-
Angelique Kidjo será a primeira música africana a receber uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
-
Negociador iraniano diz que Ormuz permanecerá fechado até que Washington cumpra seus compromissos
-
Ataque russo deixa 10 mortos no nordeste da Ucrânia
-
Aliados asiáticos pedem 'cooperação' após Trump reduzir exercícios militares com a Coreia do Sul
-
Trump ameaça bombardear Omã se o país assinar acordo com o Irã sobre Ormuz
-
Cepal: incerteza por tarifas dos EUA deve atingir economias latinas 'um pouco mais'
-
Trump reduz exercícios militares com Coreia do Sul e sugere contatos com o Norte
-
Milhares de pessoas prestam homenagem em Londres a acadêmico de Cambridge falecido
-
Paramount pede garantia de US$ 1,9 bilhão em ação sobre aquisição da Warner Bros
-
Jódar atropela Tabilo e vai às oitavas do Masters 1000 de Cincinnati
-
Trump e Casa Branca atacam jornalista por pergunta sobre assessora
-
OpenAI contrata novo centro de dados nos EUA com respaldo da Nvidia
-
"Passaporte para o futuro", diz Lula sobre petróleo descoberto na Foz do Amazonas
-
Bob Iger adquire quase 83% dos Lakers após comprar participação de 17,8% da família Buss
-
Trump ordena reduzir exercícios militares com Coreia do Sul e sugere contatos com o Norte
-
Wall Street cai diante de aumento do custo do endividamento
-
Rybakina vence Frech e avança às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Julgamento estadual contra Luigi Mangione é adiado após confissão perante juíza federal
-
Últimos acontecimentos da guerra entre EUA e Irã
-
Julio Enciso e Ouattara deixam Strasbourg e assinam com Ipswich
-
"Homero é dessas terras": cidade turca reivindica o nascimento da Odisseia
-
Governo Trump suspende megaprojeto fronteiriço no Texas após críticas bipartidárias
-
Rodri chega a Barcelona para realizar um 'sonho'
-
Promotoria diz que acusado de assassinar rapper Tupac Shakur queria "vingança"
-
Com tudo ainda em aberto, Libertadores define classificados para quartas de final
-
Discord suspende 'lives' no Brasil por ordem da ANPD após suicídio de adolescente
-
ONG Handicap alerta para 'graves repercussões' dos cortes na ajuda internacional
-
Swiatek vence Sakkari de virada e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Grécia anuncia pagamento antecipado de parte de sua dívida
-
Federação escocesa retira apoio a Infantino
-
Legisladores dos EUA criticam Trump por reduzir manobras militares com a Coreia do Sul
-
Mianmar confirma casos de cólera e centenas de hospitalizações
-
Trump ordena redução de exercícios militares com Coreia do Sul horas antes do início
-
Último adeus à cantora britânica Bonnie Tyler em seu funeral no País de Gales
-
Líder do único partido antiguerra da Rússia é condenado a 11 anos de prisão
-
Suprema Corte rejeita pela 2ª vez recurso de Trump no caso de agressão sexual e difamação
-
As questões levantadas pela morte trágica do professor de Cambridge Jason Arday
-
ONU denuncia que 350 trabalhadores humanitários foram assassinados em 2025
-
Primeiro-ministro francês anuncia ajuda a afetados por incêndio
-
Promessa do Real Madrid Jacobo Ortega assina com o Strasbourg
-
Confrontos em torno de café aberto durante shabat expõem polarização em Israel
-
Mumbai enfrenta campanha de inspeções sanitárias em restaurantes
-
Reitor de Cambridge denuncia 'onda racista' em torno do acadêmico encontrado morto
-
Moradores de área devastada por incêndio na França vaiam primeiro-ministro
-
Epidemia de ebola na RD Congo é a mais letal da história do país
-
Quase 13 mil desabrigados após terremoto na Indonésia
-
Atriz Hayden Panettiere morre aos 36 anos
-
Trump ordena redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul poucas horas antes do início
-
Enviado de Trump se reunirá com Netanyahu após encontro com Hamas sobre plano de paz para Gaza
-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
Presidente destituído da Coreia do Sul resiste à prisão
O presidente sul-coreano destituído, Yoon Suk Yeol, continua resistindo à ordem de prisão contra ele nesta segunda-feira (6), poucas horas antes de expirar oficialmente o prazo para executá-la.
Yoon, destituído pelo Parlamento, recusou-se três vezes a ser interrogado sobre a sua tentativa fracassada no mês passado de declarar a lei marcial e permanece trancado em sua residência, rodeado por centenas de guardas do seu serviço de segurança que impedem a sua prisão.
Os investigadores anticorrupção que tratam do caso vão solicitar a prorrogação do prazo para a sua detenção, que inicialmente expira às 15h00 GMT (12h00 no horário de Brasília) desta segunda-feira, e pediram apoio à polícia.
"A validade da ordem expira hoje [segunda-feira]. Planejamos solicitar uma prorrogação ao tribunal", disse Lee Jae-seung, subdiretor do Escritório de Investigações de Corrupção de Altos Funcionários (CIO), a agência governamental que investiga e processa casos de corrupção.
Na sexta-feira, o serviço de segurança do presidente impediu que os investigadores tivessem acesso à sua casa em Seul, capital sul-coreana, após horas de tensão.
"Também consideraremos a opção de prender qualquer membro do serviço de segurança presidencial durante a execução de uma segunda ordem", disse um oficial da polícia nesta segunda-feira, sob condição de anonimato.
O Partido Democrático, da oposição, pediu a dissolução do serviço de segurança que protege o presidente destituído.
Embora ainda não tenham conseguido interrogar Yoon, os investigadores acusaram os principais oficiais militares por trás do plano de impor a lei marcial.
Nesta segunda-feira, os promotores acusaram Moon Sang-ho, comandante da Inteligência de Defesa, de insurreição e abuso de poder.
- Manifestações a favor e contra -
A decisão de declarar a lei marcial em 3 de dezembro, que vigorou apenas por algumas horas, mergulhou a Coreia do Sul na sua pior crise política em décadas e poderá levar Yoon à prisão ou até mesmo ser condenado à morte, se necessário. Mas ele e seus apoiadores permanecem desafiadores.
"Protegeremos o serviço de segurança presidencial até meia-noite", disse Kim Soo-yong, 62 anos, um dos organizadores de uma manifestação a favor do presidente. "Se receber outra ordem [de prisão], nós voltaremos".
"Ele está aqui há mais tempo que o CIO. Não faz sentido eles não poderem fazer isso. Eles precisam prendê-lo agora", disse Kim Ah-young, de 30 anos, que participa de protestos contra Yoon.
Neste contexto, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, chegou a Seul nesta segunda-feira, mas não se encontrou com Yoon.
O Tribunal Constitucional sul-coreano planeja iniciar o julgamento de Yoon em 14 de janeiro. Caso ele não compareça, será realizado na sua ausência.
Um relatório dos promotores, visto pela AFP, diz que Yoon ignorou as objeções de vários ministros de seu gabinete e decidiu declarar a lei marcial.
O Tribunal Constitucional tem até 180 dias para determinar se deve destituir Yoon do cargo de presidente ou restaurar os seus poderes.
M.A.Vaz--PC