-
Sheinbaum quer proibir dupla nacionalidade para altos funcionários no México
-
Uefa 'suspende' ameaça de boicotar competições da Fifa para esta temporada
-
Tottenham segue se reforçando e contrata egípcio Marmoush, do Manchester City
-
Colisão com asteroide pode ter remodelado superfície de Deimos
-
Justiça ordena que presidente da Colômbia se desculpe por ato religioso em sua posse
-
12 aplicativos essenciais para estudantes no regresso às aulas
-
ONU pede que todas as redes sociais adotem um design seguro para crianças
-
Irã executou mais de 500 pessoas até agora em 2026, diz ONG
-
Morre Ratko Mladic, apelidado de 'açougueiro da Bósnia' por crimes de guerra
-
UE diz esperar que Meta proteja 'também nossas crianças' após acordo nos EUA
-
Julgamento de autor intelectual dos ataques de 11/9 será em junho de 2028
-
Tragédia entre Nepal e Tibete deixa ao menos 362 mortos e mais de 1.400 desaparecidos
-
Julgamento de autor intelectual dos atentados de 11/9 acontecerá em 5 de junho de 2028
-
Irã e Catar discutem situação do Estreito de Ormuz
-
Ratko Mladic, ex-comandante militar dos sérvios da Bósnia, morre aos 84 anos
-
'1666: Amsterdam' marca fim de longa batalha para criador de 'Assassin's Creed'
-
OMS declara Uganda livre do ebola
-
Autoridades pedem calma em Ceuta quase um mês após entrada em massa de migrantes
-
Índia receberá Brasil, Uruguai e Panamá para amistosos de futebol
-
Inspirados pela fé, ativistas judeus enfrentam colonos para proteger palestinos
-
Crianças abrem mão de suas pipas em Gaza diante de ameaças israelenses
-
China intensifica pressão sobre Taiwan com mobilização recorde de navios
-
Cidadão russo é detido após atropelamento que deixou dois mortos na França
-
Como o desprendimento de uma geleira arrasou o Nepal e o Tibete
-
Tragédia entre Nepal e Tibete deixa ao menos 273 mortos e mais de 1.300 desaparecidos
-
Fact Check: Lula não disse que venceu por analfabetismo no Nordeste
-
Revista de imprensa: técnicos devolvem verbas, gangues sul-americanas e indemnizações do Elevador da Glória
-
Garmin Forerunner 570 tem desconto de 47% no Mercado Livre
-
ASUS lança Oxiis E250G1, acessório que transforma bicicletas comuns em elétricas
-
Hyundai confirma Tucson híbrido de 245 cv e consumo de 17,4 km/l
-
Parlamento taiwanês aprova US$ 7,6 bilhões para drones diante da ameaça da China
-
1º Tour pela História das Confeitarias do Rio de Janeiro acontece neste sábado
-
Educação empreendedora: preparando jovens para o futuro e inovação
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega é 'extremamente grave', afirma o palácio
-
Artista japonesa de vanguarda Yayoi Kusama morre aos 97 anos
-
Nvidia vai adquirir plataforma de IA Hugging Face por US$ 12,9 bilhões, segundo a imprensa
-
Mensik e Muchova vencem o torneio de duplas mistas do US Open
-
Santa Fe elimina River Plate nos pênaltis e avança na Copa Sul-Americana
-
Vozinha estreia no Colo-Colo
-
Portugal lança projeto Valverde Train com comboio-hotel de luxo
-
Pelo menos 180 mortos e mais de 1.300 desaparecidos após avalanche entre Nepal e Tibete
-
Ferrari Enzo e o pedal de travão ajustável
-
Socorristas buscam centenas de desaparecidos após inundações entre Nepal e Tibete
-
Meta fecha acordo bilionário com estados americanos sobre vício de menores
-
Quase 700 agentes de IA da OpenAI colaboraram em ataque autônomo, diz relatório
-
EUA suspende agendamentos para vistos de imigrante
-
Meta fecha acordo com estados americanos sobre vício de menores
-
Resgate é mobilizado após inundações que deixam ao menos 160 mortos entre Nepal e Tibete
-
Nico González deixa Manchester City para jogar no Newcastle
-
Savinho estreia no Tottenham com gol e vitória na Copa da Liga Inglesa
Polícia argentina reprime manifestantes e Congresso pausa debate de reformas de Milei
A polícia argentina usou balas de borracha e gás lacrimogêneo na quinta-feira para dispersar os manifestantes reunidos diante do Congresso, onde os deputados retomarão nesta sexta-feira (2) o debate sobre o amplo pacote de reformas econômicas, sociais e políticas do presidente extrema-direita Javier Milei.
