-
Raphina marca dois e Barça estreia no Espanhol com goleada sobre Elche (5-0)
-
Arthur Fils vence Frances Tiafoe e conquista Masters 1000 de Cincinnati
-
Juventus e Milan estreiam com vitórias no Italiano
-
Trump encerra festejos do 250º aniversário dos EUA com corrida da IndyCar em Washington
-
Ferran Torres salva empate na visita do PSG ao Rennes (2-2) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
Atacante suíço Breel Embolo deixa Rennes e se transfere para o Atlanta United
-
Boca de urna indica vitória de partido governista nas legislativas do Cazaquistão
-
Norris vence GP dos Países Baixos, Verstappen bate na 1ª volta e Bortoleto termina em 13º
-
Juventus vence recém-promovido Frosinone (1-0) com gol de Bremer na estreia no Italiano
-
Sheinbaum saúda recuo de governador acusado nos EUA de retomar cargo no México
-
Harry Kane é eleito jogador do ano na Alemanha, à frente de Olise
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou"
-
Liverpool, do novo técnico Iraola, arranca empate nos acréscimos (2-2) na visita ao Newcastle
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega, de 89 anos, "se agravou", diz Palácio
-
Atlético de Madrid empata com Villarreal (2-2) em meio a vaias para Julián Álvarez
-
Tragédia em aterro sanitário deixa 30 mortos na Guiné
-
Etíope Yomif Kejelcha bate recorde mundial na Meia Maratona de Buenos Aires
-
Na estreia do técnico Davide Ancelotti, Lille vence Angers (2-0) pela 1ª rodada da Ligue 1
-
China anuncia adiamento de missão lunar
-
Lando Norris (McLaren) vence GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto termina em 13º
-
Manchester City de Maresca estreia no Inglês com virada sobre o Bournemouth (2-1)
-
Governo Trump prevê que guerra comercial terá impacto 'devastador' para o Canadá
-
Milhares protestam na Suécia contra as mudanças climáticas antes das eleições gerais
-
Defesa Civil relata três mortos, incluindo uma criança, em bombardeios israelenses em Gaza
-
Robôs pulverizam recordes durante competição em Pequim
-
Zelensky rejeita celebrar eleições porque 'dividiria a Ucrânia'
-
O 'costureiro do sagrado' que vestiu três papas
-
Zelensky diz que celebrar eleições em tempos de guerra 'dividiria a Ucrânia'
-
Alibaba planeja emitir US$ 10 bilhões em ações para financiar ivestimentos em IA
-
Presidente do Irã admite que país enfrenta 'muitas dificuldades"
-
Arthur Fils vence Cobolli e enfrentará Tiafoe na final do Masters 1000 de Cincinnati
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA diz que deixará o cargo novamente
-
Pegula vence Swiatek e vai à final do WTA 1000 de Cincinnati
-
Nicarágua aprova proposta constitucional que visa barrar resoluções internacionais
-
Real Madrid de Mourinho vence Espanyol no fim (2-1) na estreia em LaLiga
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização no país
-
Arthur Fils vence Cobolli e é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Irã diz que vai considerar "inimigo" qualquer país que participe da "guerra econômica" dos EUA
-
Bayern vence na visita ao Dortmund (2-1) e conquista Supercopa da Alemanha
-
Füllkrug marca em seu retorno ao Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Inter de Milão abre a Serie A com goleada sobre o Monza (4-1)
-
Arthur Fils vence Cobolli é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Atual vice-campeão, Lens goleia Auxerre (5-2) em sua estreia na Ligue 1
-
Carney decide enfrentar Trump, apesar dos perigos
-
João Pedro renova com Chelsea até 2032
-
Sheinbaum critica "arrogância" de governador mexicano procurado por tráfico nos EUA
-
Canadá responde com tarifas após fracasso das negociações com EUA
-
Serena Williams e Carlos Alcaraz se unem para as duplas mistas do US Open
-
Ataques entre Ucrânia e Rússia deixam 13 mortos
-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
Kamala Harris é favorita para enfrentar Trump nas presidenciais
A vice-presidente americana, Kamala Harris, é favorita para ser candidata democrata às eleições de novembro graças ao apoio de pesos pesados do partido após a renúncia de Joe Biden mergulhar a campanha na incerteza.
