-
Canadá e EUA retomam diálogo para concluir acordo comercial
-
Unidade do Exército dos EUA oferece folga para jogar 'GTA VI' em troca de alistamento
-
EUA denuncia detenção arbitrária de americano na China
-
Brasil reforça proteção às mulheres contra a violência de gênero
-
Descoberta a estrela mais rápida da nossa galáxia
-
Com a 'cumbia do falafel', palestino constrói nova vida no México
-
Maracanã receberá partida de abertura e final da Copa do Mundo Feminina em 2027
-
Coreia do Norte lança mísseis balísticos após Trump afirmar que se reunirá com Kim
-
Incertezas sobre o retorno do príncipe Harry e família ao Reino Unido
-
O que se sabe sobre os supostos vazamentos de 'GTA VI'
-
Em Gaza, um banco de sementes renasce entre as ruínas da guerra
-
Em plena campanha eleitoral, Netanyahu escolhe Turquia como rival
-
China condena fundador da Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 16 pessoas na região de Kiev
-
Irã executa cidadão afegão por protestos, segundo grupo de direitos humanos
-
Trump anuncia 'guerra econômica' contra o Irã, que ironiza 'política fracassada'
-
Dívida soberana dos EUA supera US$ 40 trilhões
-
Verstappen acaba com boatos e renova contrato com a Red Bull até 2030
-
China condena fundador do grupo Evergrande à prisão perpétua
-
Bombardeios russos matam 13 na região de Kiev
-
Irã chama pressão econômica de Trump de 'política fracassada'
-
Sabalenka, número um da WTA, eliminada nas oitavas de Cincinnati
-
Messi marca um gol pela primeira vez desde o falecimento de seu pai
-
Flamengo vence Cruzeiro (2-1) e vai às quartas de final da Libertadores
-
Reino Unido convoca diplomata de Israel por projeto de assentamento
-
Trump anuncia "guerra econômica" contra Irã e ameaça parceiros com represálias
-
CK Hutchison exige indenização do Panamá por cancelamento de concessão portuária
-
Chefe da DEA destaca atuação argentina no combate ao narcotráfico
-
Palmeiras vence Cerro Porteño (1-0) em Assunção e avança às quartas da Libertadores
-
Trump apresenta novo heliporto da Casa Branca
-
Zverev, cabeça de chave número 1, é eliminado por Tommy Paul nas oitavas de Cincinnati
-
Nasa anuncia fracasso de missão para resgatar telescópio
-
Dez mortos em bombardeios israelenses em Gaza, segundo fontes palestinas
-
Príncipe Harry e sua esposa Meghan voltarão a morar no Reino Unido
-
Algumas ferramentas de segurança da Meta foram "projetadas para falhar", diz ex-funcionário em julgamento
-
Diego Moreira, da seleção belga, deixa o Strasbourg e se transfere para o Milan
-
Atlético de Madrid estreia no Campeonato Espanhol com vitória por 2-0 sobre o Málaga
-
Arsenal luta pelo bicampeonato da Premier League diante de rivais em reconstrução
-
Netanyahu diz que Israel enviou "mensagem clara" à Turquia sobre a Síria
-
Corinthians busca vaga nas quartas da Libertadores após encerrar novela Memphis
-
Nova temporada, mesma ambição para o PSG
-
Tirante é o 1º argentino a chegar às quartas em Cincinnati desde Del Potro
-
Estreia do PSG no Francês é transferida do Parque dos Príncipes para casa do Rennes
-
Oito mortos em ataques na Ucrânia e na Rússia
-
Mais de 100 países debatem na Argentina estratégias contra o tráfico de drogas
-
Primeiro-ministro britânico vai doar parte do salário para os sem-teto
-
Acidente de helicóptero no Quênia deixa sete mortos, incluindo chefe de inteligência do Equador
-
Reijnders deixa o Manchester City rumo à Arábia Saudita
-
ONU, Alemanha e França condenam declarações "desumanas" de ministro israelense sobre Gaza
-
Chanceleres da OEA vão debater medidas contra a Nicarágua por eliminação de eleições
Centro educacional da ONU na Cisjordânia teme por seu futuro e por jovens palestinos
Em um superlotado campo de refugiados na Cisjordânia ocupada, o centro educacional da UNRWA representa um oásis para os jovens palestinos, mas seu futuro está ameaçado desde que Israel proibiu as atividades dessa agência da ONU.
Nas instalações do centro de formação profissional no campo de Qalandiya, perto do muro que separa a Cisjordânia de Israel, aprendizes de encanador montam tubulações, futuros eletricistas instalam fios e carpinteiros em formação constroem um telhado.
Mas o aprendizado ds profissões pode acabar em breve para estes adolescentes palestinos: em outubro, o Parlamento de Israel proibiu a UNRWA de operar em território israelense.
A Ahmed Nasif, um refugiado de 18 anos, teme pelo futuro se o centro de formação precisar fechar por causa dessa lei.
"Muitos colegas ficariam sem ocupação, alguns não têm meios financeiros para estudar em outras escolas", disse ele à AFP durante uma aula em que aprende a montar lâmpadas. "Aqui a formação é quase gratuita", esclarece.
Um pouco mais à frente, algumas meninas palestinas fazem voltas ao som dos apitos de sua professora de educação física no pátio de uma escola primária, também administrada pela UNRWA.
Na parede, um grafite em árabe, cercado por desenhos de borboletas e flores, proclama: "Amo minha linda escola".
Jonathan Fowler, porta-voz da UNRWA em Jerusalém, alerta para as consequências socioeconômicas "potencialmente desastrosas" de um possível fechamento, mesmo que parcial, das atividades da agência.
"Se esses serviços não puderem funcionar (...) quem fornecerá educação para as crianças e os adolescentes deste campo?", pergunta.
Segundo Baha Awaad, diretor do centro, a instituição forma 350 alunos e não pode receber mais devido à falta de autorização para ampliar os prédios.
O que será deles se a escola tiver que fechar? "Se for um fechamento permanente, eles ficarão sem opções", lamenta.
- Coluna vertebral -
É difícil encontrar uma alternativa à UNRWA, que iniciou suas operações na região em 1950, da noite para o dia.
"Não se pode simplesmente apertar um botão e fazer desaparecer a UNRWA para que alguém ocupe seu lugar", destaca Fowler.
"A lei é muito vaga em muitos pontos. Qual seria o objetivo? Como seria implementada? Tudo isso ainda é extremamente incerto", enfatiza.
As autoridades israelenses foram muito críticas em relação a essa agência da ONU durante muito tempo.
Suas relações deterioraram-se gravemente após o início da guerra em Gaza. Israel acusou funcionários da UNRWA de terem participado no ataque perpetrado pelo movimento islamista palestino Hamas em seu território em 7 de outubro de 2023.
A UNRWA é a coluna vertebral das operações humanitárias a favor dos palestinos.
Nos 19 campos onde, segundo a UNRWA, vive atualmente um quarto dos 912.000 refugiados da Cisjordânia, muitos dependem dos diversos serviços oferecidos pelos 3.800 funcionários da agência.
É o caso de Ahmed Nasif, que, antes de se juntar ao centro de formação profissional da UNRWA, passou por uma escola secundária da agência e também recebeu atendimento médico em uma de suas clínicas.
"A situação é particularmente difícil para a clínica, da qual muitas pessoas dependem para medicamentos e tratamentos", relata.
"Se fechar, ficarão sem esses serviços", lamenta.
A.Aguiar--PC