-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
-
Sabalenka vence Gibson e vai à 3ª rodada do WTA 1000 de Cincinnati
-
Villarreal sai atrás e busca empate contra o Racing de Santander no Espanhol
-
Lens surpreende PSG (1-0) e é campeão da Supercopa da França
-
Enviado de Trump se reúne com Hamas para promover plano de paz para Gaza
-
Barcelona chega a acordo com Manchester City pela contratação de Rodri
-
Kushner se reúne com Hamas em tentativa de impulsionar plano para Gaza
-
João Fonseca iguala Guga e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
Sébastien Pocognoli é o novo técnico da seleção da Escócia
-
Vitórias e estreia de estrelas em amistosos de Real Madrid e Barcelona
-
Ao menos 19 mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Mais de 31 mil pessoas pedem investigação sobre suposto assédio a ex-acadêmico de Cambridge
-
Cristiano Ronaldo indica aposentadoria: "Provavelmente meu último ano"
-
Rybakina avança em Cincinnati e pressiona Sabalenka
-
Arsenal atropela City (3-0) e conquista Supercopa da Inglaterra
-
Com poucas esperanças, Colômbia continua remoção de escombros de terremoto
-
Os escândalos que rondam as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro
-
Milhares de afetados aguardam ajuda após terremoto na Indonésia
-
Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas campanhas eleitorais em meio ao desencanto dos brasileiros
-
Colômbia busca desaparecidos e pede aos EUA suspensão de tarifas após terremoto
-
Djokovic cai em sua estreia na 2ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
PSG anuncia contratação do atacante belga Mika Godts
-
Milan de Rúben Amorim vence Manchester United em amistoso na Polônia
-
Morre mulher que ficou por mais tempo sob os escombros do terremoto na Colômbia
-
Lateral inglês Djed Spence deixa o Tottenham e assina com a Inter de Milão
-
PSG visita o Lens em busca da segunda Supercopa da semana
-
Milhares de fãs de Bonnie Tyler acompanham seu caixão no País de Gales
-
Filipe Luís quer convencer no Monaco para se consolidar como técnico na Europa
-
Onze mortos em bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Mais de 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Ex-professor de Cambridge envolvido em escândalo de plágio é encontrado morto
-
Atlético de Madrid anuncia contratação do zagueiro argentino Cristian Romero
-
Ferran Torres deixa o Barcelona e assina com o PSG até 2031
-
Incêndios florestais não dão trégua na Europa
-
Ao menos 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Talibãs comemoram cinco anos no poder no Afeganistão
-
Teerã responde a Trump: Estreito de Ormuz é iraniano
-
Petrobras descobre indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos dois mortos na Indonésia
-
Petrobras descobre indícios de presença de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Venezuela anuncia libertação de 131 presos políticos em meio a diálogo com oposição
-
Netanyahu chama Reino Unido de 'república islâmica' e Londres protesta
-
Timberwolves vão aposentar camisa de Kevin Garnett em jogo contra o Boston Celtics
-
Inter de Milão empresta Davide Frattesi à Lazio
-
Inter de Messi mira liderança da MLS após decepção na Leagues Cup
-
Cristian Romero se despede do Tottenham e pode estar a caminho do Atlético de Madrid
-
EUA informa que retirou 19 milhões de ovos do mercado por risco letal
-
Ciro Immobile anuncia sua aposentadoria aos 36 anos
-
Temporada 2026/27 de LaLiga começa sem Real Madrid e Barcelona
-
Trump diz que vai declarar "em breve" Estreito de Ormuz como "território dos Estados Unidos"
Alemanha em clima de tensão na véspera de eleições cruciais para a Europa
A Alemanha vive neste sábado (22) o último dia de campanha antes das eleições gerais cruciais para a União Europeia (UE), nas quais a oposição conservadora é considerada favorita, apesar do resultado recorde previsto para a extrema direita.
