirá afastado, mas responde bem ao tratamento, garante técnico do Bayern
-
Sorteio define caminho difícil para PSG e Barça na Champions; Real Madrid tem mais sorte
-
Enchentes entre Nepal e Tibete deixam quase 400 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Tragédia no Nepal e Tibete: mais de 380 mortos e três portugueses desaparecidos
-
Os adversários dos principais favoritos na fase de liga da Champions
-
Jenni Hermoso retorna ao Atlético de Madrid
-
Galaxy S26 FE vs S25 FE: Principais diferenças e qual vale a pena
-
Piloto argentino Franco Colapinto renova com Alpine até fim da temporada de 2027
-
iCaur confirma chegada de três SUVs ao Brasil em 2027
-
Kremlin rejeita 'histórias alarmistas' sobre o risco de ataque russo à Otan
-
Bouaddi está 'pronto' para jogar pelo Manchester City, diz Maresca
-
Conselho de administração do Atlético de Madrid apoia decisão de não transferir Julián Álvarez para o Barça
-
Sheinbaum quer proibir dupla nacionalidade para altos funcionários no México
-
Uefa 'suspende' ameaça de boicotar competições da Fifa para esta temporada
-
Tottenham segue se reforçando e contrata egípcio Marmoush, do Manchester City
-
Colisão com asteroide pode ter remodelado superfície de Deimos
-
Justiça ordena que presidente da Colômbia se desculpe por ato religioso em sua posse
-
12 aplicativos essenciais para estudantes no regresso às aulas
-
ONU pede que todas as redes sociais adotem um design seguro para crianças
-
Irã executou mais de 500 pessoas até agora em 2026, diz ONG
-
Morre Ratko Mladic, apelidado de 'açougueiro da Bósnia' por crimes de guerra
-
UE diz esperar que Meta proteja 'também nossas crianças' após acordo nos EUA
-
Julgamento de autor intelectual dos ataques de 11/9 será em junho de 2028
-
Tragédia entre Nepal e Tibete deixa ao menos 362 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Julgamento de autor intelectual dos atentados de 11/9 acontecerá em 5 de junho de 2028
-
Irã e Catar discutem situação do Estreito de Ormuz
-
Ratko Mladic, ex-comandante militar dos sérvios da Bósnia, morre aos 84 anos
-
'1666: Amsterdam' marca fim de longa batalha para criador de 'Assassin's Creed'
-
OMS declara Uganda livre do ebola
-
Autoridades pedem calma em Ceuta quase um mês após entrada em massa de migrantes
-
Índia receberá Brasil, Uruguai e Panamá para amistosos de futebol
-
Inspirados pela fé, ativistas judeus enfrentam colonos para proteger palestinos
-
Crianças abrem mão de suas pipas em Gaza diante de ameaças israelenses
-
China intensifica pressão sobre Taiwan com mobilização recorde de navios
-
Cidadão russo é detido após atropelamento que deixou dois mortos na França
-
Como o desprendimento de uma geleira arrasou o Nepal e o Tibete
-
Tragédia entre Nepal e Tibete deixa ao menos 273 mortos e mais de 1.300 desaparecidos
-
Fact Check: Lula não disse que venceu por analfabetismo no Nordeste
Israel bombardeia e ordena evacuação parcial de Khan Yunis
O Exército israelense bombardeou, nesta quarta-feira (24), a principal cidade do sul de Gaza, Khan Yunis, e ordenou a evacuação de alguns setores desta cidade, onde acredita que os líderes locais do Hamas se escondem.
Apesar das negociações "sérias" para estabelecer uma trégua com o movimento islamista, Israel mantém a sua ofensiva contra esta cidade, que anunciou ter "cercado" na véspera.
Testemunhas relataram disparos de helicópteros militares israelenses e a ONU registrou uma "escalada" da violência em Khan Yunis. Esta organização indicou ainda que as forças israelenses ordenaram a evacuação de setores desta cidade onde vivem atualmente "88 mil habitantes e cerca de 425 mil pessoas deslocadas" pela guerra.
A equipe da Organização Mundial da Saúde (OMS) lamentou nesta quarta-feira uma situação "catastrófica e indescritível" nos hospitais desta cidade.
- Luto em Israel -
O Exército israelense anunciou, na terça-feira, a morte de 21 reservistas na região de Khan Yunis quando foram surpreendidos, no dia anterior, por um foguete antitanque enquanto colocavam explosivos em dois edifícios para demoli-los.
Com a morte de outros três soldados em um incidente separado, Israel sofreu o pior número de perdas diárias entre as suas tropas desde o início da ofensiva terrestre em Gaza, no final de outubro.
Mais de 200 pessoas compareceram ao funeral em Jerusalém de um dos soldados, Hadar Kapeluk, cujo caixão estava coberto pela bandeira azul e branca de Israel.
"Neste dia, nesta guerra, todos queremos unir-nos como um só coração", declarou Ariel Chen, morador da cidade, que compareceu à cerimônia.
A guerra começou em 7 de outubro com o ataque sem precedentes do Hamas a Israel, que matou mais de 1.140 pessoas, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais israelenses.
Cerca de 250 pessoas foram sequestradas e levadas para Gaza. Cem pessoas foram libertadas durante uma trégua em novembro, mas pelo menos 132 reféns ainda estão naquele território, dos quais 28 teriam morrido.
Israel prometeu "aniquilar" o Hamas, no poder em Gaza desde 2007, e lançou uma vasta operação militar que deixou 25.700 palestinos mortos, a maioria mulheres, crianças e adolescentes, segundo o novo balanço do Ministério da Saúde do movimento islamista divulgado nesta quarta-feira.
- Discussões "sérias" -
Uma delegação do Hamas, cujos líderes políticos estão no Catar, chegou ao Cairo na terça-feira para "discutir (…) uma nova proposta de cessar-fogo", disse uma fonte próxima às negociações.
O enviado do presidente dos EUA, Brett McGurk, também está na capital egípcia para discutir uma "pausa" nas hostilidades e a libertação dos reféns, segundo Washington.
"Não posso dizer se e quando poderemos fazer isso, mas as negociações são muito sóbrias e sérias sobre a tentativa de implementar outro acordo de reféns", disse o porta-voz da Casa Branca, John Kirby.
Segundo o site americano Axios, Israel propôs ao Hamas, com a mediação do Catar e do Egito, uma pausa de dois meses nos combates e bombardeios em Gaza em troca da libertação de todos os reféns.
Kirby não quis especificar a duração que esta "pausa" poderia ter, mas considerou "possível" que as negociações "levem a consequências mais amplas para o conflito".
- "Inaceitável" -
Até agora, o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se opôs a "um cessar-fogo" e à criação a longo prazo de um Estado palestino independente que coexista com Israel.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse ao Conselho de Segurança na terça-feira que a rejeição do governo israelense à solução de dois Estados é "inaceitável" e corre o risco de "prolongar o conflito".
A guerra agrava as tensões entre Israel e os seus parceiros, como os Estados Unidos, e também com o Irã e seus aliados, como o movimento libanês Hezbollah, os huthis do Iêmen e as milícias iraquianas.
Na manhã desta quarta-feira, os Estados Unidos assumiram a responsabilidade pelos ataques no Iraque contra posições controladas por grupos armados pró-iranianos em "resposta" a uma série de ações de "milícias patrocinadas" por Teerã contra as suas tropas no país.
Washington também relatou novos ataques no Iêmen contra rebeldes huthis que ameaçam o comércio marítimo no Mar Vermelho e no Golfo de Aden "em solidariedade" com Gaza.
C.Cassis--PC