-
Trump quer renomear Lago Ontário como 'Lago América'
-
Influência de Trump volta a ser posta à prova nas primárias republicanas
-
Longas filas nos postos de gasolina do Irã após anúncio de novas sanções dos EUA
-
Canadá anuncia tarifas de 15% a 50% sobre produtos dos EUA
-
Justiça dos EUA se recusa a anular condenação de cúmplice de Epstein
-
Mourinho diz que elenco do Real Madrid está fechado e descarta saída de Endrick
-
Noruega planeja regulamentar uso de óculos inteligentes para preservar a privacidade
-
ONU e Cruz Vermelha pedem regulamentação urgente das armas autônomas
-
ANPD multa TikTok por falhas na proteção de dados
-
Colonos israelenses na Cisjordânia atacam jornalistas da AFP
-
Gamescom 2026 começa nesta terça na Alemanha sem 'GTA VI'
-
Primeiro-ministro do Nepal poderá continuar usando seus óculos escuros no Parlamento
-
'Geladeira para humanos' alivia trabalhadores japoneses durante onda de calor
-
Luto sem fim pelas crianças mortas em uma escola no primeiro dia da guerra no Irã
-
Um milhão de crianças podem morrer de desnutrição no Afeganistão, alerta Unicef
-
Iniciativas de Trump dobrarão emissões de carbono do setor elétrico até 2035, aponta análise
-
Tottenham oficializa contratação de Savinho
-
Síria celebra retirada da lista de países que promovem o terrorismo
-
Canadá anunciará resposta às novas tarifas de Trump
-
Venezuela reporta mais de 6,5 mil mortos após terremotos
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar de ameaças russas
-
Federer retorna ao US Open para jogo exibição e despedida
-
Com gol de João Pedro, Chelsea estreia no Inglês com vitória sobre Fulham
-
Sérvia pede libertação de criminoso de guerra Mladic por motivo de saúde
-
Com hat-trick de Malen, Roma goleia Fiorentina em sua estreia no Italiano
-
João Fonseca desiste do US Open devido a lesão no abdômen
-
Chefe do Exército do Paquistão se reúne com presidente do Irã
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia
-
Lazio de Gattuso estreia no Italiano com vitória sobre o Bologna
-
"Até onde o corpo aguentar": dois meses dos terremotos na Venezuela
-
Palmeiras renova com Gustavo Gómez até 2030
-
Palmeiras chega a acordo para venda de Allan ao Manchester City
-
Fabinho assina com Trabzonspor e reencontra Salah na Turquia
-
EUA promete asfixiar economicamente o Irã
-
Arábia Saudita investirá US$ 7 bilhões em parques temáticos perto de Paris
-
Ucrânia concederá acesso ao Reino Unido a dados de IA sobre campo de batalha
-
Netanyahu afirma que Irã tentou matar um de seus filhos
-
Trump anuncia que aumentará para 50% as tarifas sobre carros e aço do Canadá
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de imigrantes em situação irregular
-
Julián Álvarez vive encruzilhada no Atlético de Madrid
-
Guterres propõe ONU como 'facilitadora' do transporte de fertilizantes em Ormuz
-
Sheinbaum descarta volta ao cargo de governador acusado de tráfico pelos EUA
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar das ameaças russas
-
Presidente colombiano anuncia início da reconstrução após terremoto
-
Príncipe Harry deixa ONG africana envolvida em escândalo
-
Tenista tcheca Marketa Vondrousova recorre na CAS contra suspensão por recusar teste antidoping
-
Escaladores do Empire State se beijam em frente a tribunal
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de migrantes em situação irregular
-
Liverpool precisa melhorar após temporada 'inaceitável', diz Van Dijk
-
França busca assinar acordo sobre parque temático de 'Dragon Ball' durante visita de príncipe saudita
Incerteza sobre possível trégua entre Israel e Hamas em Gaza
O movimento islamista palestino Hamas não respondeu nesta quinta-feira (2) à oferta israelense de trégua em Gaza, o que aumenta as dúvidas sobre a possibilidade de um cessar-fogo após quase sete meses de guerra.
Israel e os países mediadores, Catar, Egito e Estados Unidos, aguardam uma resposta do Hamas a um plano de trégua de 40 dias.
