-
Nada mudou em Minneapolis desde a morte de Renee Good, lamentam seus irmãos
-
Noam Chomsky expressou solidariedade a Epstein em 2019
-
Vrabel-Maye, a dupla salvadora dos Patriots apadrinhada por Tom Brady
-
N'Golo Kanté deixa Arábia Saudita para jogar no Fenerbahçe
-
Leonard é selecionado para o All-Star Game; LeBron e Curry jogarão juntos
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Guardiola manifesta solidariedade às vítimas de conflitos em todo o mundo
-
Chavismo exige libertação de Maduro, um mês após sua captura pelos EUA
-
Chefe de segurança da NFL garante que não haverá agentes do ICE no Super Bowl
-
Filho do ex-ditador Muammar Kadafi é assassinado na Líbia
-
Leverkusen vence St Pauli (3-0) e avança às semifinais da Copa da Alemanha
-
Arsenal elimina Chelsea e vai à final da Copa da Liga Inglesa
-
Olympique de Marselha vence Rennes (3-0), alivia crise e vai às quartas da Copa da França
-
Milan vence Bologna (3-0) e diminui distância em relação à líder Inter na Serie A
-
Barcelona vence Albacete e avança à semifinal da Copa do Rei
-
Bill e Hillary Clinton vão depor no fim do mês sobre laços com Epstein
-
EUA diz ter derrubado drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Do Super Bowl ao trabalho no escritório: a vida atípica dos árbitros da NFL
-
MP da França dificulta candidatura de Marine Le Pen nas eleições de 2027
-
Diretor da Williams diz que pensar em título em 2026 ou 2027 'não é realista'
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
-
"Mbappé não precisa correr 11 km por jogo", diz Deschamps
-
Trump recebe Petro na Casa Branca para zerar relação EUA-Colômbia
-
Futebol nos Jogos de Los Angeles 2028 se estenderá da Califórnia a Nova York
-
Economia russa desacelerou e cresceu 1% em 2025, anuncia Putin
-
Técnico da seleção da Alemanha lamenta nova lesão de Ter Stegen
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Homenagem ou propaganda? Samba-enredo sobre Lula gera polêmica antes do Carnaval
-
Kirsty Coventry demarca caminho do COI: mais esporte, menos política
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
América do México anuncia oficialmente a contratação de Raphael Veiga
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
-
Quatro em cada 10 casos de câncer são evitáveis, diz OMS
-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Guardiola ironiza ao falar dos gastos em contratações do Manchester City
-
'Uma viagem humilhante', denuncia palestina ao retornar do Egito
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Acidente de ônibus com romeiros deixa 15 mortos em Alagoas
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Tribunal europeu condena Rússia por 'tratamento desumano' ao líder da oposição Navalny
-
Waymo capta 16 bilhões de dólares para expandir táxis autônomos
-
Famílias chinesas buscam filhos sequestrados na era da política do filho único
-
Rússia retoma ataques em larga escala contra Ucrânia durante onda de frio
-
Um mês sem Maduro no poder: o que mudou na Venezuela?
-
Bill e Hillary Clinton prestarão depoimento no Congresso dos EUA sobre caso Epstein
-
Petro espera começar do zero com Trump na Casa Branca
China inicia manobras militares ao redor de Taiwan
A China iniciou grandes exercícios militares com munição real nesta segunda-feira (29) em cinco zonas marítimas e aéreas próximas de Taiwan, uma ilha de governo democrático que Pequim reivindica como parte de seu território.
Reconhecida oficialmente por pouco mais de 10 países, a ilha dispõe de governo, exército e moeda próprios. Também conta com os Estados Unidos como seu principal fornecedor de armamentos e segurança.
No início do mês, a Casa Branca aprovou uma venda de armas no valor de 11,1 bilhões de dólares a Taipé, o que provocou uma reação de indignação do governo chinês.
As manobras, batizadas de "Missão Justiça 2025", contam com a participação de destróieres, fragatas, soldados, bombardeiros e drones que realizam "treinamentos com munição real contra alvos marítimos ao norte e sudoeste de Taiwan", afirmou o exército chinês.
Após o início dos exercícios, o Ministério das Relações Exteriores alertou que qualquer tentativa de obstruir a unificação de Taiwan com a China "está destinada ao fracasso".
"As forças externas que tentam usar Taiwan para conter a China e que fornecem armas a Taiwan apenas encorajarão a arrogância independentista e empurrarão o Estreito de Taiwan para uma situação perigosa de guerra iminente", disse o porta-voz Lin Jian.
- "Intimidação militar" -
O Exército Popular de Libertação (ELP) exibiu um mapa com cinco grandes zonas ao redor de Taiwan, onde serão organizadas "atividades com munição".
As atividades se concentrarão na "capacidade de combate mar-terra, tomada conjunta de ampla superioridade, bloqueio de portos e áreas cruciais", explicou em um comunicado o coronel Shi Yi, porta-voz do Comando de Teatro Oriental do ELP.
"Por questões de segurança, recomenda-se que qualquer embarcação ou aeronave não relacionada evite entrar nas águas e no espaço aéreo acima mencionados", acrescenta o comunicado.
Taiwan condenou o anúncio das manobras, que a porta-voz da presidência Karen Kuo chamou de "intimidação militar".
A Guarda Costeira taiwanesa anunciou que detectou quatro navios da Guarda Costeira chinesa navegando diante de suas costas norte e leste.
A força de Taipé disse que "mobilizou imediatamente grandes navios para posicionar previamente sua resposta em áreas relevantes" e "enviou unidades adicionais de apoio".
As manobras da China "confirmam ainda mais sua natureza agressora, tornando-a a maior destruidora da paz", segundo o Ministério da Defesa de Taiwan.
- "Advertência" -
Nos últimos anos, a China aumentou a pressão sobre Taiwan no campo diplomático, econômico e especialmente militar, com o envio frequente de aviões e navios ao redor da ilha e a organização de exercícios em larga escala.
As relações com Taipé pioraram com a chegada ao poder do Partido Progressista Democrático em 2016. Seu líder e presidente taiwanês desde 2024, Lai Ching-te, considera o território uma nação soberana.
O coronel chinês Shi Yi afirmou que as manobras são "uma advertência veemente às forças separatistas pela independência de Taiwan" e "uma ação legítima e necessária para salvaguardar a soberania e a unidade nacional".
A televisão estatal chinesa informou que um tema central dos exercícios é o "bloqueio" de portos taiwaneses, incluindo Keelung, no norte, e Kaohsiung, no sul.
Os planos das manobras incluem navios "que se aproximam da ilha de Taiwan a partir de diferentes direções", detalhou Shi.
A China anunciou recentemente que adotaria "medidas resolutas e contundentes" para salvaguardar seu território após a venda de armas dos Estados Unidos a Taiwan.
Na semana passada, o governo anunciou sanções contra 20 empresas de defesa americanas, embora, em sua maioria, tenham pouco ou nenhum negócio na China.
Pequim também mantém uma disputa diplomática com Tóquio, depois que a nova primeira-ministra japonesa sugeriu um potencial apoio a Taiwan no caso de um futuro conflito armado.
F.Moura--PC