-
JD Vance é vaiado durante cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão
-
Itália exalta harmonia e sua cultura na abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
CEO da SAF do Botafogo deixa cargo após atrito com John Textor
-
EUA anuncia prisão de participante do ataque de 2012 a consulado em Benghazi
-
Dow Jones supera os 50.000 pontos pela primeira vez em sua história
-
Festa olímpica começa com cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
Real Madrid confirma lesão na coxa direita de Rodrygo
-
Ao menos 31 mortos e 169 feridos em atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão
-
ONU alerta que mais de 4 milhões de meninas podem sofrer mutilação genital neste ano
-
UE exige que TikTok mude sua interface 'viciante'
-
Julgamento de jovem acusado de matar executivo nos EUA terá início em junho
-
PSG recebe prazo para pagar 5,9 milhões de euros a Mbappé
-
Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
-
Trump apaga vídeo racista que retratava os Obama como macacos
-
EUA pede negociações trilaterais com Rússia e China sobre não proliferação nuclear
-
Polícia britânica realiza buscas em duas propriedades ligadas ao ex-embaixador Mandelson
-
James Rodríguez assina com Minnesota United, da MLS
-
Equipes de resgate buscam seis pessoas presas após explosão em mina na Colômbia
-
Irã anuncia que negociações com EUA continuarão
-
Narcotraficante relacionado ao assassinato do jogador Andrés Escobar é morto no México
-
Cidadão francês narra o 'calvário' que viveu nas prisões venezuelanas
-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão deixa mais de 30 mortos e 169 feridos
-
Guardiola defende direito de se manifestar sobre questões de fora do futebol
-
Semifinal da Copa do Rei terá Atlético x Barça e clássico basco entre Athletic e Real Sociedad
-
Premiê espanhol pede prudência com previsão de temporal em áreas já encharcadas
-
Meloni e Vance celebram 'valores comuns'
-
Guitarras de Kurt Cobain, Beatles e outras lendas da música serão leiloadas nos EUA
-
Caso Master, o escândalo financeiro que abala os Três Poderes
-
Senegaleses detidos na Copa Africana de Nações declaram greve de fome
-
Projeto de surfe incentiva que meninas voltem à escola no Senegal
-
Elton John denuncia invasão 'abominável' do Daily Mail a sua vida privada
-
Irã afirma estar 'preparado' para se defender ao iniciar negociações com EUA em Omã
-
Campanha presidencial chega ao fim em Portugal marcada por tempestades
-
Na fronteira da Estônia, Narva vive entre dois mundos e teme se tornar alvo de Putin
-
França e Canadá abrem seus consulados na Groenlândia, em sinal de apoio
-
Queda em desgraça do ex-príncipe Andrew lança dúvidas sobre as finanças da monarquia
-
Japoneses vão às urnas com primeira-ministra apoiada por Trump e em busca da maioria
-
Trump publica vídeo com teoria da conspiração eleitoral que mostra os Obamas como macacos
-
Irã e EUA iniciam negociações sobre a questão nuclear
-
Toyota anuncia novo CEO e eleva previsões de lucros
-
Autoridades identificam sangue na casa da mãe desaparecida de famosa jornalista dos EUA
-
Anthropic lança novo modelo e aumenta rivalidade com OpenAI
-
Trump lança site com seu nome para compra de remédios mais baratos nos EUA
-
Gângster australiano ganha liberdade após escândalo envolvendo advogada informante da polícia
-
França diz que luta contra o Estado Islâmico é 'prioridade absoluta'
-
Venezuela avança em anistia histórica após quase três décadas de chavismo
-
Presidente de Cuba oferece diálogo aos EUA; Washington afirma que conversas já começaram
-
Teerã e Washington se preparam para negociar em Omã após repressão violenta no Irã
-
Strasbourg elimina Monaco (3-1) e vai às quartas de final da Copa da França
Hamas examina plano de Trump para acabar com a guerra de Gaza
O plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para acabar com a guerra de Gaza aguarda a resposta do Hamas, depois que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu aprovou o acordo, mas com algumas condições que ele enfatizou nesta terça-feira (30).
O plano prevê um cessar-fogo, a libertação dos reféns israelenses em 72 horas, o desarmamento do movimento islamista palestino e uma retirada gradual das forças israelenses da Faixa de Gaza.
