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Netanyahu reitera oposição a Estado palestino antes da votação na ONU sobre Gaza
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e membros de seu gabinete reiteraram neste domingo(16) sua oposição a um Estado palestino, antes que o Conselho de Segurança da ONU vote na segunda-feira um projeto de resolução americano sobre o plano de paz para Gaza.
O projeto de resolução foi concebido como parte do plano para um acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas impulsionado pelo presidente americano Donald Trump, e busca aprovar um governo de transição e uma força de segurança internacional temporária no território palestino.
Diferentemente das versões anteriores, a última versão da resolução menciona a possibilidade de um futuro Estado palestino, algo que o governo de Israel rejeita.
Netanyahu iniciou o Conselho de Ministros deste domingo afirmando que sua oposição a um Estado palestino "não mudou".
O primeiro-ministro israelense enfrenta críticas de seus aliados no governo, incluindo o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, um político de extrema direita que o acusa de não ter respondido com mais firmeza à decisão de vários países ocidentais de reconhecer o Estado palestino.
"Formule uma resposta adequada e firme que deixe claro ao mundo inteiro que nenhum Estado palestino surgirá nunca em nossa pátria", instou Smotrich a Netanyahu no X. O primeiro-ministro respondeu que "não precisa de lições" de ninguém.
Outros ministros também expressaram sua oposição ao Estado palestino, mas sem fazer referência à resolução.
O ministro da Defesa, Israel Katz, reiterou que a posição de seu país é "clara" e o chanceler, Gideon Saar, declarou no X que "não concorda com o estabelecimento de um Estado palestino terrorista no coração da terra de Israel".
Outro dos aliados de extrema direita de Netanyahu, o ministro da Segurança Nacional Itamar Ben Gvir, foi mais longe e afirmou que a identidade palestina é uma "invenção".
A resolução do Conselho de Segurança marcaria um início efetivo da segunda fase do acordo impulsionado pelos Estados Unidos que permitiu um cessar-fogo após dois anos de uma guerra sangrenta que começou após o ataque do Hamas em Israel em 7 de outubro de 2023.
Esse acordo permitiu a libertação de 20 reféns vivos que estavam em Gaza e a devolução de quase todos os corpos dos 28 sequestrados que permaneciam no território palestino. Em troca, Israel libertou quase 2.000 prisioneiros e entregou 330 corpos de palestinos.
F.Santana--PC