Após a meia-noite e depois de uma longa segunda sessão de debates, a Câmara dos Deputados interrompeu a sessão, que será retomada nesta sexta-feira às 10H00 locais (mesmo horário de Brasília).
O governo tem apenas 38 das 257 cadeiras na Câmara dos Deputados, mas conta com o apoio da oposição de centro-direita para aprovar parte do projeto da chamada "Lei Ônibus".
Durante a quinta-feira, a oposição peronista e de esquerda concentrou as críticas nas reformas do Código Penal que contemplam a criminalização dos protestos de rua, a privatização de empresas, a captação de dívida externa sem a aprovação do Congresso e, sobretudo, os "poderes delegados", que, na prática, permitem a Milei governar por decreto em várias áreas.
Estes são alguns pontos que mais incomodam os manifestantes reunidos diante do Congresso.
Durante a noite de quinta-feira, quando receberam notícias de que a polícia estava reprimindo centenas de manifestantes, deputados de vários partidos da oposição abandonaram o local para examinar os acontecimentos.
A Polícia Federal usou balas de borracha contra os manifestantes e várias pessoas ficaram feridas.
Além disso, ao menos 15 jornalistas foram atingidos por balas de borracha, segundo o Sindicato de Imprensa de Buenos Aires.
As forças policiais também formaram cordões com escudos, tanques antimotim e utilizaram spray de pimenta contra os manifestantes reunidos nas imediações do Congresso, com base no protocolo "anti-piquetes" da ministra da Segurança, Patrícia Bullrich, que proíbe os bloqueios das ruas e avenidas.
Em um confronto com a polícia, um manifestante sofreu um ferimento com sangramento no rosto, em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas.
Myriam Bregman, deputada e ex-candidata à presidência da esquerda, disse quase 40 deputados afirmaram ao comandante da operação policial que "a repressão não pode continuar".
Em resposta, "eles jogaram gás, nos agrediram, nos empurraram, avançaram com suas motos", declarou, antes de acusar Bullrich de "brincar de guerra civil".
Mas o deputado governista Bertie Benegas Lynch afirmou que os acontecimentos nas ruas foram "uma manobra da esquerda para complicar a sessão".
Milhares de pessoas também se reuniram na quarta-feira em frente ao Congresso em repúdio à lei. Quatro jovens foram detidas e libertadas na manhã de quinta-feira.
Os "poderes delegados", concedidos a outros presidentes, serão votados "em particular" após uma eventual aprovação "em geral" da Lei, cuja sanção dependerá, depois, do Senado, onde a situação - em minoria - precisa reeditar alianças.
Por meio de alianças, Milei busca uma primeira aprovação "em geral" da "Lei Ônibus" de reformas econômicas, políticas, de segurança e ambientais de mais de 300 artigos, mas o resultado final dependerá da votação "artigo por artigo" da lei, que nas negociações perdeu metade de seu conteúdo.
A oposição antecipou que o projeto sofreria alterações e, de fato, o texto definitivo continua sendo negociado enquanto é debatido.
- Déficit zero -
Na semana passada, o governo retirou um "capítulo fiscal" do contestado projeto, com o qual buscava assegurar o "déficit zero" nas contas do Estado, mas mantém o pedido de captar dívida externa sem passar pelo Congresso, como é exigido atualmente.
O texto original da "Lei Ônibus" assegurava a Milei um corte nos gastos públicos de cerca de 5% do PIB, que agora promete alcançar com outras medidas de ajuste.
Milei já baixou um 'decretaço' que modifica centenas de normas e leis para reverter com desregulamentações amplas uma crise que mantém mais de 45% dos argentinos na pobreza, com uma inflação anual de 211% em 2023.
Antes, o presidente aprovou uma desvalorização de 50% do peso e a liberação de todos os preços da economia, que fez a inflação escalar para 25,5% em dezembro.
Além disso, resgatou o programa de crédito de 44 bilhões de dólares com o FMI, que elogiou esses primeiros ajustes, mas previu uma recessão de 2,8% na economia argentina em 2024.
Na quarta-feira, o Fundo aprovou a liberação de 4,7 bilhões de dólares (23,2 bilhões de reais) — para saldar sua própria dívida — em apoio às "medidas ousadas" de Milei, embora tenha alertado que "o caminho para a estabilização será difícil".
A.F.Rosado--PC