-
Independiente del Valle vence Tolima e será o adversário do Flamengo nas quartas da Libertadores
-
Uso de redes sociais por menores aumenta na Austrália após proibição
-
Panamá declara emergência para enfrentar seca e tempestades
-
Morre aos 80 anos a lenda do country Dolly Parton
-
Mourinho reencontra o Bernabéu em LaLiga
-
Governo Trump menciona possibilidade de demolir emblemático Kennedy Center
-
Meta sabia que ferramentas para adolescentes eram ineficazes, dizem testemunhas
-
Klay Thompson chega ao Miami Heat com 'grande motivação' e 'muito a provar'
-
Betis vence na visita ao Valencia (1-0) e segue no alto da tabela do Espanhol
-
Ousmane Dembélé terá 'período de descanso', anuncia PSG
-
Bruno Fernandes é eleito melhor jogador do ano da Liga Inglesa
-
Economia global navega entre crises e oportunidades, diz chefe do FMI
-
Prefeito de Nova York e federação de tênis anunciam ingressos a 100 dólares para o US Open
-
Pelo menos um quarto dos jogadores da NFL pode desenvolver doença cerebral, aponta estudo
-
SpaceX anuncia investimento bilionário para construir base espacial no sul dos EUA
-
Atacante francês Christopher Nkunku volta ao RB Leipzig por empréstimo
-
Verstappen correrá contra 100 pilotos de kart amador em Silverstone
-
Israel ocupa centro de formação da ONU para palestinos em Jerusalém oriental
-
Chefe das forças curdas da Síria anuncia dissolução da milícia que liderou luta contra jihadistas
-
EUA vai revogar vistos de milhares de solicitantes de asilo
-
Brasil multa TikTok em R$ 153,7 milhões, uma nova advertência às redes sociais
-
Morre aos 80 anos Dolly Parton, lenda da música country americana
-
Manchester United anuncia contratação do volante camaronês Carlos Baleba
-
Sabalenka e Djokovic perdem na estreia das duplas mistas no US Open
-
Governo da Colômbia prepara reforma para classificar grupos armados como 'terroristas'
-
Xavi promete devolver futebol ofensivo à seleção holandesa
-
Trump quer renomear Lago Ontário como 'Lago América'
-
Influência de Trump volta a ser posta à prova nas primárias republicanas
-
Longas filas nos postos de gasolina do Irã após anúncio de novas sanções dos EUA
-
Canadá anuncia tarifas de 15% a 50% sobre produtos dos EUA
-
Justiça dos EUA se recusa a anular condenação de cúmplice de Epstein
-
Mourinho diz que elenco do Real Madrid está fechado e descarta saída de Endrick
-
Noruega planeja regulamentar uso de óculos inteligentes para preservar a privacidade
-
ONU e Cruz Vermelha pedem regulamentação urgente das armas autônomas
-
ANPD multa TikTok por falhas na proteção de dados
-
Colonos israelenses na Cisjordânia atacam jornalistas da AFP
-
Gamescom 2026 começa nesta terça na Alemanha sem 'GTA VI'
-
Primeiro-ministro do Nepal poderá continuar usando seus óculos escuros no Parlamento
-
'Geladeira para humanos' alivia trabalhadores japoneses durante onda de calor
-
Luto sem fim pelas crianças mortas em uma escola no primeiro dia da guerra no Irã
-
Um milhão de crianças podem morrer de desnutrição no Afeganistão, alerta Unicef
-
Iniciativas de Trump dobrarão emissões de carbono do setor elétrico até 2035, aponta análise
-
Tottenham oficializa contratação de Savinho
-
Síria celebra retirada da lista de países que promovem o terrorismo
-
Canadá anunciará resposta às novas tarifas de Trump
-
Venezuela reporta mais de 6,5 mil mortos após terremotos
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar de ameaças russas
-
Federer retorna ao US Open para jogo exibição e despedida
-
Com gol de João Pedro, Chelsea estreia no Inglês com vitória sobre Fulham
-
Sérvia pede libertação de criminoso de guerra Mladic por motivo de saúde
Ex-general venezuelano é condenado a 21 anos de prisão nos EUA por ajudar Farc
O ex-general chavista Clíver Antonio Alcalá, convertido em opositor do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi condenado nesta segunda-feira (8), em Nova York, a 21 anos e oito meses de prisão por ajudar a antiga guerrilha colombiana das Farc, anunciou o Departamento de Justiça americano.
Alcalá se entregou às autoridades americanas na Colômbia em 2020, depois que os Estados Unidos indiciaram por "narcoterrorismo" cerca de 15 altos funcionários venezuelanos, incluindo o próprio Maduro, o poderoso dirigente chavista Diosdado Cabello e o ex-chefe de inteligência venezuelano Hugo "Pollo" Carvajal.
A Justiça americana acusou Alcalá, colaborador do ex-presidente Hugo Chávez, o antecessor de Maduro, de ter ajudado desde 2006 as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que firmaram um acordo de paz com o governo colombiano em 2016.
Ele forneceu armas à guerrilha, "inclusive diretamente a líderes de alto escalão" como Luciano Marín Arango, também conhecido como "Iván Márquez", e Rodrigo Londoño Echeverri, vulgo "Timochenko", informou o Departamento de Justiça em um comunicado.
Além disso, "participou diretamente da distribuição de cocaína", compartilhou reuniões com alguns dos maiores traficantes de drogas da América do Sul, facilitou a liberdade de movimento de integrantes das Farc e impediu que eles fossem detidos, insiste Washington.
Em troca, Alcalá "recebeu milhões de dólares em propina relacionados com a cocaína", assinalou a Justiça.
"Como membro de alto escalão do Exército venezuelano e do Cartel de Los Soles", formado por militares venezuelanos, Alcalá e seus cúmplices "transformaram a cocaína em arma, ajudaram as Farc a armar seus membros e a enviar toneladas de drogas" aos Estados Unidos, disse o promotor federal de Manhattan, Damian Williams, citado no comunicado.
"Agora, passará mais de duas décadas em uma prisão dos Estados Unidos", acrescentou.
Em junho, o ex-general, de 62 anos, declarou-se culpado de transferência ilegal de armas e de "apoio material para uma organização estrangeira classificada de terrorista".
Alcalá deixou o Exército em 2013, refugiou-se na Colômbia e apoiou o então líder da oposição venezuelana Juan Guaidó.
Além da pena de prisão, Alcalá foi condenado a três anos de liberdade vigiada.
L.Henrique--PC