O resultado das eleições será acompanhado ao redor do planeta, no momento em que a Alemanha e a Europa continuam digerindo os anúncios do novo governo dos Estados Unidos sobre a Ucrânia e as tarifas.
No país, o clima ficou ainda mais tenso após vários ataques fatais ocorridos nas últimas semanas, que abalaram a opinião pública.
Um turista espanhol ficou gravemente ferido na noite de sexta-feira em um ataque diante do Memorial do Holocausto em Berlim. Um suspeito sírio de 19 anos foi detido no local e as autoridades afirmaram neste sábado, em um comunicado, que ele "teria planejado durante várias semanas matar judeus e foi neste contexto que teria escolhido o local" da ação.
Durante a detenção, o suspeito "tinha em sua mochila um tapete de oração, um Alcorão, um papel com versos do Alcorão e a suposta arma do crime, o que sugere uma motivação religiosa", afirma um comunicado das forças de segurança.
Além da questão da segurança, a maior economia da zona do euro também enfrenta uma recessão há dois anos e seu modelo industrial, que será uma das prioridades do próximo governo, está em plena crise.
O líder do partido conservador CDU/CSU, Friedrich Merz, é o favorito para suceder o atual chefe de Governo social-democrata, Olaf Scholz.
Advogado empresarial, 69 anos, Merz precisará, no entanto, de uma votação expressiva para ter condições de negociar com força a próxima coalizão.
- Interferências e desinformação -
As pesquisas mais recentes atribuem ao CDU/CSU um resultado próximo de 30%, o que significa que Merz precisará formar uma aliança com pelo menos outro partido para formar o governo. As negociações poderão durar várias semanas.
Friedrich Merz descartou governar com o partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD), que pode dobrar seu resultado na comparação com as últimas legislativas e alcançar quase 20% dos votos.
"Estamos fundamentalmente divididos em vários pontos, em termos de política econômica e de política migratória", afirmou na sexta-feira o líder conservador, criticado durante a campanha por iniciar uma aproximação com a extrema direita.
Poucas vezes a Alemanha, em geral adepta dos compromissos, viu debates tão polarizados e impactados pelo cenário internacional.
A onda expansiva das primeiras semanas do mandato do presidente americano, Donald Trump, sacudiu a campanha, marcada por interferências de Washington e desinformação russa.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e o bilionário Elon Musk, conselheiro de Trump, apoiaram a AfD e aumentaram a visibilidade do partido de extrema direita.
Duas manifestações de simpatizantes de extrema direita foram convocadas para este sábado em Berlim. Os críticos dos extremistas se reunirão no centro da cidade.
Os líderes políticos alemães, visceralmente apegados à relação transatlântica, estão conscientes da mudança de cenário marcada pelo segundo mandato de Trump.
- "Líder na Europa" -
Durante o último comício de campanha, na sexta-feira em Dortmund, reduto social-democrata, Scholz respondeu a Trump e reafirmou seu apoio à soberania da Ucrânia diante da Rússia. Também defendeu a política alemã de liberdade de expressão, criticada por Washington.
O Partido Social-Democrata (SPD) enfrenta o risco de sofrer uma derrota histórica. As pesquisas mostram que está em terceiro lugar, com 15% das intenções de voto, atrás da extrema direita.
Um dos principais temas da campanha foi a imigração, acima das questões econômicas e sociais.
Diante de Trump e dos desafios geopolíticos, o futuro chanceler alemão deverá "retomar um papel de líder na Europa", insistiu esta semana Friedrich Merz.
O candidato conservador deseja formar um governo até o final de abril. Mas a aposta dependerá em grande parte dos resultados dos pequenos grupos políticos nas eleições legislativas.
Se estes grupos superarem a barreira de 5%, estarão representados no Bundestag, a Câmara Baixa do Parlamento, o que dificultará a formação de uma coalizão de governo de dois partidos.
G.Teles--PC