-
Como Cuba combate mais de 60 anos de embargo econômico
-
Tamagotchi completam 30 anos e seguem fazendo sucesso
-
De olho em Cuba, Marco Rubio assume papel crucial na crise da Venezuela
-
França limita importações agrícolas em resposta à indignação com o acordo UE-Mercosul
-
Saint-Tropez se despede da lendária Brigitte Bardot
-
ONU acusa Israel de 'apartheid' na Cisjordânia
-
Ex-agente da CIA condenado por espionar para os soviéticos morre na prisão
-
Brigitte Bardot morreu de câncer, revela seu marido
-
Líderes guerrilheiros fogem para Colômbia após operação na Venezuela, indica Exército
-
Manifestantes bloqueiam estradas na Bolívia contra plano econômico do governo
-
Sucessora de Maduro diz governar sem pressão, mas Trump anuncia controle sobre petróleo venezuelano
-
Barcelona e Real Madrid são favoritos de uma Supercopa com polêmica
-
Europa e EUA cerram fileiras com Ucrânia diante da Rússia
-
Nottingham Forest vence de virada no fim (2-1) e afunda West Ham
-
Juventus vence Sassuolo (3-0) e reassume 4º lugar no Campeonato Italiano
-
Trump estuda 'várias opções' para Groenlândia, incluindo a militar
-
Europa e Estados Unidos cerram fileiras com a Ucrânia frente à Rússia
-
Quinto aniversário da invasão do Capitólio mostra polarização persistente nos EUA
-
Costa do Marfim vence Burkina Faso e vai enfrentar Egito nas quartas da Copa Africana
-
Messi: 'Gostaria de ter meu próprio clube'
-
Autoridades suíças admitem falha em inspeção de bar incendiado
-
Petrobras pausa perfuração na Margem Equatorial após 'perda de fluido'
-
Jornalistas do mundo todo lotam a já movimentada fronteira Colômbia-Venezuela
-
Roma vence Lecce (2-0) e recupera quarto lugar no Italiano
-
Técnico interino do United diz que nunca se imaginou no cargo: 'Nem nos meus sonhos mais loucos'
-
Trump desdenha dos passos de dança de Maduro, mas confessa que Melania 'odeia' seu estilo
-
Doncic e Antetokounmpo lideram votação para 'All Star Game'
-
Manifestantes e policiais entram em confronto no Bazar de Teerã
-
EUA matou 55 militares cubanos e venezuelanos durante captura de Maduro
-
Argélia vence RD Congo (1-0) e vai enfrentar Nigéria nas quartas da Copa Africana
-
Ninguém 'vai sair correndo' para casa: diáspora venezuelana espera mudança real
-
Advogado de Maduro também defendeu Julian Assange, fundador do WikiLeaks
-
Quinto aniversário da invasão do Capitólio expõe polarização persistente nos EUA
-
Flick reconhece que Barça não tem condições de pagar 'centenas de milhões por jogadores'
-
Petróleo é a 'raiz do conflito' de Trump com Maduro, diz chanceler colombiana
-
Reino Unido pede ao X que atue contra vídeos sexuais manipulados com IA
-
Como vence Pisa (3-0) e entra no Top 4 do Campeonato Italiano
-
UE oferece auxílios adicionais a agricultores pelo acordo com o Mercosul
-
Sabalenka inicia temporada com vitória tranquila em Brisbane
-
Groenlândia agradece apoio de líderes europeus ante ameaças de Trump
-
Guardiola diz que City será discreto no mercado, apesar dos desfalques por lesão
-
Um século após sua criação, TV inova para competir com dispositivos móveis
-
Real Madrid confirma que Mbappé está fora da Supercopa da Espanha
-
Chelsea confirma chegada do técnico Liam Rosenior
-
Presidente interina da Venezuela começa a governar sob pressão
-
Desertores pedem novo comando militar para mudança real na Venezuela
-
Gigantes da IA e sua busca para conquistar os estudantes
-
Morre o cineasta húngaro Béla Tarr aos 70 anos
-
A perigosa jornada de jovens afegãos em busca de uma vida melhor
-
'Onde fui mais feliz': Búzios, o paraíso que deve sua fama a Brigitte Bardot
UE espera assinar 'em breve' o acordo comercial com o Mercosul
A Comissão Europeia mencionou, nesta segunda-feira (5), "avanços" entre os Estados-membros rumo à aprovação do pacto comercial com os países sul-americanos do Mercosul e espera assiná-lo "em breve".