A proposta busca uma trégua nos combates que permita a libertação de reféns mantidos em cativeiro em Gaza desde o ataque dos milicianos islamistas de 7 de outubro contra o território israelense, em troca da liberação de detentos palestinos de penitenciárias de Israel.
O acordo seria o primeiro desde a trégua de uma semana em novembro que permitiu a troca de 80 reféns israelenses por 240 presos palestinos.
O secretário de Estado americano, Antony Blinken, aproveitou sua visita a Israel na quarta-feira para estimular o acordo.
Blinken pediu ao Hamas que aceite a proposta, que chamou de "extraordinariamente generosa" por parte de Israel, e reiterou ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a oposição dos Estados Unidos a uma invasão israelense em Rafah, uma localidade do sul de Gaza onde 1,5 milhão de palestinos sobrevivem em condições extremas.
A guerra em Gaza agita as relações internacionais. Na quarta-feira, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou que vai romper as relações com Israel. Nos Estados Unidos, os protestos em várias universidades devido ao conflito terminaram em operações de desocupação violentas, após a intervenção das forças policiais.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, afirmou nesta quinta-feira que as universidades americanas estão "contaminadas pelo ódio e antissemitismo".
- "Negativa" -
Israel prossegue com a ofensiva em Gaza, iniciada em resposta ao ataque sem precedentes do Hamas contra seu território que matou 1.170 pessoas, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais israelenses.
Durante o ataque, os milicianos islamistas sequestraram quase 250 pessoas. Israel calcula que 129 permanecem retidas em Gaza e que 34 morreram em cativeiro.
O governo de Netanyahu enfrenta a pressão das famílias dos reféns, que protestaram nesta quinta-feira com fotografias das mulheres mantidas em cativeiro em Gaza diante da residência do primeiro-ministro, em Jerusalém.
A ofensiva aérea e terrestre iniciada por Israel em represália contra o Hamas deixou até o momento 34.596 mortos em Gaza, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do território palestino governado pelo Hamas.
Ao menos 28 pessoas morreram em Gaza nas últimas 24 horas, segundo o Hamas, após vários bombardeios que atingiram o norte, centro e sul do território, reduzido a ruínas.
O Hamas afirma que um cessar-fogo permanente é uma condição prévia para qualquer acordo, uma posição que Israel recusa.
Osama Hamdan, um importante dirigente do Hamas, declarou à AFP na quarta-feira que a posição do grupo é "negativa", mas que prossegue coma as negociações.
"A situação é delicada", disse Zaher Jabareen, membro da equipe de negociação do Hamas.
- "Um plano confiável" para os civis -
Algumas horas antes de Blinken chegar a Israel, Netanyahu reafirmou a intenção de invadir Rafah, por considerar que a cidade é o último reduto do Hamas, com ou sem acordo de trégua.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, ressaltou a necessidade de Israel ter "um plano confiável para retirar os civis de Rafah", durante uma conversa por telefone com seu homólogo israelense, Yoav Gallant.
A guerra deixou o território estreito em ruínas, onde hoje há mais escombros do que na Ucrânia, que enfrenta uma invasão russa há mais de dois anos, afirmou o diretor do programa de retirada de minas da ONU para os Territórios Palestinos.
Mohamed Al Mughayyir, funcionário responsável pela da Defesa Civil de Gaza, alertou nesta quinta-feira para o perigo das munições não detonadas.
"Todas as semanas acontecem mais de 10 explosões quando são manipuladas por crianças e civis, o que provoca mortes e ferimentos graves", disse à AFP.
Em Rafah, Yusef Harazi, um mecânico, tem esperança no fim dos combates. "Não temos alívio, nem físico, nem mental", disse.
Uma questão crítica para os civis em Gaza é o envio de mais ajuda humanitária ao território de 2,4 milhões de habitantes, que desde o início do conflito enfrentam escassez de produtos básicos devido ao cerco estabelecido por Israel.
As entregas são estritamente controladas pelas autoridades israelenses e entram a conta-gotas no território. O governo dos Estados Unidos, principal aliado de Israel, pressiona para aumentar o fluxo de ajuda e aliviar o risco de fome.
M.Gameiro--PC