-
Ministro israelense apresenta plano de 'judaização' de áreas com população árabe significativa
-
Alcaraz e Djokovic podem se enfrentar nas semifinais do US Open
-
Barcelona contrata goleiro da seleção croata Dominik Livakovic
-
Ataque com drones em plena luz do dia deixa um morto e vários feridos na Ucrânia
-
Gigantes da tecnologia pedem resposta mundial contra ameaças à IA
-
Musiala seguirá afastado, mas responde bem ao tratamento, garante técnico do Bayern
-
Sorteio define caminho difícil para PSG e Barça na Champions; Real Madrid tem mais sorte
-
Enchentes entre Nepal e Tibete deixam quase 400 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Tragédia no Nepal e Tibete: mais de 380 mortos e três portugueses desaparecidos
-
Os adversários dos principais favoritos na fase de liga da Champions
-
Jenni Hermoso retorna ao Atlético de Madrid
-
Galaxy S26 FE vs S25 FE: Principais diferenças e qual vale a pena
-
Piloto argentino Franco Colapinto renova com Alpine até fim da temporada de 2027
-
iCaur confirma chegada de três SUVs ao Brasil em 2027
-
Kremlin rejeita 'histórias alarmistas' sobre o risco de ataque russo à Otan
-
Bouaddi está 'pronto' para jogar pelo Manchester City, diz Maresca
-
Conselho de administração do Atlético de Madrid apoia decisão de não transferir Julián Álvarez para o Barça
-
Sheinbaum quer proibir dupla nacionalidade para altos funcionários no México
-
Uefa 'suspende' ameaça de boicotar competições da Fifa para esta temporada
-
Tottenham segue se reforçando e contrata egípcio Marmoush, do Manchester City
-
Colisão com asteroide pode ter remodelado superfície de Deimos
-
Justiça ordena que presidente da Colômbia se desculpe por ato religioso em sua posse
-
12 aplicativos essenciais para estudantes no regresso às aulas
-
ONU pede que todas as redes sociais adotem um design seguro para crianças
-
Irã executou mais de 500 pessoas até agora em 2026, diz ONG
-
Morre Ratko Mladic, apelidado de 'açougueiro da Bósnia' por crimes de guerra
-
UE diz esperar que Meta proteja 'também nossas crianças' após acordo nos EUA
-
Julgamento de autor intelectual dos ataques de 11/9 será em junho de 2028
-
Tragédia entre Nepal e Tibete deixa ao menos 362 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Julgamento de autor intelectual dos atentados de 11/9 acontecerá em 5 de junho de 2028
-
Irã e Catar discutem situação do Estreito de Ormuz
-
Ratko Mladic, ex-comandante militar dos sérvios da Bósnia, morre aos 84 anos
-
'1666: Amsterdam' marca fim de longa batalha para criador de 'Assassin's Creed'
-
OMS declara Uganda livre do ebola
-
Autoridades pedem calma em Ceuta quase um mês após entrada em massa de migrantes
-
Índia receberá Brasil, Uruguai e Panamá para amistosos de futebol
-
Inspirados pela fé, ativistas judeus enfrentam colonos para proteger palestinos
-
Crianças abrem mão de suas pipas em Gaza diante de ameaças israelenses
-
China intensifica pressão sobre Taiwan com mobilização recorde de navios
-
Cidadão russo é detido após atropelamento que deixou dois mortos na França
-
Como o desprendimento de uma geleira arrasou o Nepal e o Tibete
-
Tragédia entre Nepal e Tibete deixa ao menos 273 mortos e mais de 1.300 desaparecidos
-
Fact Check: Lula não disse que venceu por analfabetismo no Nordeste
-
Revista de imprensa: técnicos devolvem verbas, gangues sul-americanas e indemnizações do Elevador da Glória
-
Garmin Forerunner 570 tem desconto de 47% no Mercado Livre
-
ASUS lança Oxiis E250G1, acessório que transforma bicicletas comuns em elétricas
-
Hyundai confirma Tucson híbrido de 245 cv e consumo de 17,4 km/l
-
Parlamento taiwanês aprova US$ 7,6 bilhões para drones diante da ameaça da China
-
1º Tour pela História das Confeitarias do Rio de Janeiro acontece neste sábado
-
Educação empreendedora: preparando jovens para o futuro e inovação
Biden enfrenta pressão crescente por retaliação dos EUA contra o Irã após morte de soldados
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enfrenta a partir desta segunda-feira (29) uma pressão política crescente para retaliar contra o Irã por um ataque mortal com drones que teve como alvo as tropas americanas, algo que representa um novo grande desafio para o democrata em pleno ano eleitoral.