O Partido Democrata prometeu um "processo transparente e ordenado" para substituir o presidente Biden, de 81 anos, na disputa presidencial.
As dúvidas sobre a sua saúde e a sua capacidade de derrotar o republicano Donald Trump nas urnas fizeram-no jogar a toalha faltando pouco mais de três meses para as eleições presidenciais.
Os democratas devem agora escolher um novo candidato na convenção, que será realizada em Chicago a partir de 19 de agosto. Mas é possível que não esperem até essa data.
A favorita é a vice-presidente Harris. Ela não só recebeu o "total apoio e endosso" de Biden, mas também do ex-presidente Bill Clinton e de sua esposa Hillary, ex-secretária de Estado.
E sobretudo o apoio de ao menos sete governadores, alguns deles considerados potenciais concorrentes: os da Califórnia, Michigan, Illinois, Minnesota, Wisconsin e Maryland.
E ainda o de Kentucky, Andy Beshear, um dos favoritos como seu companheiro de chapa.
Parte dos congressistas democratas, tanto progressistas como moderados, uniram-se em torno dela.
Mas outros, como o líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, e sua influente antecessora, Nancy Pelosi, até o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, permanecem em silêncio. O ex-presidente Barack Obama também não a mencionou.
"Navegaremos em águas desconhecidas nos próximos dias", disse Obama em comunicado no domingo.
Harris, que é negra e de ascendência sul-asiática, também é a única mulher vice-presidente na história dos Estados Unidos, não parece ter rivais sérios.
Nas horas seguinte à retirada de Biden, o Partido Democrata registrou a maior arrecadação de fundos em um só dia para sua campanha de 2024, aproximadamente 46,7 milhões de dólares (260 milhões de reais), anunciou ActBlue, o grupo de arrecadação dessa formação política.
- A "maior honra" -
Os delegados da convenção foram informados que a votação da candidatura de Harris ocorrerá em 1º de agosto, mais de duas semanas antes da reunião, informou a CBS.
Se os democratas não chegarem a um acordo, uma convenção aberta a outros candidatos poderá ser realizada em Chicago, mas neste momento não há indícios de que isso possa acontecer.
A candidatura democrata já estava na corda bamba desde o desempenho desastroso de Biden no debate de junho contra Trump, que saiu mais forte e vive dias de glória após sobreviver a uma tentativa de assassinato e participar de uma convenção republicana que o idolatrava.
Biden insistiu durante mais de três semanas em permanecer na corrida, ignorando pedidos para que renunciasse, até que no domingo jogou a toalha, enquanto se recupera da covid-19 em sua casa de praia em Delaware (leste).
O democrata afirmou que ser presidente foi a "maior honra" de sua vida e prometeu discursar à nação esta semana.
- "Desafios" -
A sua desistência faz dele o primeiro presidente em 56 anos que não aspira a um segundo mandato e o primeiro na história dos Estados Unidos a renunciar a essa possibilidade tão tarde.
Donna Patterson, professora da Universidade Estadual de Delaware, estima que sua saída injetou "energia" na campanha.
A vice-presidente teve dificuldade em encontrar seu lugar nos primeiros anos na Casa Branca, mas se destacou durante a campanha ao defender questões fundamentais como o direito ao aborto.
"Quem quer que os democratas indiquem – e tenho certeza de que será Harris – terá desafios", disse Donald Nieman, analista político e professor da Universidade de Binghamton, no estado de Nova York.
Do lado republicano, o anúncio perturba completamente a candidatura de Trump, obrigando-o a rever a sua estratégia eleitoral, que está muito focada em apresentar Biden como um homem senil, confuso e desajeitado.
Esses argumentos podem se voltar contra o republicano caso ele enfrente Kamala Harris, quase 20 anos mais nova.
Não há dúvida de que a ex-promotora Harris pode pressionar Trump com seus problemas jurídicos e se concentrar na defesa do direito ao aborto.
R.J.Fidalgo--PC