-
Economia global navega entre crises e oportunidades, diz chefe do FMI
-
Prefeito de Nova York e federação de tênis anunciam ingressos a 100 dólares para o US Open
-
Pelo menos um quarto dos jogadores da NFL pode desenvolver doença cerebral, aponta estudo
-
SpaceX anuncia investimento bilionário para construir base espacial no sul dos EUA
-
Atacante francês Christopher Nkunku volta ao RB Leipzig por empréstimo
-
Verstappen correrá contra 100 pilotos de kart amador em Silverstone
-
Israel ocupa centro de formação da ONU para palestinos em Jerusalém oriental
-
Chefe das forças curdas da Síria anuncia dissolução da milícia que liderou luta contra jihadistas
-
EUA vai revogar vistos de milhares de solicitantes de asilo
-
Brasil multa TikTok em R$ 153,7 milhões, uma nova advertência às redes sociais
-
Morre aos 80 anos Dolly Parton, lenda da música country americana
-
Manchester United anuncia contratação do volante camaronês Carlos Baleba
-
Sabalenka e Djokovic perdem na estreia das duplas mistas no US Open
-
Governo da Colômbia prepara reforma para classificar grupos armados como 'terroristas'
-
Xavi promete devolver futebol ofensivo à seleção holandesa
-
Trump quer renomear Lago Ontário como 'Lago América'
-
Influência de Trump volta a ser posta à prova nas primárias republicanas
-
Longas filas nos postos de gasolina do Irã após anúncio de novas sanções dos EUA
-
Canadá anuncia tarifas de 15% a 50% sobre produtos dos EUA
-
Justiça dos EUA se recusa a anular condenação de cúmplice de Epstein
-
Mourinho diz que elenco do Real Madrid está fechado e descarta saída de Endrick
-
Noruega planeja regulamentar uso de óculos inteligentes para preservar a privacidade
-
ONU e Cruz Vermelha pedem regulamentação urgente das armas autônomas
-
ANPD multa TikTok por falhas na proteção de dados
-
Colonos israelenses na Cisjordânia atacam jornalistas da AFP
-
Gamescom 2026 começa nesta terça na Alemanha sem 'GTA VI'
-
Primeiro-ministro do Nepal poderá continuar usando seus óculos escuros no Parlamento
-
'Geladeira para humanos' alivia trabalhadores japoneses durante onda de calor
-
Luto sem fim pelas crianças mortas em uma escola no primeiro dia da guerra no Irã
-
Um milhão de crianças podem morrer de desnutrição no Afeganistão, alerta Unicef
-
Iniciativas de Trump dobrarão emissões de carbono do setor elétrico até 2035, aponta análise
-
Tottenham oficializa contratação de Savinho
-
Síria celebra retirada da lista de países que promovem o terrorismo
-
Canadá anunciará resposta às novas tarifas de Trump
-
Venezuela reporta mais de 6,5 mil mortos após terremotos
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar de ameaças russas
-
Federer retorna ao US Open para jogo exibição e despedida
-
Com gol de João Pedro, Chelsea estreia no Inglês com vitória sobre Fulham
-
Sérvia pede libertação de criminoso de guerra Mladic por motivo de saúde
-
Com hat-trick de Malen, Roma goleia Fiorentina em sua estreia no Italiano
-
João Fonseca desiste do US Open devido a lesão no abdômen
-
Chefe do Exército do Paquistão se reúne com presidente do Irã
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia
-
Lazio de Gattuso estreia no Italiano com vitória sobre o Bologna
-
"Até onde o corpo aguentar": dois meses dos terremotos na Venezuela
-
Palmeiras renova com Gustavo Gómez até 2030
-
Palmeiras chega a acordo para venda de Allan ao Manchester City
-
Fabinho assina com Trabzonspor e reencontra Salah na Turquia
-
EUA promete asfixiar economicamente o Irã
-
Arábia Saudita investirá US$ 7 bilhões em parques temáticos perto de Paris
Parlamento Europeu aprova lei para combater violência contra as mulheres
O Parlamento Europeu adotou, nesta quarta-feira (24), a primeira lei da UE para combater a violência contra as mulheres, um texto que, no entanto, exclui o estupro, devido à falta de acordo entre os Estados do bloco sobre uma definição comum.
A moção foi aprovada por 522 votos a favor e 27 contra, na última semana de sessões plenárias do Parlamento Europeu antes das eleições que acontecerão de 6 a 9 de junho e renovarão o hemiciclo.
A co-patrocinadora do texto, a conservadora irlandesa Frances Fitzgerald, disse que foi aprovado "um texto legislativo de grande alcance que prevenirá a violência contra as mulheres, protegerá as vítimas e processará os perpetradores".
Para a social-democrata sueca Evon Incir, também co-patrocinadora do texto, foi "uma vitória para a justiça e a igualdade para toda a UE".
A nova lei criminaliza a mutilação genital feminina, o casamento forçado, o compartilhamento não consentido de imagens íntimas e o assédio on-line. Visa também proporcionar às vítimas um melhor acesso à justiça e à saúde.
Lola Schulmann, responsável pelos direitos das mulheres na Anistia Internacional, disse que o texto constitui "um primeiro passo importante" porque permitirá "à sociedade civil manter a pressão" em cada país.
Contudo, a lei também é uma "oportunidade perdida".
Não só, acrescentou, porque os regulamentos não incluem o consentimento na definição de estupro, mas também "porque as pessoas mais afetadas pela violência de gênero (...) não são claramente identificadas como particularmente vulneráveis".
Esse grupo inclui mulheres sem documentos, profissionais do sexo ou lésbicas, disse ela.
Um grupo de países que incluía França, Alemanha e Hungria opôs-se à inclusão do estupro na legislação, concluindo que a UE não tem competência no assunto e que o texto corria o risco de ser rejeitado pela Justiça europeia.
"O trabalho não está concluído, mas esta diretriz é extremamente importante", disse Incir durante o debate no plenário.
P.Sousa--PC