-
Inter anuncia contratação do atacante paraguaio Antonio Sanabria
-
Ronaldinho retorna ao futebol na 3ª divisão italiana em busca do gol 300
-
Amazon Prime Video anuncia investimento bilionário em produções latino-americanas
-
Coalizão mundial de torcedores pede saída de Infantino da Fifa
-
EUA realiza operações militares contra tráfico de drogas no norte do Equador
-
EUA anuncia novas sanções contra Cuba
-
Carlos Alcaraz anuncia retorno às quadras 10 dias antes do US Open
-
Universidade belga suspende acadêmico após acusações a falecido ex-professor de Cambridge
-
Shows previstos de Kanye West provocam alvoroço na Rússia
-
EUA exige que aliados e China apoiem sua guerra econômica contra o Irã
-
Canadá e EUA retomam diálogo para concluir acordo comercial
-
Unidade do Exército dos EUA oferece folga para jogar 'GTA VI' em troca de alistamento
-
EUA denuncia detenção arbitrária de americano na China
-
Brasil reforça proteção às mulheres contra a violência de gênero
-
Descoberta a estrela mais rápida da nossa galáxia
-
Com a 'cumbia do falafel', palestino constrói nova vida no México
-
Maracanã receberá partida de abertura e final da Copa do Mundo Feminina em 2027
-
Coreia do Norte lança mísseis balísticos após Trump afirmar que se reunirá com Kim
-
Incertezas sobre o retorno do príncipe Harry e família ao Reino Unido
-
O que se sabe sobre os supostos vazamentos de 'GTA VI'
-
Em Gaza, um banco de sementes renasce entre as ruínas da guerra
-
Em plena campanha eleitoral, Netanyahu escolhe Turquia como rival
-
China condena fundador da Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 16 pessoas na região de Kiev
-
Irã executa cidadão afegão por protestos, segundo grupo de direitos humanos
-
Trump anuncia 'guerra econômica' contra o Irã, que ironiza 'política fracassada'
-
Dívida soberana dos EUA supera US$ 40 trilhões
-
Verstappen acaba com boatos e renova contrato com a Red Bull até 2030
-
China condena fundador do grupo Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 13 na região de Kiev
-
Irã chama pressão econômica de Trump de 'política fracassada'
-
Sabalenka, número um da WTA, eliminada nas oitavas de Cincinnati
-
Messi marca um gol pela primeira vez desde o falecimento de seu pai
-
Flamengo vence Cruzeiro (2-1) e vai às quartas de final da Libertadores
-
Reino Unido convoca diplomata de Israel por projeto de assentamento
-
Trump anuncia "guerra econômica" contra Irã e ameaça parceiros com represálias
-
CK Hutchison exige indenização do Panamá por cancelamento de concessão portuária
-
Chefe da DEA destaca atuação argentina no combate ao narcotráfico
-
Palmeiras vence Cerro Porteño (1-0) em Assunção e avança às quartas da Libertadores
-
Trump apresenta novo heliporto da Casa Branca
-
Zverev, cabeça de chave número 1, é eliminado por Tommy Paul nas oitavas de Cincinnati
-
Nasa anuncia fracasso de missão para resgatar telescópio
-
Dez mortos em bombardeios israelenses em Gaza, segundo fontes palestinas
-
Príncipe Harry e sua esposa Meghan voltarão a morar no Reino Unido
-
Algumas ferramentas de segurança da Meta foram "projetadas para falhar", diz ex-funcionário em julgamento
-
Diego Moreira, da seleção belga, deixa o Strasbourg e se transfere para o Milan
-
Atlético de Madrid estreia no Campeonato Espanhol com vitória por 2-0 sobre o Málaga
-
Arsenal luta pelo bicampeonato da Premier League diante de rivais em reconstrução
-
Netanyahu diz que Israel enviou "mensagem clara" à Turquia sobre a Síria
-
Corinthians busca vaga nas quartas da Libertadores após encerrar novela Memphis
Alemanha terá legislativas antecipadas em fevereiro após colapso da coalizão de Scholz
A Alemanha terá eleições legislativas antecipadas em 23 de fevereiro de 2025, após o colapso da coalizão de governo de Olaf Scholz na semana passada.
Após vários dias de disputa, a data foi decidida em um acordo com o principal partido de oposição, os conservadores da CDU/CSU, informaram à AFP nesta terça-feira (12) fontes do partido governante.
Segundo outra fonte, Scholz apresentará uma moção de confiança ao Bundestag, a Câmara Baixa do Parlamento, em 16 de dezembro. A votação dos deputados acontecerá no dia 18.
A maior economia da Europa enfrenta uma crise política desde a ruptura, na quarta-feira da semana passada, do governo de coalizão formado pelos social-democratas de Scholz, os Verdes e os liberais do partido FDP, que comandava o país desde o final de 2021.
O abalo acontece no pior momento possível para a principal economia do continente, que enfrenta uma grave crise industrial e a preocupação com as consequências que o retorno de Donald Trump à Casa Branca terão para seu comércio e segurança.
Scholz, que atualmente lidera um governo minoritário com os Verdes, cogitava inicialmente um voto de confiança em 15 de janeiro e eleições em março.
Contudo, pressionado por todos os lados para acelerar o ritmo, o chefe de Governo impopular atribuiu a tarefa de definir a data nas mãos dos grupos parlamentares dos conservadores da CDU/CSU, o principal partido da oposição, e de seu partido social-democrata SPD.
- Conservadores favoritos -
Como não tem mais a maioria parlamentar, há uma grande chance de Scholz perder a votação no Bundestag.
A implosão do governo tripartite aconteceu depois que Scholz demitiu o ministro das finanças, o liberal Christian Lindner, devido às profundas divergências sobre política econômica, o que provocou a saída da maioria dos ministros do FDP.
A crise é uma consequência de meses de disputas entre os três partidos do governo sobre a política econômica que deve ser adotada, acentuadas durante a preparação do orçamento de 2025, que deve ser concluído em novembro.
As pesquisas indicam que a oposição conservadora venceria com mais de 30% dos votos e que seu líder, Friedrich Merz, seria o favorito para assumir o posto de chefe de Governo.
Mas ele encontraria dificuldades para formar uma maioria no Bundestag, onde, também de acordo com as pesquisas, o partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha seria a segunda maior bancada.
Apesar de sua impopularidade, Scholz pretende liderar a campanha do SPD.
As rupturas de coalizões de governo não são comuns na Alemanha. Scholz desejava manter a coalizão até as próximas legislativas, programadas inicialmente para 28 de setembro de 2025.
Mas as divergências políticas sobre a economia e a imigração, assim como as disputas pessoais, minaram sua equipe de governo nos últimos meses.
C.Amaral--PC