Atacar o Irã aumentaria drasticamente o risco de estender as ações bélicas na região, o que Biden diz que pretende evitar, sem mencionar a possibilidade de mais caixões com americanos retornarem para casa nos meses que antecedem a abertura das urnas, em novembro.
No entanto, com os opositores republicanos instando o presidente a "atingir o Irã", Biden não pode se dar ao luxo de mostrar fraqueza contra Teerã enquanto luta com baixos índices de aprovação antes de uma provável revanche pela Casa Branca com o ex-presidente Donald Trump (2017-2021).
"Ele está sob uma pressão tremenda: o governo se encontra em uma espécie de situação em que todos perdem", disse à AFP Colin Clarke, diretor de pesquisa do Centro Soufan de Nova York.
"Acredito que ele será criticado por pessoas que dizem que é fraco e será criticado por pessoas que dizem que está indo longe demais. Então, está errado se você faz e é amaldiçoado se não faz", explicou.
A Casa Branca prometeu nesta segunda-feira uma resposta "consequente" ao ataque de domingo a uma base na Jordânia que matou três soldados americanos, os primeiros a morrer em uma ação hostil desde o início da guerra entre Israel e o Hamas em 7 de outubro. Além disso, pelo menos 34 membros das forças armadas ficaram feridos, segundo fontes militares.
O próprio Biden, de 81 anos, afirmou que seu país "responderá", durante um evento de campanha em uma igreja na Carolina do Sul, um dos vários que realizou nos últimos dias enquanto busca impulsionar sua candidatura para um segundo mandato.
O Irã negou qualquer vínculo com o ataque, o qual Biden atribuiu às milícias que operam na área com o respaldo do Irã.
Mas este tema foi transformado em uma arma política pelos republicanos, e por Trump em particular, em sua tentativa de retornar à Casa Branca em novembro e vingar sua derrota de 2020 para Biden.
- "Atingir o Irã agora" -
Trump descreveu as mortes como uma "consequência da fraqueza e rendição de Joe Biden" a Teerã, focando em um acordo que a administração Biden fez com o Irã no ano passado para libertar detidos americanos em troca da liberação de US$ 6 bilhões (R$ 29,5 bilhões, na cotação atual) em fundos iranianos.
O magnata republicano também se vangloriou de ter pessoalmente ordenado o ataque americano que matou o general Qasem Soleimani, responsável pelas operações externas da Guarda Revolucionária - o exército ideológico do Irã - há quatro anos.
Outros republicanos também advertiram que usariam a postura em relação ao Irã como prova da força de Biden antes das eleições.
O líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, disse que o Irã agora carrega "sangue americano como distintivo de honra".
"O mundo inteiro está agora atento a sinais de que o presidente finalmente está preparado para usar a força americana para forçar o Irã a mudar seu comportamento. Nossos inimigos estão ousados", alegou McConnell.
Mas outros foram ainda mais intransigentes.
"Atinja o Irã agora. Atinja-os com força", exigiu em um comunicado Lindsey Graham, o principal legislador republicano no Comitê Judicial do Senado e um dos principais nomes da política "linha dura" do partido.
No entanto, os dilemas que Biden enfrenta são enormes.
Ataques diretos ao território iraniano seriam propícios para uma escalada gigantesca. No entanto, uma ação ainda menor do que essa contra representantes de Teerã poderia acirrar o conflito, ao mesmo tempo em que desestabilizaria os esforços para alcançar um cessar-fogo em Gaza.
Mas uma maior participação armada minaria a política valiosa de Biden de retirar os Estados Unidos de suas "guerras intermináveis" no Oriente Médio, mesmo que a caótica retirada americana do Afeganistão sob seu mandato tenha levado a uma tomada de poder pelos talibãs.
E apesar de todas as críticas a Biden, Trump teve o cuidado de não pedir ataques contra o Irã, já que sua política externa de "EUA em primeiro lugar" há muito tempo pede que o país abandone suas ações militares em conflitos externos.
L.Torres--PC