Paula Pinho, porta-voz do braço Executivo da União Europeia, não confirmou a data de 12 de janeiro prevista para a assinatura do acordo de livre comércio com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, mas assegurou que o bloco está "no caminho certo" para assiná-lo em breve.
Pinho destacou, em uma coletiva de imprensa, "avanços nas últimas duas semanas".
Após 25 anos de negociações, o acordo criaria a maior área de livre comércio do mundo, impulsionando as relações comerciais entre os 27 países da UE e os membros do Mercosul.
Mas os planos para a assinatura na reunião em Foz do Iguaçu em 20 de dezembro esbarraram na posição da Itália e da França. Ambos solicitaram, naquele momento, adiar a assinatura diante das preocupações do setor agrícola de seus respectivos países.
O acordo ajudará a União Europeia a exportar mais veículos, máquinas, vinhos e outras bebidas alcoólicas para os países do Mercosul em meio às tensões comerciais mundiais.
Em contrapartida, facilitaria a entrada de carne, açúcar, arroz, mel e soja sul-americanos na Europa.
Isso alarmou muitos produtores europeus que temem ser afetados pelo fluxo de produtos baratos procedentes do Brasil e de seus vizinhos.
Itália e França pediram a inclusão de mais cláusulas de salvaguarda, controles rigorosos às importações e normas mais severas para os produtores do Mercosul, a fim de proteger seus agricultores.
Antes de viajar para a América Latina, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, precisa primeiro obter a autorização dos Estados-membros por maioria qualificada. Essa votação poderá ocorrer na sexta-feira durante uma reunião entre os representantes dos 27, segundo fontes diplomáticas.
Mas antes, os ministros da Agricultura dos países da UE farão na quarta-feira uma reunião em Bruxelas sobre o acordo com o Mercosul. Também discutirão a Política Agrícola Comum (PAC).
O acordo comercial com o Mercosul está na pauta de uma reunião entre diplomatas europeus, mas sem garantia de que seja tomada uma decisão, contaram alguns deles à AFP.
Apesar do adiamento, Ursula von der Leyen "confia" na perspectiva de chegar a um acordo.
- Pesticidas proibidos -
Entre os defensores do tratado destacam-se Espanha e Alemanha, que pretendem relançar a sua indústria, afetada pela concorrência chinesa e pelas tarifas nos Estados Unidos.
A Itália mostrou-se indecisa e pediu um adiamento. Apesar disso, sua primeira-ministra, Giorgia Meloni, afirmou que o assinará.
Sem os italianos, Hungria, Polônia e França não poderão formar uma minoria de bloqueio para impedir o tratado.
Em Paris, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, receberá nestas segunda e terça-feira os sindicatos de agricultores para tentar desativar as tensões.
O setor agrícola francês está abalado por várias crises: a dermatose nodular contagiosa (DNC), que afeta os bovinos; os baixos preços do trigo e o alto custo dos fertilizantes, que atingem os produtores de cereais; e a ameaça da crescente concorrência dos países do Mercosul.
O governo prometeu um decreto para suspender a importação pela França de frutas e legumes que contenham resíduos de cinco fungicidas e herbicidas proibidos na Europa.
Essa medida afetaria abacates, mangas, goiabas, cítricos, uvas-passas, maçãs, melões, cerejas, morangos e batatas "da América do Sul e de outros lugares", segundo a França.
A medida precisa da autorização de Bruxelas em um prazo de dez dias, indicou a Comissão.
O Executivo europeu já "trabalha" para que "os pesticidas mais perigosos, proibidos na União Europeia por razões de saúde e meio ambiente, não sejam reintroduzidos" através de produtos importados, destacou a porta-voz Eva Hrncirova.
P.Queiroz--PC