Segundo o plano, Trump vai coordenar uma autoridade de transição, que contará com a presença, entre outros, do ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.
Uma fonte palestina disse que o Hamas iniciou a avaliação do plano americano de 20 pontos.
"O Hamas inicia hoje uma série de consultas entre seus líderes políticos e militares, tanto dentro quanto fora da Palestina", declarou a fonte, que pediu anonimato. A organização dará uma resposta "que representará o Hamas e os movimentos de resistência", acrescentou.
No Catar, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou que a delegação negociadora do Hamas prometeu estudar "de maneira responsável" o plano de Trump e que devem manter, nesta terça-feira, conversas com representantes do movimento islamista palestino e da Turquia.
Em um vídeo publicado em seu canal no Telegram após a entrevista coletiva de segunda-feira com Trump, Netanyahu disse que o Exército israelense continuará presente na maior parte de Gaza e insistiu que não aceitou a criação de um Estado palestino em suas conversas com o presidente americano.
"Nós vamos recuperar todos os nossos reféns, vivos e bem, enquanto (o Exército israelense) permanecerá na maior parte da Faixa de Gaza", disse.
O ministro israelense das Finanças, o político de extrema direita Bezalel Smotrich, criticou o plano, que chamou de "estrondoso fracasso diplomático". Segundo ele, o plano significa "fechar os olhos e dar as costas às lições de 7 de outubro de 2023", data do ataque violento do movimento islamista Hamas contra Israel, que desencadeou a guerra.
- Apoio total -
Trump afirmou que "estamos, no mínimo, muito, muito perto" da paz no Oriente Médio e classificou o anúncio como "potencialmente um dos dias mais grandiosos da civilização".
O plano contempla o envio de uma "força internacional temporária de estabilização", além da autoridade de transição, que contará com as presenças de Trump e Blair.
O acordo exige o desarmamento total dos combatentes do Hamas e o movimento islamista seria excluído de um futuro governo em Gaza.
Trump reconheceu que Netanyahu rejeitou de maneira contundente o Estado palestino, cuja criação poderia ocorrer sob o plano americano.
Netanyahu declarou apoio ao plano "para pôr fim à guerra em Gaza, que alcança nossos objetivos bélicos". Contudo, ele destacou que, se o Hamas tentar sabotá-lo, "Israel terminará o trabalho (de eliminar o Hamas) por conta própria".
Trump garantiu o "apoio total" a Israel para seguir com seu objetivo se o Hamas rejeitar o plano.
As reações mundiais ao plano foram rápidas: os países árabes e muçulmanos, incluindo os mediadores Egito e Catar, exaltaram os "esforços sinceros" para alcançar a paz.
Os líderes do Reino Unido, França, Alemanha e Itália apoiaram a iniciativa, assim como a Rússia.
O presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, fez um apelo a todas as partes a "aproveitar este momento para dar uma chance genuína à paz".
- "Não é realista" -
Em Gaza, no entanto, predomina o ceticismo.
"Está claro que este plano não é realista", declarou à AFP Ibrahim Joudeh, 39 anos, em um abrigo na denominada zona humanitária de Al Mawasi, no sul de Gaza.
"Está redigido com condições que Estados Unidos e Israel sabem que o Hamas nunca aceitará. Para nós, isso significa que a guerra e o sofrimento vão continuar", acrescentou o programador de informática.
Os bombardeios aéreos israelenses prosseguiram nesta terça-feira em Gaza, segundo a Defesa Civil e testemunhas.
O Exército israelense confirmou que suas forças executam operações no território, em particular na Cidade de Gaza, onde efetua uma ampla ofensiva.
A Autoridade Palestina, que governa na Cisjordânia e que poderia desempenhar um papel na administração de Gaza após a guerra, celebrou os "esforços sinceros e determinados" de Trump.
A guerra em Gaza foi desencadeada pelo ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que matou 1.219 pessoas, a maioria civis, segundo números oficiais israelenses.
A ofensiva israelense, que devastou grande parte de Gaza, matou mais de 66.000 palestinos, a maioria civis, segundo os números do Ministério da Saúde do território, que a ONU considera confiáveis.
burs/ser/avl/mas/pb/fp/aa
P.Sousa--PC