-
Anistia Internacional denuncia uso excessivo da força policial em protestos na Índia
-
Coco Gauff vence Jessica Pegula e conquista WTA 1000 de Cincinnati pela 2ª vez
-
Primeiro-ministro britânico viajará na segunda-feira para Kiev
-
Aleksander Ceferin, chefe da Uefa, diz que não será candidato à presidência da Fifa
-
Síria confirma diálogos com Israel para reduzir tensões após ataques
-
Raphina marca dois e Barça estreia no Espanhol com goleada sobre Elche (5-0)
-
Arthur Fils vence Frances Tiafoe e conquista Masters 1000 de Cincinnati
-
Juventus e Milan estreiam com vitórias no Italiano
-
Trump encerra festejos do 250º aniversário dos EUA com corrida da IndyCar em Washington
-
Ferran Torres salva empate na visita do PSG ao Rennes (2-2) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
Atacante suíço Breel Embolo deixa Rennes e se transfere para o Atlanta United
-
Boca de urna indica vitória de partido governista nas legislativas do Cazaquistão
-
Norris vence GP dos Países Baixos, Verstappen bate na 1ª volta e Bortoleto termina em 13º
-
Juventus vence recém-promovido Frosinone (1-0) com gol de Bremer na estreia no Italiano
-
Sheinbaum saúda recuo de governador acusado nos EUA de retomar cargo no México
-
Harry Kane é eleito jogador do ano na Alemanha, à frente de Olise
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou"
-
Liverpool, do novo técnico Iraola, arranca empate nos acréscimos (2-2) na visita ao Newcastle
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou", diz Palácio
-
Atlético de Madrid empata com Villarreal (2-2) em meio a vaias para Julián Álvarez
-
Tragédia em aterro sanitário deixa 30 mortos na Guiné
-
Etíope Yomif Kejelcha bate recorde mundial na Meia Maratona de Buenos Aires
-
Na estreia do técnico Davide Ancelotti, Lille vence Angers (2-0) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
China anuncia adiamento de missão lunar
-
Lando Norris (McLaren) vence GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto termina em 13º
-
Manchester City de Maresca estreia no Inglês com virada sobre o Bournemouth (2-1)
-
Governo Trump prevê que guerra comercial terá impacto 'devastador' para o Canadá
-
Milhares protestam na Suécia contra as mudanças climáticas antes das eleições gerais
-
Defesa Civil relata três mortos, incluindo uma criança, em bombardeios israelenses em Gaza
-
Robôs pulverizam recordes durante competição em Pequim
-
Zelensky rejeita celebrar eleições porque 'dividiria a Ucrânia'
-
O 'costureiro do sagrado' que vestiu três papas
-
Zelensky diz que celebrar eleições em tempos de guerra 'dividiria a Ucrânia'
-
Alibaba planeja emitir US$ 10 bilhões em ações para financiar ivestimentos em IA
-
Presidente do Irã admite que país enfrenta 'muitas dificuldades"
-
Arthur Fils vence Cobolli e enfrentará Tiafoe na final do Masters 1000 de Cincinnati
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA diz que deixará o cargo novamente
-
Pegula vence Swiatek e vai à final do WTA 1000 de Cincinnati
-
Nicarágua aprova proposta constitucional que visa barrar resoluções internacionais
-
Real Madrid de Mourinho vence Espanyol no fim (2-1) na estreia em LaLiga
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização no país
-
Arthur Fils vence Cobolli e é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Irã diz que vai considerar "inimigo" qualquer país que participe da "guerra econômica" dos EUA
-
Bayern vence na visita ao Dortmund (2-1) e conquista Supercopa da Alemanha
-
Füllkrug marca em seu retorno ao Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Inter de Milão abre a Serie A com goleada sobre o Monza (4-1)
-
Arthur Fils vence Cobolli é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Atual vice-campeão, Lens goleia Auxerre (5-2) em sua estreia na Ligue 1
-
Carney decide enfrentar Trump, apesar dos perigos
-
João Pedro renova com Chelsea até 2032
Biden ganha apoio entre congressistas democratas, mas rebelião persiste
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ganhou o apoio de importantes congressistas democratas nesta terça-feira (9), mas a rebelião interna persiste e o partido ainda não alcançou um consenso sobre manter o presidente de 81 anos como candidato nas eleições de novembro.
O líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries, se encontrou com colegas preocupados que o caos provocado pelo debate com o ex-presidente republicano Donald Trump, no qual Biden perdeu o fio do que estava dizendo várias vezes e parecia confuso, coloque em risco as eleições.
Um congressista, que falou sob condição de anonimato com a imprensa dos Estados Unidos, descreveu a reunião como "intensa". Outro disse que havia um sentimento "quase unânime" de que Biden deveria passar o bastão nesta corrida.
No entanto, na reunião plenária do partido realizada mais tarde, houve indícios de que Biden ganhou terreno. Vários parlamentares declararam sua lealdade ao presidente.
Jerry Nadler, democrata de maior patente no Comitê Judiciário da Câmara, o apoiou, apesar de relatos da imprensa indicarem que ele recentemente sugeriu que o presidente deveria abrir caminho para outro candidato.
"Ele disse que vai continuar [na corrida], ele é nosso candidato e todos vamos apoiá-lo, espero que todos apoiemos", disse a jornalistas.
Biden comprometeu-se a cumprir um segundo mandato completo se for reeleito, afirmou sua porta-voz, Karine Jean-Pierre, nesta terça. Acrescentou que ele recebeu o apoio de grupos de legisladores afro-americanos e hispânicos, bem como de parlamentares da ala progressista como Alexandra Ocasio-Cortez.
"No momento, o presidente Biden é o candidato e apoiamos o candidato democrata que derrotará Donald Trump. É um fato", declarou o congressista Peter Aguilar após a reunião dos democratas da Câmara.
Os senadores democratas, por sua vez, também irão debater a candidatura de Biden nesta terça-feira.
Até agora, a maioria dos democratas tem respaldado publicamente Biden, mas o partido permanece dividido desde o debate, que foi assistido ao vivo por cerca de 51 milhões de americanos.
"Simplesmente ele tem que renunciar", afirmou o democrata Mike Quigley, da Câmara dos Representantes, à CNN.
A crise tem causado agitação no partido quando faltam menos de quatro meses para as eleições.
"Não acho que já estive em um ambiente político mais complicado em minha vida", reconheceu o senador John Hickenlooper em um café da manhã de trabalho para a cúpula da aliança militar Otan.
- "A pura verdade" -
Biden reafirmou na segunda-feira que está determinado a permanecer na corrida e desafiou os democratas insatisfeitos a se candidatarem durante a convenção do partido em agosto.
O presidente mais velho na história dos Estados Unidos afirmou que seu mau desempenho no debate, durante o qual ficou de boca aberta várias vezes, foi devido a uma "má noite" causada por um resfriado e pelo jet lag de viagens internacionais.
A Casa Branca também interveio. Seu médico pessoal afirmou na segunda-feira que Biden foi examinado por um especialista em doença de Parkinson apenas como parte de exames neurológicos de rotina durante seu exame médico anual.
Biden se dirigirá aos líderes da Otan reunidos em Washington às 17h locais (18h de Brasília) em um discurso que será observado de perto tanto nacionalmente quanto pelos aliados internacionais, que temem o retorno do isolacionista Trump.
Até agora, os esforços de Biden não conseguiram convencer o conselho editorial do jornal The New York Times. Em um artigo crítico, o conselho argumentou que os democratas "precisam dizer a ele a pura verdade".
"Eles precisam dizer que seu desafio ameaça dar a vitória ao Sr. Trump. Eles precisam dizer que ele está se ridicularizando e colocando em perigo seu legado", insistiu o editorial do jornal.
Biden está atrás nas pesquisas e a atenção da mídia agora se concentra em suas fraquezas, em vez de em seu rival, Trump, alvo de condenações judiciais e que ainda tem vários processos em aberto.
O próprio republicano, de 78 anos, rompeu dias de silêncio desde o debate, declarando à Fox News na segunda-feira que acredita que Biden resistirá à pressão e permanecerá na corrida.
"Ele tem um ego e não quer desistir", considerou o ex-presidente (2017-2021).
V.Fontes--PC